ESCOLA D. SANCHO I PRESTA HOMENAGEM ÀS EMPRESAS

A Escola Secundária D. Sancho I assinalou a 5.ª edição do Dia da Empresa, em mais uma atividade inserida nos 60 anos da escola.

A cerimónia decorreu durante a tarde do último dia do passado mês dia 31 de maio, com a presença dos professores, alunos, auxiliares de ação educativa e empresários.

Este momento fica também marcado pela saída de António Pinto da direção do Agrupamento, que se afasta para a aposentação.

A sessão teve como principal objetivo prestar tributo às empresas e instituições que colaboram com a escola, nomeadamente as que oferecem formação em contexto de trabalho. Recorde-se que o Agrupamento terá 12 turmas em estágio (6 turmas do 11.º ano e 6 turmas do 12.º ano), num total de 256 alunos, dispersos por cerca de 150 empresas e instituições, de vários setores de atividade e de diferentes localidades. Em todas estas empresas, o objetivo é estabelecer uma ligação entre a escola e o mundo empresarial e promover uma abertura da escola ao meio.

António Pinto, que se despede da direção da escola, espera que a escola dê continuidade a este projeto, «que considero que é fundamental para a educação dos nossos jovens».

A direção do Agrupamento de Escolas D. Sancho I está muito satisfeita com a resposta que as empresas têm dado ao longo destes cinco anos e o tributo não se fica pela cerimónia do Dia da Empresa. Na Escola foram colocadas placas com o nome das empresas que são geridas por ex-alunos da D. Sancho I, um sentimento de pertença que é também sinal de orgulho nos homens e mulheres que passaram por este estabelecimento.

REABILITAÇÃO URBANA MAIS PERTO DA CONCRETIZAÇÃO

Em reunião de Câmara Municipal foram aprovados cinco anteprojetos de reabilitação no âmbito do PEDU – Plano Estratégico Desenvolvimento Urbano que disponibiliza 17,5 milhões de euros de fundos comunitários para Famalicão.

Foram votados os anteprojetos para o Mercado Municipal, no centro da cidade, para o Teatro Narciso Ferreira (Riba de Ave), para a Rede Urbana Pedonal e Ciclável, para a Ciclóvia e para a recuperação do Bairro da Cal, em Calendário.

«São investimentos de fundos comunitários ao nível da reabilitação, inclusão e mobilidade para melhorar a vida dos famalicenses e dotar de condições para que possamos desenvolver-nos ainda mais», referiu o presidente de Câmara no final da reunião.

Paulo Cunha adiantou aos jornalistas que o mercado municipal terá um conceito de convívio. «Haverá uma zona de restauração, uma pequena área de lazer e um espaço onde as pessoas podem estar sentadas a conversar. O mercado terá condições para que fora do normal funcionamento possa ter iniciativas, receber intervenções culturais na área da música, da pintura e outras, porque terá uma área coberta e outra descoberta». O objetivo, afirmou o autarca, é que as pessoas tenham o hábito de ir ao mercado diariamente para comprar frescos, almoçar, tomar um café, conviver. «Para que isso aconteça terá que ser um espaço confortável e aprazível».

Ainda é cedo para dar prazos concretos ou falar em valores, mas deverá ficar pronto em 2019 depois de uma obra de um milhão e meio de euros.

Outra empreitada importante é a do Teatro Narciso Ferreira, em Riba de Ave. «Queremos que seja uma das melhores salas de espectáculos da região», expressa Paulo Cunha.

CENTRO DE FORMAÇÃO do FC FAMALICÃO JÁ ESTÁ A SER CONSTRUÍDO

O Centro de Formação contempla três campos relvados sintéticos (para futebol 5, 7 e de 11), bancadas, balneários e gabinetes técnicos, médicos e áreas de apoio. As construções já existentes no espaço serão reabilitadas para albergar uma secretaria, espaços de lazer e alojamento para 12 atletas. Os terrenos onde está a ser edificada a obra, «que vai dar mais e melhores condições para os jovens», como destacou o presidente da direção, foram cedidos pela Câmara Municipal que comparticipa, ainda, com cerca de meio milhão de euros.

