Famalicão: Outeirense e Pedome vencem Taça Concelhia
A Outeirense venceu, este sábado, a Taça Concelhia sénior. Durante o tempo regulamentar manteve-se uma igualdade a um golo que perdurou durante o prolongamento. Nas grandes penalidades foi mais certeira que a Aderm, vencendo por 4-5.
Em veteranos, a AD Pedome levou a melhor, por 2-8, sobre o Covense. Assim, a formação de Pedome fez a dobradinha: campeonato e taça.

No pavilhão municipal foram, ainda, entregues os troféus aos vencedores dos campeonatos promovidos pela Associação de futebol de salão amador de Famalicão: Pedome, primeira divisão e veteranos; Requionenses, segunda divisão.
Ana Marinho é campeã nacional
A atleta da Escola de Atletismo Rosa Oliveira sagrou-se, este domingo, campeã nacional dos 3000 mil metros.
Ana Marinho conseguiu o feito nos nacionais juniores que estão a decorrer em Vagos. Nesta competição a EARO está representada com seis atletas, todos ainda do escalão juvenis.
Centro Social de Calendário festeja os 40 anos com a apresentação da nova imagem
O Centro Social de Calendário assinalou, este sábado, o seu 40º aniversário.
A cerimónia decorreu na presença dos responsáveis da instituição; do Arcebispo de Braga, D.José Cordeiro; do Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Mário Passos entre outros amigos e parceiros do centro.
Um dos pontos altos deste aniversário foi a apresentação da nova imagem corporativa. Num trabalho da Agência de Comunicação Desassossego, a nova imagem do Centro Social de Calendário é mais contemporânea, minimalista e atual.
Veja o vídeo:
Nas redes sociais, o Presidente da Câmara de Famalicão, felicitou a instituição pelo aniversário.
Governo decide hoje se prolonga situação de contingência
Portugal continental entrou em situação de contingência, segundo nível de resposta previsto na Lei de Bases da Proteção Civil, na passada segunda-feira e na quinta o Governo decidiu prolongar esta situação até domingo.
Hoje, o comandante da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) sublinhou que a situação dos incêndios no país “ainda é extrema”, pelo que “ainda está a ser avaliada” se será possível suspender no domingo a situação de contingência.
“Apesar da melhoria das condições meteorológicas, as condições ainda são extremas”, afirmou André Fernandes, num balanço feito na ANEPC, em Carnaxide, Oeiras.
O ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, explicou que, no domingo de manhã, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) vai fazer uma atualização de dados e uma avaliação do ponto de situação dos incêndios em Portugal, devendo depois acontecer uma reunião dos membros do Governo para determinar se o nível de contingência se deve manter ou recuar para a situação de alerta.
Antes de entrar na situação de contingência, Portugal continental esteve entre os dias 08 e 10 de julho em alerta, mas depois devido ao agravamento das condições meteorológicas o nível foi agravado.
A situação de contingência, de acordo com a Lei de Bases da Proteção Civil, é um nível intermédio entre a situação de alerta, o nível menos grave, e a situação de calamidade, o patamar mais elevado.
Na última semana, o país enfrentou temperaturas elevados e o dia mais quente foi na quarta-feira, em que quase todos os distritos estiveram sob aviso vermelho, o mais grave emitido pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Também foi na quarta-feira que a ANEPC registou o maior número de incêndios rurais este ano, num total de 193.
Os incêndios florestais consumiram este ano mais de 38 mil hectares, cerca de 25.000 dos quais na última semana, a maior área ardida desde 2017, segundos dados provisórios do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
Segundo o Sistema Europeu de Informação sobre Incêndios Florestais (EFFIS), Portugal é o terceiro país da União Europeia com maior área ardida este ano, sendo apenas superado pela Roménia (149.264 hectares) e por Espanha (92.502).
A situação de contingência é declarada quando, face à ocorrência ou iminência de acidente grave ou catástrofe, é reconhecida a necessidade de adotar medidas preventivas e ou especiais de reação não mobilizáveis no âmbito municipal.
Covid-19: Mortalidade em Portugal está em tendência decrescente
De acordo com o documento da Direção-Geral da Saúde (DGS) e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) hoje divulgado, a mortalidade específica por covid-19 está nos 24 óbitos a 14 dias por um milhão de habitantes.
Este valor está agora mais próximo do limiar de 20 óbitos definido pelo Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC), sendo significativamente inferior às 41 mortes por um milhão de habitantes registadas no final de maio em Portugal.
Já a mortalidade por todas as causas, na última semana encontrava-se acima do limite superior dos valores esperados para esta época do ano, o que indica um excesso de mortalidade por todas as causas, em parte associado à covid-19, refere o relatório.
Na quinta-feira, a DGS anunciou que Portugal registou um excesso de mortalidade entre 07 e 13 de julho correspondente a 238 óbitos, atribuídos à onda de calor que se verifica no continente nos últimos dias.
Quanto à ocupação hospitalar por casos de covid-19, a DGS e o INSA avançam que regista também uma tendência decrescente, com os 1.140 internados na segunda-feira a representarem uma redução de 6% em relação à semana anterior.
O documento refere ainda que o número de 57 doentes em cuidados intensivos corresponde a 22,4% do limiar definido como crítico de 255 camas ocupadas nessas unidades, quando na semana anterior era de 28,2%.
“O impacto na mortalidade geral está a diminuir. É expectável a manutenção da diminuição da procura de cuidados de saúde” devido à covid-19, prevê o relatório, que continua a recomendar a vigilância da situação epidemiológica, a vacinação de reforço e as medidas de proteção individual.
A DGS e o INSA referem também que a linhagem BA.5 da variante Ómicron, com maior capacidade de transmissão, é responsável por 92% das infeções registadas em Portugal e que a percentagem de testes positivos para o SARS-CoV-2 nos últimos sete dias foi de 35,1%, com tendência decrescente.
Desde 03 de março de 2020 e até à última segunda-feira, foram registados 5.265.951 casos em Portugal, 332.671 dos quais suspeitas de reinfeção, que representam 6,3% do total de casos.








