Famalicão: Festival Internacional de Folclore com meio milhar de participantes

De 5 a 7 de agosto, Famalicão mostra ao mundo o melhor do folclore internacional. Da Colômbia chega a Compañía de Danzas de Funga; do México, a Compañía Mexicana de Danza Folklorica; da Polónia, a Folklore Ensemble Bystry; de Espanha, a Escola de Ball de Bot DIT I FET; o anfitrião e organizador é o Grupo Etnográfico Rusga de Joane, mas participam também o Grupo Etnográfico de São Tiago da Cruz (dia 5), o Grupo Etnográfico Rusga de Joane (dias 5, 6 e 7), o Rancho Folclórico São Martinho de Brufe (dia 6) e o Grupo Folclórico da Casa do Povo de Santa Cruz do Bispo, de Matosinhos (dia 7).

Assim, a segunda edição do Festival Internacional de Folclore de Famalicão, o FAMAFOLK reúne em palco perto de meio milhar de folcloristas.

Para o grupo da Colômbia, os ensaios já decorrem há quatro meses. «Esperamos que o público aprecie o folclore da nossa região e do nosso país. Estamos muito felizes por participar neste grande festival e por nos juntarmos a grupos tão reconhecidos», refere a responsável Angélica María Souza.

Sobre a participação no FAMAFOLK, a diretora da Escola de ball de bot DIT I FET, Laura Cardell, fala «numa experiência fantástica». A responsável do grupo de Palma de Maiorca espera «conhecer outras tendências musicais e partilhar com todos os famalicenses a cultura da ilha espanhola».

O maestro da Compañía Mexicana de Danza Folklorica, Roberto Rodríguez, promete levar os famalicenses «numa viagem pela cor e alegria da cultura mexicana». Já os polacos da Folklore Ensemble Bystry esperam que o seu folclore desperte o interesse do público português.

Dos vários momentos previstos no programa do FAMAFOLK, destaque para as três principais atuações: sexta-feira, 5 de agosto, às 21h30, há gala de abertura nos jardins dos Paços do Concelho de Famalicão; no dia 6 de agosto, às 21h30, o Largo da Igreja da vila de Riba de Ave recebe a segunda gala do FAMAFOLK, e, por último, no domingo, dia 7, às 15h30, terá lugar no Parque da Ribeira, em Joane, a gala de encerramento do evento.

O programa do FAMAFOLK prevê ainda a realização de uma oficina. O renovado Mercado de Famalicão recebe no primeiro dia o festival, 5 de agosto, o workshop “Danças no Mundo”, com os grupos internacionais a convidarem os famalicenses para conhecerem as danças típicas de cada país. O momento está agendado para as 15h30 e é aberto ao público.

Refira-se que a organização conta com o apoio do Município de Famalicão, das Juntas de Freguesia de Joane e Riba de Ave, da Federação do Folclore Português, da Fundação INATEL e da Associação CIOFF Portugal.

 

Companhia Cão Danado apresenta produção em Guimarães

A Companhia Cão Danado – Estrutura de Artes do Espetáculo, com 20 anos de atividade, sediada em Vila Nova de Famalicão, apresenta nos dias 12 e 13 de agosto, pelas 21 horas, na Plataforma das Artes, em Guimarães, a produção “Descanso na tua voz”, uma criação de Diana Sá.

A récita é para maiores de 16 anos, tem a duração média de 180 minutos e entrada livre. Interpretação de Célia Fechas, Flávio Catelli, Gonçalo Fonseca, José Ribeiro, Maria Inês Peixoto, Sara Costa, Valdemar Santos.

A produção é do Cão Danado, em coprodução com o Teatro Municipal do Porto – Rivoli; Campo Alegre; Cine Teatro João Verde e com apoio institucional do Município de Guimarães (IMPACTA).

“Descanso na tua voz” é a continuação de “Ouve-me de perto como se te tocasse”, um processo pessoal durante o período do confinamento.

Em “Descanso na tua voz”, o ator e o espetador encontram-se. De igual para igual. A responsabilidade para que a experiência teatral seja completa depende de todos os intervenientes. O público passa a cúmplice de uma experiência de partilha entre quem conta uma história e quem ouve. O objetivo é através do dispositivo cénico, da apresentação no espaço público, da relação próxima e intimista entre ator e espetador, a escrita do texto a pensar na criação de empatia, conseguir devolver ao público em geral a vontade e responsabilidade da apropriação de um objeto artístico que, em última instância só existe porque o público o faz existir.

Cão Danado é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura / Direção –Geral das Artes e tem o Apoio institucional do Município de Vila Nova de Famalicão.

Próximos Espetáculos 10 de setembro de 2022 – ESTAU | Estarreja: 17 de setembro de 2022 – Germinal | Vila Nova de Famalicão; 5 de novembro de 2022 – Cine Teatro João Verde.

