Covid-19: Tem menos de 65 anos e não é doente de risco? Saiba quando deve ser vacinado

O Jornal Público elaborou uma tabela com as previsões do governo para a vacinação em massa contra a Covid-19.

Segundo a previsão dos especialistas, que estão a trabalhar em articulação com a taskforce, até setembro de 2021 haverá 70% da população vacinada.

De acordo com o quadro divulgado, as pessoas até aos 30 anos ainda não têm uma data definitiva até à qual poderão ser vacinadas. Já as que têm entre 40 e 49 anos, por exemplo, serão vacinadas a partir de agosto.

Censos 2021: Responder é obrigatório e o prazo termina na segunda-feira

Arrancou a 19 de Abril e termina na próxima segunda-feira, dia 3 de Maio, o processo de resposta aos Censos 2021.

Os Censos permitem analisar as condições de vida da população portuguesa e conhecê-la melhor. O estudo é feito de 10 em 10 anos.

censos2021.ine.pt é o site onde os portugueses devem colocar os códigos que receberam em casa para conseguirem aceder ao questionário.

Quem não responder, ou não colaborar com o processo, pode ser multado. As coimas variam entre 250 e 25 mil euros, para pessoas singulares, e entre 500 e 50 mil euros, para pessoas coletivas.

Doentes com sintomas de enfarte demoraram mais tempo a pedir ajuda em 2020

As pessoas com sintomas de enfarte pediram ajuda mais tarde em 2020 e o tempo que levou entre a chamada de emergência e o doente ser assistido no hospital aumentou quase 20 minutos, segundo dados hoje divulgados.

Os dados, que serão apresentados este fim de semana no Congresso da Sociedade Portuguesa de Cardiologia e que analisaram o impacto da pandemia de covid-19 na Via Verde Coronária, indicam que em maio de 2016 o doente demorava 100 minutos a chamar os meios de emergência e entre março e maio do ano passado esse intervalo passou para duas horas (120 minutos).

“Os dados mostram que a perceção que tínhamos de que os doentes estavam a vir mais tarde, e em piores condições, se confirma”, disse o cardiologista Hélder Pereira, que falou à Lusa na véspera de apresentar os dados e no arranque no Mês do Coração, que se assinala sempre em maio.

O especialista, diretor do Serviço de Cardiologia do Hospital Garcia de Orta, em Almada, que faz igualmente parte do movimento Stent For Life, que visa salvar vidas através da melhoria do tratamento às vítimas de enfarte, explicou que os dados foram recolhidos junto dos centros onde se realiza angioplastia primária (para desbloquear artérias).

Depois de em 2011 a Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular (APIC) e a Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) terem integrado a iniciativa Stent for Life, todos os anos em maio (até 2016) foram medidos estes e outros indicadores para perceber a evolução da assistência ao doente nestas circunstâncias.

Segundo contou à Lusa, no mês de maio de 2016, o tempo entre o doente pedir ajuda e estar a ser intervencionado (artéria aberta/desentupida por angioplastia primária) era de 134 minutos e, no ano passado (março/maio), passou para 151 minutos.

“Claro que isto tem consequências: quanto mais tarde se trata o doente maior é a mortalidade e morbilidade no enfarte”, sublinhou.

Helder Pereira explicou ainda que os dados da APIC e a Associação de Intervenção Cardiovascular da SPC, com base no registo nacional, apontam para uma redução de 25% de doentes tratados no período da pandemia do ano passado, comparando com o período homólogo.

O especialista disse que a redução de doentes com a pandemia aconteceu em todo mundo, citando dados da iniciativa Stent for Life, que está presente em vários continentes.

Hélder Pereira sublinhou a importância de o doente pedir ajuda o mais cedo possível, lembrando que quando a artéria é desentupida durante a primeira hora (a chamada Golden Hour) “o músculo cardíaco recupera completamente”.

O diretor do Serviço de Cardiologia do Hospital Garcia de Orta disse ainda que continua a receber doentes que chegam tardiamente e “com muito mais complicações”.

“Antes da angioplastia primária era frequente os doentes chegarem com choque cardiogénico, que é uma forma já extrema de evolução do enfarte, e isso agora tem acontecido. Há doentes que chegam ao fim de dois a três dias do enfarte. Claro que, depois, os resultados são incomparavelmente piores do que se o doente chegar mais cedo”, explicou.

Para melhorar os resultados, o cardiologista sublinhou a importância de o doente, em vez de ir pelos seus próprios meios, recorrer aos meios de emergência quando sente dor forte, ou um aperto no peito, que pode irradiar para o pescoço, membros superiores ou para o dorso.

Aliás, dados recolhidos neste trabalho indicam que o doente que vai pelos seus próprios meios demora em média 102 minutos a ser assistido, enquanto se chamar os meios de emergência médica esse tempo reduz para 50 minutos.

“É preciso que o doente não hesite e chame logo os meios de emergência e tenha confiança no sistema. Os circuitos estão separados e um atraso em casos de enfarte faz toda a diferença”, acrescentou o especialista.

Sismo registado em Famalicão esta madrugada

A terra tremeu em Vila Nova de Famalicão. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera registou um sismo no concelho famalicense esta madrugada.

O abalo ocorreu às 06:27, a uma profundidade de nove quilómetros abaixo da terra, com epicentro na freguesia de S.Miguel de Seide.

Foi considerado um sismo de baixa intensidade (1.5)

Não há registo que esta situação tenha provocado feridos ou danos materiais.

Paulo Cunha visita obras da futura Loja do Cidadão de Famalicão

O Presidente da Câmara Municipal de Famalicão visitou, esta sexta-feira, as obras da futura loja do cidadão do concelho.

Paulo Cunha fez-se acompanhar do vereador Mário Passos e alguns representantes dos organismos que vão marcar presença naquele espaço.

Recorde-se que para estas obras a Câmara contraiu um empréstimo no valor de 983.780,54 euros, que corresponde a 80% do valor da empreitada.

O espaço, onde era o antigo supermercado Inô, está arrendado pelo Município de Famalicão desde 2015 e as obras deverão ficar concluídas ainda este ano.

Famalicão perde no Dragão ( 3 – 2 )

O Futebol Clube de Famalicão foi derrotado pelo Futebol Clube do Porto, na noite desta sexta-feira, em jogo da jornada 30 da Liga NOS.

O marcador foi inaugurado pelos portistas, ao minuto 15, com um golo protagonizado por Toni Martínez.

O Futebol Clube de Famalicão, ainda antes do intervalo, consegue o empate, com golo marcado por Ivo Rodrigues.

Na segunda metade do encontro, e depois de dois golos do Porto, o Famalicão conseguiu aproximar-se dos azuis e brancos com mais um golo ao cair do pano, por intermédio de Anderson.

O resultado final foi 3 – 2.