Este ano, o Município de Vila Nova de Famalicão apoia o transporte de 93 cidadãos famalicenses portadores de deficiência que se deslocam de quase todas as freguesias do concelho para instituições sociais e educativas. A ajuda municipal é na ordem dos 186 mil euros, verba aprovada na última reunião de Câmara.
Recorde-se que o serviço de transporte é realizado diariamente durante todo o ano, exceto na segunda quinzena de agosto. E, entre setembro de 2021 e agosto de 2022, a autarquia fez um investimento municipal na ordem dos 240 mil euros.
O valor e o número de beneficiários é ajustado ao longo do ano mediante o aparecimento de novas necessidades. Para além deste apoio, acresce uma verba previsível na ordem dos 50 mil euros referente a gastos de deslocações de cidadãos portadores de deficiência para instituições de fora do concelho.
Este apoio inclui deslocações a instituições, entre elas, a APPACDM Vila Nova de Famalicão, AFPAD – Associação Famalicense de Prevenção e Apoio à Deficiência, Centro Social e Cultural de São Pedro de Bairro, Universidade do Minho, Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio (Braga), Instituto Politécnico do Cávado e Ave – Guimarães, Centro Capacitação e Formação de Famalicão (ACIP) e APACI – Associação de Pais e Amigos das Crianças Inadaptadas (Barcelos).
O presidente da Câmara reconhece que «apesar de pequeno, para estes famalicenses e as suas famílias, é um gesto com grande significado». Mário Passos destaca que «o facto de terem como se deslocar a instituições que fornecem atividades ocupacionais adaptadas à sua realidade, assim como ofertas formativas relevantes, é um passo importante para garantir o acesso destes cidadãos à educação, o seu bem-estar e o seu desenvolvimento pessoal e coletivo».
Refira-se que a Câmara Municipal tem providenciado, ao longo das últimas décadas, o serviço de transporte para pessoas portadoras de deficiência, através de transporte adaptado, táxis ou por ambulâncias, para a frequência das estruturas de apoio social e educativo situadas na área do concelho de Famalicão, bem como, Guimarães, Santo Tirso e Braga, dado as entidades da Administração Central do Estado, nos domínios da Segurança social e da Saúde, não financiarem o referido transporte.









