Barcelos: Criança de 10 anos atropelada

Uma criança de 10 anos foi atropelada, na manhã desta sexta-feira, por um automóvel, nas proximidades de uma paragem de autocarro, em plena EN 205, em Ucha, Barcelos.

Segundo avança o Correio da Manhã, o acidente aconteceu fora da passadeira.

A vítima, depois de assistida no local pelos Bombeiros Voluntários de Barcelos e a Viatura Médica de Emergência e Reanimação de Barcelos, foi transportada com ferimentos leves para o Hospital de Braga.

Famalicão: Operação de resgate de animais e limpeza na Urbanização das Bétulas

Na manhã desta sexta-feira, decorreu uma ação de limpeza e recolha de animais na Urbanização das Bétulas, junto à Estação de Comboios. Foram recolhidos vários cães que se encontram nas imediações do edifício. O departamento de Ambiente da Câmara Municipal de Famalicão procedeu também a uma operação de limpeza do espaço exterior, que se encontrava com vidros, plásticos e outro tipo de lixo espalhado.

Para a operação, considerada de rotina pelas forças policiais, estiveram presentes cerca de dez efetivos do Comando Distrital da PSP e quatro da Polícia Municipal de Famalicão, além de elementos do departamento de Ambiente da Câmara e do Centro de Recolha de Animal (CROA) de Famalicão.

Apesar do aparato policial, a operação decorre de forma pacífica.

Famalicão: Teatro N´Aldeia está de regresso e vai a 43 freguesias

O Teatro N’Aldeia está de regresso, de 24 de setembro a 18 de dezembro. Esta iniciativa, que vai na sexta edição, promovida pelo Município de Famalicão, através do pelouro da Cultura, vai percorrer 43 freguesias do concelho, com oito peças de teatro protagonizadas por grupos amadores locais. As apresentações, com entrada livre, acontecem às sextas, sábados e domingos, em horários que variam entre as 16 e as 21h30.

As peças de teatro serão levadas a cena por AMARCULTURA – Associação Projeto («Salsada de Comédia»), Elsa Pinho («Beatriz e o Peixe Palhaço»), Greculeme – Grupo Recreativo e Cultural de Lemenhe («O Julgamento»), GRUTACA – Grupo Recreativo Grupo de Teatro Amador Camiliano («Entre a Flauta e a Viola» e «Eu, Tu, ele, Nós, Vós, Eles»), NUTEACV – Núcleo de Teatro da Associação Cultural de Vermoim (Procura-se Morto…ou Morto» e «A Verdadeira História do Lobo Mau») e PASEC – Plataforma de Animadores Sócio Educativos e Culturais («Ser ou Não Ser Personagem Secundária»).

O Teatro N’Aldeia arranca já este sábado, dia 24, com a peça «Entre a Flauta e a Viola», pelo GRUTACA, no salão da Junta de Freguesia de Cavalões, que marca também o arranque da iniciativa ETNOGRAPHICA, «Às Voltas do Linho», que decorre até 2 de outubro, no mesmo espaço.

O Teatro N’Aldeia começou em 2015 no âmbito de uma estratégia de descentralização cultural municipal e o talento dos grupos de teatro amadores famalicenses brotou um pouco por todo o concelho. Tudo numa ótica de promoção da arte performativa e formação de públicos. A iniciativa parou em 2020 e 2021, por causa da situação pandémica, e regressa este ano, com uma programação que envolve todas as Juntas de Freguesia.

Toda a programação disponível em www.famalicao.pt/agenda-municipal-famalicao .

 

FC Famalicão isento da primeira eliminatória da Taça de Portugal de futsal

Realizou-se, esta quinta-feira, no auditório 2 da Cidade do Futebol, o sorteio da primeira eliminatória da Taça de Portugal Placard, em futsal. Com 53 clubes, o sorteio começou por definir as primeiras 23 equipas isentas, de entre as quais está o SC Cabeçudense/FC Famalicão.

A eliminatória está dividida em duas séries, sendo que na Norte, o São Mateus vai receber o Águias Vimioso.

Recorde-se que as duas equipas famalicenses competem no campeonato nacional da 3.ª divisão, cuja primeira jornada disputa-se este fim de semana.

Mercadona doa 670 toneladas de alimentos no primeiro semestre deste ano

A Mercadona doou 670 toneladas de produtos de primeira necessidade no primeiro semestre de 2022 em Portugal. Estas doações, equivalente a mais de 11.000 carrinhos de compra, foram destinadas a mais de 30 cantinas sociais, 5 bancos de alimentos e outras entidades sociais com as quais a empresa colabora. No distrito de Braga, a Mercadona doou 118 toneladas de produtos de primeira necessidade a instituições locais de solidariedade social.

