F.C.Famalicão fecha o campeonato com manutenção no bolso e uma derrota em Moreira de Cónegos

O Futebol Clube de Famalicão terminou o campeonato com uma derrota que nada prejudicou as contas de Ivo Vieira, uma vez que os famalicenses já haviam garantido a manutenção em jornadas anteriores.

A partida, frente ao Moreirense, em Moreira de Cónegos, contou com golos de Pires (x2) e Walterson, tendo terminado com um 3 – 0.

O Famalicão chegou assim ao fim da temporada 2020/2021 com 40 pontos. Alcançou o 9º lugar da classificação.

 

 

Famalicão: Arnoso inaugura novas instalações da Junta e Espaço Cidadão

A inauguração das novas instalações da Junta de Freguesia e Espaço Cidadão da União de Freguesias de Arnoso (Santa Maria e Santa Eulália) e Sezures decorre na tarde de domingo, a partir das 15 horas.

O edifício de Arnoso Santa Maria beneficiou de obras de melhoramento e de adaptação dos espaços, que contaram com um apoio municipal de 42 mil euros.

A sessão, que conta com a presença do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, do vereador que tutela as freguesias, Mário Passos, e de autarcas locais, começa com o descerrar de uma placa alusiva e a bênção do espaço, pelo pároco local. Segue-se, uma homenagem aos antigos e atuais presidentes da Junta e Assembleia de Freguesia.

Clara de Sousa na Confeitaria / Pastelaria Moura de Santo Tirso

A Confeitaria Pastelaria Moura de Santo Tirso convidou a jornalista da SIC Clara de Sousa, para a mesa redonda “Um Jesuíta Com…”

Habituados a ver a Clara de Sousa atrás das câmaras de televisão, vai poder vê-la e ouvi-la a falar da sua vida pessoal e profissional.

Esta 3.ª edição do evento “Um jesuíta com…” está marcada para o dia 22 de maio, este sábado, às 21h30, na esplanada da confeitaria, que fica na Rua Sousa Trepa, n.º 56, 4780-554, na cidade de Santo Tirso.

Para cumprir as normas da DGS é obrigatório o controlo de entradas. É obrigatório confirmar a presença, pelo email: umjesuitacom@gmail.com. É obrigatório o uso de máscara e cumprimento do distanciamento social.

Miguel Campos de regresso às provas do Mundial no Rali de Portugal

Miguel Campos, ex-campeão nacional de ralis, regressa às provas do campeonato do mundo, desta vez a pontuar para a Peugeot Rally Cup Ibérica. «Estou muito contente por voltar às provas do WRC», confessa o piloto.

O Vodafone Rally de Portugal disputa-se entre 20 e 23 de maio e é a 4ª prova do WRC 2021 e a 2ª pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis e para a Peugeot Rally Ibérica.
«Penso que nesta prova vamos estar mais fortes, até porque na primeira prova tivemos que nos adaptar ao Peugeot, pois já não conduzia um carro de tração dianteira em Ralis de Terra desde o Rali dos Açores de 2005 aos comandos do Peugeot 206 S1600», afirmou Miguel Campos.

O piloto está muito satisfeito com o traçado do rali e espera uma prova muito competitiva. «Gosto muito das especiais, embora quando nós passarmos vão estar completamente destruídas».

A estratégia está montada: «vamos entrar na prova ao ataque, mas sempre com alguma margem de segurança, pois este carro não é um R5, mas uma tração dianteira, ou seja, mais frágil. Espero poder brindar com o público que me acompanha com um bom resultado», confia Miguel Campos.

Governo promete redução de 50% nas portagens das ex-SCUT já para julho

A ministra da Coesão Territorial comprometeu-se esta quarta-feira, no parlamento, com o cumprimento da lei do Orçamento do Estado para que a redução de 50% das portagens nas ex-SCUT seja aplicada a partir de 1 de julho deste ano.

“O Governo vai cumprir a lei, portanto estamos, neste momento, a trabalhar no sentido da solução”, afirmou Ana Abrunhosa, numa audição regimental na comissão parlamentar de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, na Assembleia da República, em Lisboa.

O tema da redução das portagens surgiu pela voz do deputado do PSD Cristóvão Norte, mas foi abordado pelos restantes grupos parlamentares que participaram na audição, nomeadamente pelos deputados do PS, do BE e do PCP.

