O Presidente da Comissão Política Concelhia do PSD de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, quer um maior envolvimento dos jovens na vida cívica, política e social do concelho.
O apelo surgiu na cerimónia de tomada de posse dos novos órgãos concelhios da Juventude Social Democrata de Famalicão para o biénio 2018-2020, que decorreu no passado sábado, com a presença de mais de duas centenas de pessoas.
Depois da vitória nas eleições do passado dia 27 de janeiro, Nuno Marques Moreira foi este fim-de-semana empossado novo líder da JSD de Famalicão.
Paulo Cunha felicitou o jovem natural de Vale São Cosme e a sua equipa pelo desafio que agora assumem e lembrou que “conta com a ação ativa, atenta, interventiva e empenhada dos jovens na construção de um PSD mais forte” e, acima de tudo, na definição do futuro do concelho.
O novo presidente da JSD agradeceu a confiança depositada em si e na sua equipa e disse esperar contar com o apoio de todos “para continuar a fazer de Vila Nova de Famalicão o melhor concelho do país”.
Recorde-se que a lista encabeçada por Nuno Marques Moreira à Comissão Política e José Carlos Campos à Mesa de Plenário venceu as eleições de 27 de janeiro com cerca de 66% dos votos.





A intervenção artística, que ilustra o Arcanjo S. Miguel a proteger a povoação, foi inaugurada este domingo pelo presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, num momento que contou, com as presenças da vereadora da Juventude da autarquia, Sofia Fernandes, e do presidente da Junta de Freguesia, Carlos Alberto Fernandes, entre outras.
O deputado famalicense, que integra o Grupo de Trabalho criado na Assembleia da República para acompanhar as iniciativas legislativas da Descentralização, abordou com as corporações de bombeiros as várias propostas que estão em apreciação no Parlamento em matéria de proteção civil, com especial destaque para as alterações ao funcionamento das comissões municipais da proteção civil, a instituição da figura do coordenador municipal em substituição do até aqui comandante operacional municipal, bem como a criação do Centro de Coordenação Operacional Municipal, das salas municipais de operações e gestão de emergência e das unidades locais de proteção civil nas freguesias, estas últimas, que tem merecido muitas reservas por parte do Presidente da Liga de Bombeiros.
Não há um prazo para a conclusão dos processos legislativos da transferência de novas competências para as autarquias locais, mas o Governo tem diversas vezes manifestado o desejo de que este dossier esteja concluído até ao verão.