Faleceu Sócio Fundador do Clube Desportivo de Lousado

Manuel Eduardo Fonseca Ferreira, sócio fundador do Clube Desportivo de Lousado, faleceu esta sexta-feira.

Em publicação na rede social facebook, a direção do clube fala de “um dia de profunda tristeza para toda a família do CD Lousado e para todos aqueles que com ele privaram”.

O clube apresenta as sentidas condolências aos familiares e amigos de Manuel Eduardo Fonseca Ferreira e dá conta de que as celebrações fúnebres decorrem este sábado pelas 15h00 na Igreja Paroquial de Lousado.

As cerimónias estão restritas aos familiares diretos por força dos constrangimentos determinados pela pandemia de Covid-19.

Famalicão: Didáxis empresta equipamentos informáticos a alunos

Depois de retomado, no início do mês, o ensino à distância, a Didáxis procedeu, novamente, ao empréstimo de equipamentos informáticos aos alunos carenciados a este nível.

Com a ajuda da Câmara Municipal de Famalicão também foram distribuídos hotspots pelos alunos que não têm Internet nas suas casas.

Deste modo, a direção do estabelecimento de ensino de Riba de Ave pretende criar igualdade de oportunidades neste contexto de ensino à distância, salvaguardando os interesses formativos e educativos de todos os alunos.

Famalicão: Alteração ao trânsito no sentido Rotunda 1.º de Maio à estação da CP

Desde esta sexta-feira que a circulação após a Rotunda 1.º de Maio em direção à Estação da CP procede-se pela via da esquerda. Esta alteração vai manter-se por três semanas e resulta das obras de construção da Rede Urbana Pedonal e Ciclável de Vila Nova de Famalicão.

A circulação no sentido contrário (Estação CP- Parque 1.º de Maio/Avenida 25 de Abril) continuará a ser feita pela Rua Barão da Trovisqueira.

Menos 11,4 milhões de consultas presenciais nos centros de saúde

No ano passado houve menos 11,4 milhões de contactos presenciais médicos e de enfermagem nos centros de saúde do que em 2019. Os dados são avançados pelo Movimento Saúde em Dia, iniciativa criada pela Ordem dos Médicos e pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, que foram analisados a partir dos números oficiais do Portal da Transparência do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Nos cuidados de saúde primários, a redução de consultas médicas presenciais foi de 38%, enquanto nos contactos presenciais de enfermagem a quebra foi de 18%. Já os contactos médicos não presenciais duplicaram de 2019 para 2020: de 9,1 milhões para 18,5 milhões

A análise feita pela consultora MOAI para o Movimento Saúde em Dia assinala que em 2020 houve, em termos absolutos, menos 7,8 milhões de consultas médicas presenciais nos centros de saúde e uma diminuição de 3,6 milhões nos contactos presenciais de enfermagem.

Esta quebra acentuada de cuidados médicos presenciais sentiu-se também a nível hospitalar, com menos 3,4 milhões de contactos em 2020, entre consultas, cirurgias e urgências.

Os episódios de urgência reduziram-se 31%, as consultas externas tiveram uma diminuição de 11% e as cirurgias de 18%.

Nos meios complementares de diagnóstico e terapêutica, cujos dados só estão disponíveis até final de novembro de 2020, foram realizados em 2020 menos um quarto dos exames e análises. A redução em números absolutos de meios complementares é impressionante: menos 25 milhões de atos realizados. Só na Medicina Física e de Reabilitação, foram feitos menos 12,4 milhões de atos do que em 2019.

Os rastreios a doenças oncológicas foram também afetada. Em 2020, há mais 169 mil mulheres com rastreio ao cancro da mama por realizar, mais 140 mil mulheres com o rastreio ao cancro do colo do útero por realizar, e mais 125 mil portugueses sem rastreio ao cancro do cólon e reto.

A análise destes dados foi feita pela MOAI Consulting para o Movimento Saúde em Dia, através de dados recolhidos no Portal da Transparência do Serviço Nacional de Saúde (SNS), comparando todos os doze meses de 2020 com os de 2019.

O Movimento pode ser acompanhado em www.saudeemdia.pt.

Escassez de vacinas Covid tira forças de segurança e bombeiros das prioridades

As forças de segurança e bombeiros vão deixar de estar entre os prioritários devido à escassez de vacinas. A informação é avançada pelo Expresso que cita o novo coordenador da ‘task force’, Henrique Gouveia e Melo.

A escassez de vacinas determinou a alteração do plano da vacinação, adiando a vacinação às Forças Armadas e forças de segurança, bombeiros, elementos de órgãos de soberania, e mesmo médicos que não estejam na linha da frente.

Grande parte das vacinas disponíveis serão administradas a pessoas com 80 ou mais anos e entre os 50 e os 79 anos com uma das doenças de maior risco para a covid-19 (cardíaca, coronária, renal e respiratória grave).