Entre os concelhos vizinhos, Famalicão é o terceiro com mais casos por cem mil habitantes

Segundo o relatório da Direção-Geral da Saúde, emitido esta sexta-feira, referente à situação pandémica em todos os concelhos, apenas Braga (727) e Barcelos (431) registam um número de casos por cem mil habitantes superior ao de Vila Nova de Famalicão (423).

Ainda no que diz respeito aos concelhos vizinhos, Vila do Conde apresenta 368 casos por cem mil habitantes, Póvoa de Varzim regista 309 casos e Guimarães contabiliza 320. Trofa e Santo Tirso apresentam, respetivamente, 302 e 284 casos por cem mil habitantes.

Famalicão mantém tendência crescente de novos casos (423/100 mil)

Segundo o relatório da Direção-Geral da Saúde, emitido na tarde desta sexta-feira, o concelho apresenta atualmente 423 casos por cem mil habitantes.

Trata-se de um novo aumento de casos em Vila Nova de Famalicão, dado que no último relatório registava 360 casos por cem mil habitantes. Famalicão encontra-se na situação de risco elevado.

O relatório que foi divulgado esta sexta-feira reporta ao período de 2 a 15 de dezembro.

Famalicão: “Um animal não é um presente”, adote com responsabilidade

O município de Vila Nova de Famalicão está a desenvolver uma campanha de sensibilização para uma adoção responsável de animais de estimação. A iniciativa surge de modo a prevenir decisões impulsivas, que surgem por causa do Natal.

“Um animal não é um presente. Não adote por impulso” é a premissa da campanha. O projeto pretende que os cidadãos reflitam antes de adotarem um animal.

De acordo com a informação avançada pela Câmara Municipal, «oferecer um animal a um amigo ou familiar, como se fosse um presente de Natal, sem antes ter a certeza de que estes estão preparados para assumir essa responsabilidade, é desaconselhável. A adoção ou aquisição de animais de companhia “por impulso” é muito arriscado e contribui, muitas vezes, para o aumento dos casos de abandono e devolução de animais ao canil». «Ter um animal de estimação não é apenas um privilégio, é uma grande responsabilidade», explica a autarquia.

Famalicão: Colisão entre veículo ligeiro e motociclo provoca um ferido em Vermoim

O acidente entre um veículo ligeiro e um motociclo ocorreu na Avenida João XXI, em Vermoim. A colisão rodoviária provocou um ferido, que foi transportado para o hospital de Vila Nova de Famalicão.

O alerta para a colisão foi dado às 14h12 e no local esteve um veículo e dois elementos dos Bombeiros Voluntários Famalicenses, bem como a GNR, que tomou conta da ocorrência.

Ministro da Educação diz que números sobre falta de professores são alarmistas

O ministro da Educação disse hoje que os números sobre a falta de docentes nas escolas são “alarmistas”, referindo-se às críticas de que foi alvo, na quinta-feira, no debate político na comissão permanente, requerido pelo PSD.

“OS números que têm vindo para a praça pública, muitas vezes, são única e simplesmente alarmistas. Todas as semanas existem horários que vão a concurso. Mas é normal. Temos 122 mil professores. É normal que, todas as semanas, tenhamos um conjunto de professores que ou por baixa médica, baixa por parentalidade ou, por aposentação, tenham de sair do sistema por um período de tempo ou permanentemente”, afirmou em Viana do Castelo.

O governante, que falava aos jornalistas no final de uma visita à Escola Profissional e Artística do Alto Minho, onde funciona também a Academia de Música de Viana do Castelo, acrescentou que o Ministério da Educação, juntamente com as direções das escolas, cada vez que um determinado horário não é preenchido no concurso nacional, encontram solução” para resolver a situação.

“Este ano letivo tivemos mais de 500 turmas a receberem professores através do trabalho que a nossa ‘task force’ faz. Este trabalho mais refinado, junto das direções das escolas deu frutos. Para os arautos da desgraça quanto pior, pior. Para nós, quanto melhor, verdadeiramente melhor”, adiantou.

Tiago Brandão Rodrigues adiantou que o Ministério da Educação “tem o trabalho todo feito” para responder ao problema, mas que ficou “condicionado” pelo chumbo do Orçamento do Estado para 2022 e à convocação de eleições antecipadas a 30 de janeiro.

“Obviamente que isso necessita de negociação sindical. No atual panorama, a partir do momento em que o Orçamento de Estado não foi aprovado ficamos condicionados a que se faça essa negociação, mas o trabalho está todo feito. Em todo o caso, foram identificadas algumas necessidades de professores na zona da grande Lisboa e do Algarve”, apontou.

Tiago Brandão Rodrigues afirmou ainda que “durante muito tempo, quem governava entendeu que os professores estavam a mais” e referiu que “entre 2011 e 2015, foram gastos 200 milhões de euros em rescisões amigáveis com muitos milhares de professores”

“Em 2019, o líder da oposição, o presidente do PSD, disse que a administração pública tinha de sofrer um emagrecimento e que tínhamos muito mais professores do que os necessários. Sempre dissemos que é importante atrair professores e, por isso, mudámos um conjunto de regras e vinculámos 12 mil professores. Sabemos que um professor que está vinculado e que não está contratado tem muito maior probabilidade de continuar na carreira docente”, observou.