Extremo da seleção do Panamá a caminho do FC Famalicão

O panamiano Puma Rodríguez é forte hipótese para reforçar o plantel do FC Famalicão. A imprensa desportiva fala de uma certeza para um contrato de quatro anos. Também em Espanha é dada como garantida a transferência do extremo esquerdo de 24 anos, num negócio que envolve a partilha de passe com o Alavés, detentor dos direitos económicos.

José Luis Rodríguez jogou, na época passada, no Gijon, por empréstimo do Alavés, cumprindo 39 jogos, três golos e duas assistências na 2.ª Liga espanhola.

Puma Rodríguez, como é conhecido no Panamá, tem 39 internacionalizações e está no futebol europeu desde 2015, começando nos belgas do Gent, depois os croatas do Istra e os espanhóis do Alavés, Lugo e Gijón.

 

 

Famalicão: Equipas famalicenses já conhecem calendário da Divisão de Honra

Já está definido o calendário da primeira fase da Divisão de Honra da AF Braga, época 2022/2023.

Dividida em três séries, as equipas famalicenses fazem parte dos dois primeiros grupos. A competição começa no fim de semana de 17 e 18 de setembro e, na série A, Louro e Lousado medem forças logo na primeira jornada. A UD Calendário vai jogar ao reduto do Vila Chã e o Desportivo S. Cosme recebe o Viatodos.

Na série B, o Bairro e o vizinho Delães começam a jogar em casa, com o Caldelas e Esporões, respetivamente.

Da série A fazem, ainda parte, o Roriz, Pousa, Marca, S. Veríssimo e Ucha. Na B, Águias da Graça, Celeirós, Maximinense, Este, Pedralva, Ribeira Neiva e Sequeirense.

Famalicão: Centro de Competências para o setor das carnes tem as infraestruturas completas

Em setembro fica concluído o projeto de infraestruturas do Tecmeat – Centro de Competências do Agro-Alimentar para o Setor das Carnes, situado nas antigas instalações da Didáxis.

Financiado pelo Norte 2020, permitiu que este centro de competências se pudesse capacitar com um laboratório de microbiologia e uma unidade piloto que vão permitir o desenvolvimento de novos produtos e processos destinados ao setor agroalimentar, com foco particular na indústria das carnes.

Este projeto permitiu ainda desenhar um plano de formação para o setor das carnes e o desenvolvimento de um estudo de tendências e de inovação para o setor.

No âmbito da conclusão do projeto, está programada a realização de uma conferência internacional, direcionada para o setor das carnes, marcada para a última semana de setembro, com o objetivo de apresentar o Tecmeat e os trabalhos entretanto desenvolvidos.

Famalicão: Ao problema «ambiental gravíssimo», Mário Passos esclarece o PS sobre medidas tomadas

Na reunião do executivo municipal desta quinta-feira, o vereador socialista Eduardo Oliveira alertou que o sistema de abastecimento de água em Famalicão registou 38% de água perdida e não faturada no ano de 2020, segundo o Sistema Nacional de Informação de Indicadores de Perdas de Água. Em 2020, entraram no sistema de abastecimento 7,3 milhões de metros cúbicos de água, mas só foram faturados aos famalicenses 4,5 milhões de metros cúbicos, enquanto os restantes 2,7 milhões de metros cúbicos foram perdidos em fugas de água na rede e não foram, por isso, faturados.

Estes números foram revelados por Eduardo Oliveira, que considerou que este é «um problema ambiental gravíssimo, que coloca Famalicão no grupo dos municípios portugueses que mais água perde». Afirmando que «qualquer esforço na poupança da água é sempre de louvar», lamentou, porém, que a Câmara Municipal de Famalicão tenha «promovido uma campanha de notícias» a propósito «de uma poupança de 63 mil metros cúbicos de água resultante da suspensão da rega automática dos jardins e espaços verdes». Eduardo Oliveira fala de números «irrisórios», ao que o presidente da Câmara Municipal respondeu que foi dos primeiros autarcas nacionais a alertar para o problema da seca e, daí, o município ter avançado pela suspensão da rega automática. Sobre as perdas, Mário Passos sinalizou que o sistema está a ser digitalizado para detetar as fugas e que será melhorada a fiscalização para atuar sobre quem subtraia água da rede pública indevidamente.

Ainda nesta área, o vereador socialista vê «os espaços verdes da cidade e morrer por falta de água. É verdade que poupamos na água da rega, mas temos hoje uma Câmara Municipal que não cuida das árvores, dos espaços verdes e dos jardins da nossa cidade». Mário Passos informou Eduardo Oliveira que a desativação da rega automática não foi a única medida implementada, dando o exemplo da plantação de plantas com menos necessidade de rega, a utilização de água pluviais para rega, a ativação de poços, desativados há vários anos, para o mesmo efeito, e a construção de uma represa em Fradelos.

Tudo isto, «a par de uma forte campanha de sensibilização, junto dos famalicenses, para a poupança do consumo de água», relembrou Mário Passos.