O Chega Famalicão optou pela abstenção na votação do Relatório de Gestão e Contas de 2025, documentos que estiveram em discussão esta quinta-feira, em reunião extraordinária do executivo.
O vereador Pedro Alves justificou a opção com o «sentido de responsabilidade» e com o facto do relatório ter sido escrutinado em auditoria externa, mas não deixou de fazer críticas. O autarca lamenta que sejam as famílias e as empresas famalicenses a pagar a fatura, nomeadamente com impostos como o IMI e a Derrama. No entender do Chega, são taxas que asfixiam as famílias e fazem subir o desemprego.
Pedro Alves aponta também críticas à gestão de Mário Passos. Diz que usa as receitas dos impostos em «gastos excessivos» com festas e comemorações. O vereador assume que é importante manter as tradições famalicenses, mas não concorda com os montantes gastos, que afirma serem à custa do esforço do orçamento familiar.








