PSP pede contenção em eventuais festejos na última jornada da Liga NOS

Disputa-se, esta quarta-feira, a última jornada da Liga NOS e como ainda há algumas situações por definir (manutenção e competições europeias) que podem levar a festejos efusivos, o Comando Distrital da PSP apela à contenção.
A PSP pede responsabilidade, que se evitem grandes aglomerações, o uso permanente de máscara, que não sejam usados artigo pirotécnicos e que colaborem com a Polícia.
Recorde-se que o FC Famalicão joga em Moreira de Cónegos e, tal como o Moreirense, espreita a possibilidade de entrar num lugar europeu. Para que tal seja possível, tem de vencer e esperar que Vitória SC e Santa Clara percam os seus jogos.

Famalicão: Cortes no abastecimento de água em diversas freguesias

A Câmara Municipal informa que estão previstos cortes de água em diversas freguesias do concelho devido a obras de melhoria no sistema de abastecimento.

As interrupções podem acontecer esta quarta-feira, depois das 14 horas, nas freguesias de Ruivães, Bente e Landim. A duração prevista é de quatro horas.

Entre as 20 horas do dia 26 e as 08h00 do dia 27 haverá interrupções em Requião, Gavião, Calendário, Abade de Vermoim, Antas e Vila Nova de Famalicão.

Estas interrupções fazem parte do projeto co-financiado pelo programa POSEUR, Portugal 2020.

Famalicão: Museu da Guerra Colonial tem novo horário

O Museu da Guerra Colonial, situado em Ribeirão, no Lago Discount, tem um novo horário de funcionamento.

O espaço passa a estar aberto ao público de terça a sexta, entre as 10h00 e as 17h30, aos sábados, das 14h30 à 17h30, aos domingos sob marcação, encerrando às segundas e feriados nacionais, no sábado de Páscoa e nos dias 24 e 31 de dezembro.
O Museu da Guerra Colonial foi inaugurado a 23 de abril de 1999, através de uma parceria entre o Município de Famalicão, a Associação Dos Deficientes das Forças Armadas e a ALFACOOP (Externato Infante D. Henrique de Ruilhe). Em 2012 foi transferido para as suas atuais instalações.
A exposição permanente retrata o itinerário do combatente português nas três frentes da Guerra Colonial, na qual Portugal se envolveu entre 1961 e 1974, transmitindo ao visitante um real conhecimento sobre este período da História de Portugal, contado por quem a viveu e sentiu na primeira pessoa.

Famalicão: AML candidata-se ao Programa Pares para criar apartamentos T0

A AML – Associação de Moradores das Lameiras aprovou, no dia 17, por unanimidade, o relatório de atividades e as contas do exercício do ano de 2020, no valor de um milhão, setecentos e oitenta e seis mil euros.
O presidente da direção, Jorge Faria, confessou ter passado por uma das piores experiências enquanto dirigente devido à pandemia. Apesar do Centro Social não ter tido nenhum surto, admite que «foram tempos difíceis de gerir» e considera que as críticas apontadas ao setor social, em específico às IPSS, não foram justas.
Não é o que se passa no interior da instituição, uma vez que o trabalho desenvolvido pela direção, nos últimos quatro anos, foi reconhecido com um voto de louvor.
Jorge Faria recordou que esta situação pandémica inesperada obrigou toda a instituição a reajustar-se e adaptar-se, mas manteve todos os seus serviços em funcionamento à exceção do centro de dia, tendo passado a centro de dia domiciliado.
Na impossibilidade das crianças estarem fisicamente presentes, em vários períodos do ano, a AML foi a casa delas e adaptou, criou e organizou atividades de modo a concretizar o plano de ação e assegurar o bem-estar de todos.
O dirigente destacou ainda a candidatura ao PARES para a criação de apartamentos T0 para idosos no edifício das Lameiras, e salientou o trabalho realizado pelo setor de ação social que apoiou diariamente dezenas de famílias nas freguesias de Antas e de Calendário, e a nível nacional no âmbito da Casa de Abrigo. Segundo o responsável da AML, o setor de apoio a idosos cumpriu também uma «caminhada estoica» junto dos residentes da resposta de ERPI, de SAD e do centro de dia domiciliado, não tendo havido nenhum surto de Covid- 19 junto desta população.
A finalizar, Jorge Faria salientou que «o futuro ainda é imprevisível e certamente muito complexo para as instituições como a AML. Por isso, haverá, certamente, desafios que terão de ser enfrentados com a coragem, a resiliência e a sintonia, entre todos»