Porto: Despiste contra pilar deixa jovem de 24 anos em estado grave

Um jovem de 24 anos ficou, na manhã deste domingo, ferido com gravidade, depois da viatura onde seguia se ter despistado contra um pilar de um viaduto, na Rua Dr. Mário Cal Brandão, em Valongo.

De acordo com o jornal Correio da Manhã, o acidente deu-se cerca das 06h45.

Para o local foram acionados os Bombeiros de Valongo, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital de S. João e a SIV de Valongo.

O jovem acabou por ser encaminhado para o Hospital de S.João, no Porto.

Famalicão: Alugar casa é cada vez mais caro (aumento de 24% no terceiro trimestre deste ano)

Arrendar casa em Famalicão não tem sido uma tarefa fácil. A falta de imóveis e a elevada procura fizeram com que o valor das rendas disparasse.

De acordo com o Jornal de Notícias “os preços cresceram 24% no terceiro trimestre deste ano face ao anterior, a maior subida em termos nacionais, e 19% relativamente ao ano passado”.

Em declarações àquele diário, o Presidente da Câmara de Famalicão, Mário Passos, aponta como fatores responsáveis para este aumento de procura a industrialização do concelho, a criação de emprego de qualidade e ainda o facto de Famalicão estar geograficamente numa zona central.

Ainda segundo o edil, o aluguer de um apartamento T2 pode ir dos 600 aos 800 euros.

 

Falta de pessoal leva a demissão coletiva dos chefes de equipa de urgência do Hospital da Póvoa de Varzim

Os chefes de equipa de urgência do Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/Vila do Conde apresentaram, na sexta-feira, a demissão por “grave carência de recursos humanos médicos” neste serviço, avançou hoje o Sindicato Independente dos Médicos (SIM).

Em comunicado, o sindicato especificou que os médicos apresentaram a carta de demissão ao presidente do conselho de administração e ao diretor clínico, tendo a mesma sido assinada por todos os chefes de equipa, à exceção da diretora do serviço de urgência que também exerce funções de chefe de equipa.

“A demissão coletiva é motivada pela grave carência de recursos humanos médicos no serviço de urgência daquele centro hospitalar, que já não permite assegurar cuidados em segurança para os doentes”, referiu.

A título de exemplo, o SIM revelou que nas noites de 31 de dezembro de 2021 e 01 de janeiro de 2022 em vez de cinco médicos haverá apenas dois médicos.

Os cuidados que eram assegurados por dois médicos de medicina interna e três generalistas passam, agora, a ter de ser assegurados por apenas dois médicos de medicina interna, sublinhou.

“Isto inclui atender não só os doentes triados com vermelho e laranja, executar tarefas inerentes ao chefe de equipa e proceder a transportes de doentes críticos, como também atender todos os doentes da área médica triados com verde ou amarelo e apoio à área dedicada a doentes com covid-19 ou suspeitos de covid-19”, adiantou o sindicato.

A isto, acrescentou o SIM, nessas duas noites não haverá médicos de ginecologia/obstetrícia no serviço de urgência.

Esta situação é de “enorme gravidade” porque recorrem ao centro hospitalar grávidas e parturientes de todo o país, frisou, ressalvando não haver qualquer aviso às grávidas de que a urgência de obstetrícia está encerrada nessas noites.

O Sindicato Independente dos Médicos marcou já uma reunião com o Conselho de Administração, por solicitação deste, para abordarem esta questão.

Famalicão: Choque em cadeia na N206 em Pousada de Saramagos faz um ferido

A tarde deste sábado ficou marcada por um choque em cadeia, na N206, em Pousada de Saramagos, Vila Nova de Famalicão.

O acidente, a envolver três viaturas, na Avenida da Riopele, aconteceu cerca das 15h50 e para o socorro foram acionados os Bombeiros Voluntários Famalicenses.

Do sinistro resultou um ferido que, depois de assistido no local, foi transportado para a unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave.

A GNR tomou conta da ocorrência.

Erupção do vulcão de La Palma termina ao fim de mais de três meses

“Hoje a comissão científica pode afirmar […] que a erupção acabou”, anunciou o diretor do Plano de Emergência Vulcânica das Ilhas Canárias (Pevolca), Júlio Pérez, em conferência de imprensa.

O responsável assegurou que já “não há lava ou uma emissão significativa de gás”.

O vulcão Cumbre Vieja estava há 10 dias consecutivos sem sinais visíveis de atividade, período definido pelos especialistas científicos para confirmar o fim da erupção.

Os especialistas já avisaram que vão ser necessários vários anos para limpar e reconstruir os estragos provocados pela erupção, acrescentando que a área continuará a ser perigosa devido às emissões de gases tóxicos, à temperatura e ao risco de desabamento de terras.

De acordo com dados divulgados no final de novembro, a erupção aumentou em 43 hectares a ilha espanhola, com a criação de deltas de lava e fajãs que atingiram as águas do Atlântico.
Pelo menos, 2.651 casas foram destruídas pela lava.