Famalicão: Homem atropelado em Pousada de Saramagos

Um homem com cerca de 60 anos foi, na tarde desta segunda-feira, atropelado na freguesia de Pousada de Saramagos, em Vila Nova de Famalicão.

O acidente aconteceu cerca das 14h40, na Avenida José Dias de Oliveira.

A vítima, colhida por um veículo ligeiro, foi assistida pelos Bombeiros Voluntários Famalicenses e transportado para a unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave.

Segundo fonte ligada ao socorro, o homem foi considerado ferido ligeiro.

Famalicão: Despiste seguido de colisão na N14 ao lado do E.Leclerc faz um ferido

Uma pessoa ficou ferida na sequência de um despiste seguido de colisão entre dois veículos, na N14, ao lado do E.Leclerc de Vila Nova de Famalicão.

O sinistro deu-se cerca das 22h20 e para o local foram acionados os bombeiros e a PSP.

Para além das viaturas diretamente envolvidas no acidente, há existência de outros veículos com danos.

Segundo os soldados da paz, o ferido não inspira cuidados de maior.

Famalicão: Universidade Lusíada dinamiza ação na D. Sancho I

Pedro Reis e Liliana Silva, da Universidade Lusíada- pólo de V. N. Famalicão, estiveram recentemente na Secundária D. Sancho I, a convite do Gabinete do Emprego e Empreendedorismo, para a dinamização de uma sessão de sensibilização para os Projetos de Aptidão Profissional dos alunos do 3º ano do curso de Técnico de Eletrotecnia.

Acompanhado pelos professores orientadores, o docente universitário ouviu as explanações dos projetos de cada grupo de alunos, analisou a forma de desenvolvimento e sugeriu melhoramentos ou outras formas de abordagem aos referidos trabalhos.

A responsável pelo Gabinete do Emprego e Empreendedorismo aproveitou a presença de Liliana Silva para definir novas formas de cooperação e dinamização de atividades entre as duas instituições, por forma a reforçar esta parceria que se estende há vários anos.

Famalicão: Formação para saber “mexer” na Internet

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão associou-se ao Programa EUSOUDIGITAL, iniciativa inscrita no Plano de Ação de Transição Digital que tem como objetivo promover a literacia digital de um milhão de adultos em Portugal até ao final de 2023.

Quem não souber ainda “mexer” na Internet vai ter oportunidade de participar nas duas sessões programas para realizar a ação de capacitação sobre como dar os primeiros passos na internet. Estas sessões vão ter lugar, no dia 4 de novembro, no Centro de Investigação, Inovação e Ensino Superior (CIIES), em Vale S. Cosme. A sessão manhã decorre das 10h30 às 12h30, e a sessão tarde, das 15h15 às 17h15.

Os interessados nesta formação gratuita devem inscrever-se, através do contacto telefónico: 252320931 ou na sua Junta de Freguesia, indicando a disponibilidade para frequentar a sessão da manhã ou a sessão da tarde.

O programa procura, também, voluntários que se tornem mentores desta formação e aceitem ajudar a sua comunidade partilhando os conhecimentos que já têm. Os mentores, que podem ser os mesmos nas duas sessões, devem ter mais de 18 anos com conhecimentos/utilização digital, e podem também inscrever-se como voluntários na plataforma https://www.eusoudigital.pt/pt/voluntarios/ e fazer a formação de mentores.

Os mentores devem fazer-se acompanhar do Cartão de Cidadão no dia 4 de novembro, no local do evento. Inscrições através do link, até ao próximo dia 26 de outubro:

Diretor da PSP alerta para aumento de crimes cada vez mais violentos

Em declarações à agência Lusa, Magina da Silva disse que os números da criminalidade violenta e grave “não parecem, na sua perspetiva global, estarem a subir” em relação aos anos anteriores da pandemia de covid-19, mas “a intensidade da violência usada para cometer os crimes violentos e graves tem aumentado”.

O diretor nacional da Polícia de Segurança Pública sustentou que este aumento da violência é uma constatação.

“O volume da criminalidade não será superior aos anos pré-pandemia, mas sentimos que por parte de quem comete os crimes associados à criminalidade violenta e grave os comete com uma intensidade de violência que nos parece ser mais intensa do que anos anteriores”, precisou Magina da Silva.

O responsável deu conta que há um uso “muito recorrente” a armas brancas e de alguma força quando não são usadas armas, tendo esta “violência capacidade para ferir gravemente”.

O diretor nacional da PSP frisou que os níveis de criminalidade, como também a sinistralidade rodoviária, foram “naturalmente subindo” com o avançar do desconfinamento devido ao regresso da normalidade, mas para patamares idênticos aos registados antes da pandemia.

Magina da Silva disse também que a PSP reforçou o policiamento nos locais de concentração de pessoas e onde podem ocorrer mais crimes.

No entanto, alertou que “não é possível ter a PSP a toda a hora, em todo o lado e em todas as esquinas”.

Nesse sentido, manifestou “muito confiança” na proposta do Governo que regula a utilização de sistemas de vigilância por câmaras de vídeo pelas forças e serviços e que está neste momento em discussão na Assembleia da República.

Magina da Silva destacou esta proposta não pela questão do uso de ‘bodycams’ pelas polícias, mas sim pela videovigilância, considerando tratar-se de uma ferramenta muito útil para o trabalho das forças de segurança.

“É importante não perder esta oportunidade legislativa para se poder fornecer às polícias esta ferramenta fundamental que serve não só para a prevenção, como para a repressão criminal e identificação de criminosos”, sustentou.

O diretor nacional da PSP avançou também como um ponto importante na videovigilância “a reação em tempo real que as polícias podem ter para ocorrências em curso ou em pré-curso para rapidamente se conseguir detetá-las e ativar os meios necessários para prevenir ou evitar que escalem”.

O responsável esclareceu também que a videovigilância “não deve ser de maneira nenhuma encarada como uma ferramenta ‘big brother’”, frisando que se trata de espaços públicos e que os dados gravados são devidamente preservados.

“Não podemos ter um polícia em cada esquina, mas podemos ter um polícia a olhar para várias câmaras que estão em várias esquinas, multiplicando a capacidade das forças e serviços de segurança”, disse, lamentando que atualmente “qualquer cidadão pode filmar tudo com o seu telemóvel”, mas “os polícias não podem”.

A proposta do Governo que regula a utilização de sistemas de vigilância por câmaras de vídeo pelas forças e serviços de segurança prevê o alargamento do uso destas tecnologias pelas polícias, passando a ser permitido as ‘bodycams’ pelos elementos da PSP e da GNR, ‘drones’ e várias câmaras de vídeo no apoio à atividade policial e no controlo de tráfego na circulação rodoviária, marítima e fluvial, circulação de pessoas nas fronteiras e em operações de busca e salvamento.

O diretor nacional da PSP falou à agência Lusa no final da tomada de posse dos novos comandantes dos comandos distritais da PSP de Leiria, Santarém e Setúbal, numa cerimónia que decorreu na direção nacional da Polícia de Segurança Pública.