Lousado: Mundos de Vida vai aumentar capacidade da escola bilingue, construir lar e auditório

A Mundos de Vida, instituição social e educativa de Lousado, tem um projeto para um conjunto de equipamentos que lhe permita aumentar e melhorar a oferta educativa, social e cultural. Assim, vai construir um lar residencial para 30 seniores, algo orgânico, com hortas e pomares. «Queremos pequeno para não se perder o ambiente familiar», realça o presidente da instituição, Manuel Araújo.

Está também a projetar a construção de um auditório com capacidade para 420 lugares que sirva não só a instituição, mas também a região, beneficiando da sua localização próximo da Estação Ferroviária. Espaço que vai ter uma companhia teatral associada.

A escola bilingue, que já tem 10 anos, vai passar para o palacete onde está a Forave, obtendo espaço para prolongar a escolaridade do 6.º (atualmente) até ao 9.º ano. «Há uma ligação afetiva porque nós nascemos naquele edifício, há 40 anos», recorda o presidente da Mundos de Vida. Além disso, fica perto das atuais instalações. «Os pais falam em prolongar os anos de escolaridade, mas ainda vamos ter que esperar pela saída da Forave, o que vai demorar quatro anos», disse.

Todos estes projetos levam tempo, porque dependem de outras instituições e envolvem pareceres, da Segurança Social, por exemplo. No caso do auditório, é mais rápido porque só depende da Mundos de Vida.

O financiamento está a ser avaliado, mas a instituição diz estar a preparar-se para enfrentar este desafio.

Recorde-se que estes projetos da Mundos de Vida resultam de um contrato firmado entre a Câmara, a Forave e a Mundos de Vida, cuja assinatura decorreu no dia 31 de julho. Ao ceder um terreno com 18 mil m2, a Mundos de Vida recebeu dois terrenos do município e parte das instalações onde está a Forave.

Lions Clube de Famalicão doa camas articuladas à Conferência Vicentina

O Lions Clube de Vila Nova de Famalicão entregou, no dia 1 de agosto, duas camas articuladas elétricas à Conferência Vicentina de Lousado / Requião, destinadas a utentes sinalizados pela instituição.

A oferta resulta de uma parceria de vários anos entre o clube famalicense e o Lions Clube de Roissy Pays de France, permitindo responder a esta necessidade e reforçar o apoio social na comunidade.

É oficial: Marcelo aprova lei que proíbe telemóveis nas escolas até ao 6.º ano

O Presidente da República aprovou a lei que proíbe o uso de telemóveis até ao 6.º ano, a começar no próximo ano letivo.

A decisão, apoiada pelo Conselho das Escolas, pretende diminuir casos de bullying e indisciplina e incentivar que os alunos convivam e façam mais atividades nos intervalos. Algumas associações de pais e do ensino privado mostraram reservas. Nas regiões autónomas, a aplicação terá em conta a sua autonomia legislativa.

PAN quer permitir animais nas praias portuguesas

O PAN apresentou uma proposta para permitir que animais de companhia possam estar nas praias portuguesas.

A ideia é criar zonas específicas, com regras como uso de trela, recolha de dejetos e presença do dono, além de pontos de água e recolha.

O partido lembra que 72% das famílias têm animais e que, no continente, apenas seis praias concessionadas permitem cães. A medida quer também ajudar a combater o abandono no verão.

Famalicão: Lixo no chão junto aos ecopontos revolta junta de Seide

A Junta de Freguesia de Seide, em Famalicão, manifestou nas redes sociais a sua indignação perante a recorrente deposição de lixo fora dos locais adequados.

Em tom crítico, a junta lembra que o concelho dispõe de recolha porta a porta quase diária, serviço gratuito de recolha de monos, ecocentro municipal e sinalética clara junto aos ecopontos.

Apesar disso, continuam a ser deixados resíduos e objetos de grande dimensão no chão, junto aos contentores. A Junta apela ao sentido cívico da população e pede que estas práticas terminem de imediato.

Quartos para estudantes 30% mais caros

O custo médio de um quarto para estudantes aumentou mais de 30% entre agosto de 2022 e agosto deste ano, revela o Expresso.

Atualmente, o preço ronda os 416 euros, mas em Lisboa ultrapassa os 500. A escassez de alojamento tem levado muitos jovens a abandonar os estudos longe de casa.

No país existem pouco mais de 16.600 camas em residências públicas. O Plano Nacional de Alojamento do Ensino Superior prometia mais 19 mil até 2026, mas apenas foram criadas 2.500 até agora.