A Mercadona participa, ainda, noutras iniciativas de âmbito nacional que se realizam ao longo do ano. É o caso da “Campanha Vale”, da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, e da campanha “Shop for Goodness” da Cruz Vermelha Portuguesa, cujo montante angariado foi convertido em cartões de compra que contribuem para a autonomização de famílias carenciadas.

Com mais de 1.660 lojas entre Portugal e Espanha, a Mercadona doou 10.800 toneladas de bens na primeira metade deste ano, o equivalente a 180.200 carrinhos de compras, que se destinaram a mais de 410 cantinas sociais, 60 bancos de alimentos e outras entidades sociais de ambos países.

Estas ações resultam do compromisso da empresa em partilhar com a sociedade parte do que dela recebe. No âmbito deste Plano de Responsabilidade Social e a par da doação de alimentos, a Mercadona colabora com 32 fundações e centros ocupacionais na decoração das suas lojas com murais de trencadís (mosaicos típicos do Mediterrâneo), elaborados por mais de mil pessoas com incapacidade intelectual.

Outra linha estratégica deste Plano de Responsabilidade Social é a sustentabilidade, de que é prova o Sistema de Gestão Ambiental próprio, baseado nos princípios da economia circular e focado na otimização logística, eficiência energética, gestão de resíduos, produção sustentável e redução do plástico. Nesse sentido, a Mercadona, junto dos seus fornecedores Totaler, está a desenvolver a Estratégia 6.25: 6 ações para atingir um triplo objetivo até 2025: reduzir o plástico em 25%, que todas as embalagens sejam recicláveis, e reciclar todos os seus resíduos de plástico.

A Mercadona integra desde 2011 o Pacto Mundial das Nações Unidas para a defesa dos valores fundamentais em matéria de Direitos Humanos, Normas Laborais, Meio Ambiente e Luta contra a Corrupção.

Em Braga, as instituições beneficiárias são Associação de Solidariedade Social de S. Tiago de Fraião (Braga), GASC (Barcelos), Lar de Santo António (Guimarães), Dar as Mãos – Associação de Solidariedade Social (Braga), Lar de Santa Estefânia (Braga), Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Braga (Braga) e Lar Nossa Senhora da Misericórdia (Barcelos)

Famalicão: João Pedro Sousa aceitou o convite em três minutos

Tal como CIDADE HOJE avançou, em primeira mão, João Pedro Sousa está de regresso ao FC Famalicão e o contrato é válido por época e meia. Depois do sucesso em 2019/2020, com o sexto lugar na primeira liga, o treinador saiu em janeiro de 2021, e volta a uma casa que bem conhece, depois de passagens pelo Boavista e Al Raed, da Arábia Saudita.

Na conferência de imprensa de apresentação, ao final da manhã desta quinta-feira, foi um sorridente João Pedro Sousa que se apresentou aos jornalistas. Logo defendeu que «não gosta de vender sonhos», reconheceu que o momento da equipa «é difícil», mas, doravante, «vamos jogar para ganhar»

Logo que Miguel Ribeiro lhe ligou a resposta não demorou mais de 3 minutos, garante, porque «sempre me identifiquei com o clube, com as pessoas que aqui trabalham, com o projeto e com a cidade» E, assim, reconheceu, «continuam reunidas as condições para aqui trabalhar», num regresso que lhe revelou «mais competência e mais ambição para fazer crescer o clube».

Aos votos de «bem-vindo», do presidente da SAD, João Pedro Sousa logo lançou um olhar sobre o plantel «que conheço bem e estou identificado com o seu valor». Voltar a ser «feliz» em Famalicão, motivar e trabalhar os jogadores «para jogarem com alegria» e inverter o ciclo negativo já no próximo jogo (em casa, com o Boavista), são as primeiras premissas. E tudo isto para «dar alegrias aos nossos adeptos».

«É preciso trabalhar muito, porque estamos numa situação muito complicada», avisou. Trabalho que não enjeita «porque estamos num clube e numa cidade de muita coragem».

Doravante, há, então, «que lutar, trabalhar e correr para vencer» para, o mais cedo possível, «entrar numa velocidade de cruzeiro e em zonas classificativas que nos deem alguma tranquilidade».

Mas as primeiras palavras de João Pedro Sousa foram de reconhecimento para o seu antecessor Rui Pedro Silva. Foi também pelo reconhecimento ao ex-treinador que Miguel Ribeiro começou. Depois do desenlace, o dirigente assume que o clube tinha várias opções em carteira, mas a escolha «recaiu em João Pedro Sousa, porque conhece esta casa e pela qualidade do seu trabalho», através do qual «vamos conseguir os nossos objetivos». E o que pediu a João Pedro Sousa? «O que pedimos ao João foi um jogo, um jogo capaz de nos levar a um bom patamar, enquadrando os nossos jogadores e para fazer crescer o Famalicão colocando-o no patamar onde pretendemos».

João Pedro Sousa tem como adjuntos Carlos Pacheco, Manuel Santos, Paulo Silva, Vítor Alcino e Ricardo Silva.