Famalicão: Assembleia Municipal reúne no dia 29 de janeiro em versão online

Há uma reunião extraordinária da Assembleia Municipal marcada para o dia 29 de janeiro, pelas 21 horas, em versão online, devido aos constrangimentos da covid-19.

Por ser extraordinária não haverá período antes da ordem do dia. Da ordem de trabalhos fazem parte o concurso para a requalificação da Escola Básica de Ribeirão; o apoio para obras na sede da Junta de Freguesia de Arnoso e Sezures; aprovação da delimitação da área de reabilitação urbana para os centros de Riba de Ave e Oliveira S. Mateus. Serão também analisadas diversas propostas de adjudicação de espaços no novo Mercado Municipal.

 

Ensino: Sindicato convoca greve de professores

O Sindicato de Todos os Professores (S.T.O.P) convocou uma greve geral para o dia 1 de fevereiro, no sentido de pressionar o Governo a fechar todos os estabelecimentos de ensino.

«Tendo em consideração a situação de emergência nacional (com risco do sistema nacional de saúde entrar em colapso) e face à atitude irresponsável do governo em manter as escolas abertas (ao contrário do que a esmagadora maioria dos médicos e cientistas defende), o S.TO.P. convocou greve para pressionar o governo a mudar relativamente às escolas», afirma o coordenador do S.T.O.P., em comunicado.

O coordenador adianta que optou pela greve porque «fizemos várias diligências para pressionar o Governo a fechar as escolas, mas nada resultou, já vimos que isto não vai lá com queixas», afirmou.

Covid-19: Instituto apela à dádiva de sangue

Numa nota enviada às redações, o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) alerta para o facto de os meses de janeiro e fevereiro serem “particularmente exigentes para a manutenção das reservas de sangue em níveis confortáveis”, devido ao frio e às constipações, sublinhando que, este ano, a situação é agravada pela pandemia de covid-19, as medidas de confinamento e as regras para garantir a segurança para dadores e profissionais.

Segundo os dados do IPST, à data de 19 de janeiro, do grupo sanguíneo “A positivo”, o mais prevalente na população portuguesa, há reserva para quatro dias, e do “O negativo” (dador universal) e “B negativo” existe reserva para cinco dias.

“No entanto, a reserva estratégica nacional, que considera também as reservas existentes nos hospitais, é de 12 a 35 dias, consoante os grupos sanguíneos. Apesar da suspensão da atividade programada não urgente em alguns Hospitais, a necessidade diária de componentes sanguíneos mantém-se”, frisa o IPST.

O instituto pede que se dê sangue, relembrando que “mesmo em tempos de pandemia é possível continuar a ajudar a salvar vidas, já que nos locais de colheita foram reforçadas todas as medidas para que o ato se efetue com segurança” e as deslocação para efeitos de dádiva são permitidas pelas autoridades.

Para ser dador de sangue, basta ter entre 18 e 65 anos (o limite de idade para a primeira dádiva é os 60 anos), ter peso igual ou superior a 50 quilos e ter hábitos de vida saudável.

Na terça-feira, a Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue (Fepodabes) tinha apelado à dádiva de sangue, alertando que diversos grupos sanguíneos apresentam reservas nacionais inferiores a sete dias.

“As reservas nacionais de sangue apresentam neste momento níveis preocupantes em diversos grupos sanguíneos. Mesmo em pandemia os hospitais continuam a necessitar de sangue para dar resposta às necessidades dos seus doentes”, alerta a Federação, pedindo aos portugueses para que mantenham as suas dádivas.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Federação explicou que os grupos A positivo, O negativo e B negativo são os que preocupam mais porque só têm reservas para quatro dias, enquanto o O positivo, A negativo e o AB negativo “estão um pouco melhor, mas não estão bons”.

O responsável disse também que devido à pandemia as unidades móveis a circular pelas grandes cidades não estão a funcionar assim como há dificuldades em encontrar locais para a colheita, nomeadamente quartéis de bombeiros, enquanto se mantiver a situação do covid-19.

Covid-19: Associação de ginásios pede apoio ao governo

A Associação de Ginásios – AGAP Portugal Ativo – diz que sem apoios específicos para o setor os prejuízos serão irreversíveis. Garante que já há cerca de três centenas de clubes de portas fechadas e cinco mil profissionais sem emprego.

Por isso, pede ao Governo medidas urgentes.

A AGAP sugere a criação de linhas de apoio a fundo perdido; o apoio direto aos profissionais através de subsídio; e a constituição de uma linha de apoio à tesouraria das empresas do setor.

 

Famalicão: Novo trabalho da Casa ao Lado pode ser visto no campo da feira

O novo mural da autoria do centro artístico famalicense, pintado no âmbito do projeto MAPA (Movimento de Arte Pública Alternativo), já pode ser apreciado no campo da feira de Famalicão.
Trata-se de mais um trabalho d´A Casa ao Lado que está a representar o folclore.
O projeto «M.A.P.A. (Movimento de Arte Pública Alternativo)», que conta com o apoio do Município de Famalicão, visa destacar a importância que o folclore tem nas diferentes freguesias do concelho, o seu passado histórico, os seus usos e costumes, a sua identidade cultural expressa no trabalho fundamental efetuado pelos diferentes grupos e ranchos.