
Piloto Tiago Reis cumpre sonho de um fã muito particular


A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) iniciou hoje o protesto “excesso de prevenção”, que passa por privilegiar a pedagogia em detrimento das multas, como forma de exigirem o aumento do subsídio de risco.
“Como forma de luta e de protesto desafiamos os polícias a participarem na ação a que chamamos excesso de pedagogia e excesso de prevenção”, disse à Lusa o presidente da ASPP, Paulo Santos.
Durante este protesto, os polícias vão privilegiar na sua atividade diária de fiscalização e de patrulha a pedagogia e prevenção em vez das multas e das sanções.
Paulo Santos afirmou que esta ação será mais visível nas operações de trânsito e adiantou que não há data para este protesto terminar.
Em causa está o subsídio de risco que o Governo fixou em 100 euros e que se traduz num aumento de 69 euros e que vai começar a ser pago em 2022.
A ASPP, juntamente com a Associação dos Profissionais da Polícia (APG/GNR), exigem o pagamento faseado do subsídio de risco até 2024, defendendo que em janeiro de 2022 seja pago 200 euros, em 2023 aumente para 300 euros e que se fixe em 2024 nos 430 euros.
Dirigentes da ASPP e da APG vão também marcar presença hoje à tarde nas galerias da Assembleia da República para assistir à votação na generalidade da proposta do Governo do Orçamento do Estado para 2022.
O subsídio de risco é uma das principais e mais antiga reivindicação dos polícias e a atribuição deste suplemento estava prevista no Orçamento do Estado deste ano, numa decisão dos partidos da oposição e não do Governo.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) promove no dia 5 de novembro, às 11H05, a 9.ª edição do exercício de âmbito nacional para sensibilização para o Risco Sísmico, denominado A TERRA TREME (www.aterratreme.pt), medida prevista na Estratégia Nacional para uma Proteção Civil Preventiva.
É objetivo deste exercício capacitar a população para saber como agir em caso de sismo, sensibilizando o cidadão para o facto de viver numa sociedade de risco, e desafiando-o a envolver-se no processo de construção de comunidades mais seguras e resilientes.
Os 3 gestos BAIXAR, PROTEGER, AGUARDAR são a melhor resposta para proteção em caso de sismo.
A delegação Norte do 4.clube.portugal dos amantes do modelo 4 da Renault, carinhosamente conhecida como 4L, vão reunir no dia 7 de novembro, em Famalicão, num magusto que marcará os 60 anos deste icónico modelo. O ponto de encontro será às 9 horas na Central de Camionagem de Famalicão, seguidamente os participantes serão recebidos na Adega da Casa Agrícola de Compostela para uma visita guiada às vinhas e com uma prova de vinhos nas instalações.
Por volta do meio-dia, terá lugar no Parque de Merendas de Seide S. Miguel o almoço convívio em que cada participante deverá trazer o seu farnel.
Durante a tarde será feita uma visita à Casa Museu de Camilo Castelo Branco, depois as castanhas assadas e a exposição das viaturas no parque de estacionamento do Parque.
Inscrições até ao dia 3 de novembro para o seguinte número: 911 512 534 (Núcleo Norte – 4.clube.portugal)
O modelo surgiu, pela primeira vez, a 3 de agosto de 1961 e manteve-se em produção até 1992. Foram produzidas 8.135.424 milhões de unidades em 28 países (20 fábricas) espalhadas por 5 continentes.
O relatório diário da Direção-Geral da Saúde dá conta de um aumento casos nas últimas 24 horas. Há 965 novos casos e 3 mortes.
A região Norte contabiliza 247 novas infeções e um morto.
Os internamentos nas enfermarias sobem para 316 (mais 15) e em unidade de cuidados intensivos há 61 (mais 1).
Os alunos dos cursos de Eletrónica e de Instalações Elétricas da Escola Profissional CIOR também ensinam. Foi o que aconteceu no dia 22, no Mercado/Praça Municipal.
Um grupo de estudantes organizou um workshop para explicar como as pessoas podem detetar, corrigir e reparar pequenas avarias em eletrodomésticos.
A iniciativa enquadra-se no projeto “Praça Circular”, promovido pela Câmara Municipal de Famalicão e em curso de setembro a novembro, na Praça/Mercado Municipal.
«Para além de uma boa prática no âmbito da economia circular e da sustentabilidade ambiental, é gratificante ver alunos motivados a aplicar conhecimentos e competências adquiridos nas aulas e numa ação de sensibilização educativa amiga do ambiente e das pessoas», realçou o diretor de curso, Pedro Veloso.