“Sempre fui uma defensora da redução das portagens, mas também sempre defendi que tinha de ser uma redução gradual, porque os impactos são elevados”, declarou a ministra da Coesão Territorial, lembrando que a redução já implementada de 25% a partir do 8.º dia de utilização (num mês) teve, em pleno período de pandemia, um impacto nas Infraestruturas de Portugal (IP) de 2,6 milhões de euros.

Em resposta a Cristóvão Norte, Ana Abrunhosa reiterou que a redução de 50% das portagens nas ex-SCUT (vias sem custos para o utilizador), proposta pelo PSD e aprovada no âmbito do Orçamento do Estado para 2021, foi considerada constitucional, pelo que “o Governo cumpre a lei”.

Indicando que a medida não estava prevista nos planos do Governo, a ministra disse que a sua aplicação tem “uma consequência financeira extremamente elevada sobre o orçamento da IP”, reforçando que tal não estava previsto nem no orçamento desta empresa, nem no orçamento do Ministério das Infraestruturas e da Habitação, pelo que “agora têm de acomodar estes impactos”.

O Governo, em particular o Ministério das Infraestruturas e da Habitação e o Ministério das Finanças, com o acompanhamento do Ministério da Coesão Territorial, está a estudar o processo de implementação desta medida.

“A partir do momento que a consideramos constitucional, temos de encontrar uma maneira de a implementar”, frisou a titular da pasta da Coesão Territorial, explicando que a redução de 50% das portagens nas ex-SCUT também “implica questões contratuais complexas” com as concessões e as subconcessões, com quem é preciso “negociar equilíbrios financeiros”.

Da bancada do PS, o deputado Hugo Costa sublinhou a importância da redução das portagens, sobretudo para os territórios do interior, lembrando que estas taxas nas antigas SCUT foram aplicadas por decisão do PSD, na defesa do princípio de utilizador-pagador.

Para a deputada do BE Isabel Pires, o problema de fundo tem a ver com o modelo de concessões de parcerias público-privadas (PPP) rodoviárias, que “é preciso reformular”, porque “é altamente prejudicial para o Estado, mas acima de tudo é prejudicial para as populações”.

Com propostas já apresentadas para acabar com as PPP rodoviárias e abolir as portagens, o deputado do PCP Bruno Dias perguntou pelas soluções que estão a ser estudadas para a aplicação da redução de 50% nas ex-SCUT.

As diferentes soluções “andam à volta de saber onde é que compensamos, ou seja, se há aqui uma quebra de receita, onde é que compensamos esta quebra de receita, se é possível fazê-lo dentro do Ministério das Infraestruturas e da Habitação ou se teremos de fazer uma gestão mais ampla destas compensações”, adiantou a governante.

Segundo a ministra da Coesão Territorial, grande parte das concessões terminam em 2023, portanto “será uma boa altura para rever os contratos e para os analisar”.

Ana Abrunhosa referiu ainda que “Espanha vai aumentar as portagens no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), portanto não é bem líquido que a redução das portagens seja uma tendência internacional, pelo contrário”. Ainda assim, considerou, em Portugal é preciso continuar a reduzir as portagens no interior.

“O nosso objetivo é procurar reduzir as portagens nas ex-SCUT e a nossa grande prioridade são os territórios do interior”, frisou.

Em causa estão os descontos na cobrança de taxas de portagem, inscritos na lei do Orçamento do Estado para 2021, após proposta do PSD, que prevê uma redução em 50% para todos os veículos de combustão e em 75% para os veículos elétricos e não poluentes, a partir de 01 de julho, aplicável a todos os lanços e sublanços das autoestradas A22, A23, A24 e A25 e na concessões da Costa de Prata, do Grande Porto e do Norte Litoral.

Por decisão do Governo, outros descontos de portagens nas antigas SCUT e autoestradas do interior entraram em vigor em 11 de janeiro deste ano, com reduções entre os 25% e os 55%, consoante a classe do veículo e o período diurno ou noturno, em determinados lanços da A22 – Algarve; A23 – IP; A23 – Beira Interior; A24 – Interior Norte; A25 – Beiras Litoral e Alta; A28 – Norte Litoral; A4 – Subconcessão AE transmontana; A4 – Túnel do Marão; A13 e A13-1 – Subconcessão do Pinhal Interior.