Jorge Silva vê este centro «como um dos melhores do país» e uma obra fundamental «para o crescimento e sustentabilidade do clube». O dirigente assegurou, ainda, que o investimento para esta primeira fase está totalmente garantido.

Parceiro de referência nesta obra é a Câmara Municipal de VN Famalicão. Paulo Cunha vê o Centro de Formação «como um sonho concretizado» e fala num investimento «muito importante para o futuro do nosso concelho e para a capacitação dos nossos concidadãos, muito particularmente dos jovens».

A cerimónia, presenciada por muitos adeptos e por dezenas de jovens atletas que, de futuro, vão usufruir deste novo espaço, contou, também, com representantes da Federação Portuguesa de Futebol, da Liga, e do presidente da AF Braga, Manuel Machado, que elogiaram o projeto e a visão do clube e da Câmara Municipal.

TRAIL DAS EIRAS ALIA DESPORTO, HISTÓRIA E SOLIDARIEDADE

A Associação Moinhos de Vermoim (AMVE) volta a inovar no plano desportivo. Depois de provas de atletismo, ciclismo e caminhadas, vem aí, no dia 17 de junho, o 1.º Trail das Eiras. Para além da vertente competitiva, com duas distâncias (20 e 10km) e uma caminhada (8kms), a iniciativa alia a prática desportiva, à natureza, à história e à solidariedade, com 1 euro de cada inscrição a reverter a favor dos BV Famalicenses.

A passagem da prova pelo Castro das Eiras, pelo castelo medieval, pelas Mamoas e pelo Caruito, «é uma forma de valorizarmos o nosso património. Além do mais, queremos sensibilizar as pessoas para a preservação da nossa floresta que, no ano passado, foi desvastada pelos fogos. Faz todo o sentido aliarmos todos estes fatores (desporto, história, solidariedade e confraternização) numa prova» assumiu o vice-presidente da AMVE, Miguel Campos, na apresentação da prova.

Também o vereador da Juventude e Desporto da Câmara Municipal, Mário Passos, sublinhou os méritos da prova por «trazer várias valências associadas, sendo a história e a valorização do património, a proteção da floresta e a solidariedade as que mais destacaria, obviamente para além da promoção da prática da atividade física». Mário Passos vê na AMVE a «inteligência comunitária de que são feitas as nossas comunidades. Estão sempre à frente do tempo e das modas, pois muitas iniciativas, antes de serem moda, já existem no território concelhio», um sinal «de que as nossas comunidades estão bem preparadas e bem formadas e isto é inteligência comunitária».

As inscrições terminam no dia 15 de junho, podendo ser feitas em www.traildaseiras.pt.

EMPRESA PEÚGAS CARLOS MAIA INVESTE EM TECNOLOGIA

A empresa de Peúgas Carlos Maia está em contínua expansão: em 2016 investiu um milhão de euros e este ano repete o investimento em nova tecnologia que se vai traduzir em maior volume de produção, sobretudo meias técnicas, e também no aumento de postos de trabalho.

A unidade da Carreira (a empresa tem outra fábrica em Landim) foi alvo de uma visita, da equipa Made In, chefiada pelo presidente da Câmara Municipal de Famalicão. «É mais uma referência do têxtil na nossa região de uma empresa que produz uma enorme quantidade, mas também com qualidade», referiu o presidente da Câmara Municipal de Famalicão.

Fundada há 23 anos, a empresa iniciou o seu percurso pelas meias básicas, mas nos últimos anos lançou-se na produção de meias mais exigentes do ponto de vista técnico, nomeadamente para vários tipos de desportos e para a saúde. Por exemplo, Carlos Maia, fundador da empresa, conta que está a terminar uma investigação para a produção de uma meia com uma espécie de ligaduras que evite entorses e uma outra meia para pés de diabéticos, uma vez protege contra as bolhas.

A empresa, com 148 colaboradores, nas duas unidades fabris, produz cerca de 26 milhões de pares de meias por ano e 70% desta produção são já meias técnicas (desporto, saúde) porque são as mais rentáveis e com muito mercado internacional. São mais de 20 os mercados, na Europa e resto do mundo, com marcas como CAT, JCB, Coca-Cola, Umbro, Hello Kitty, New Balance e outras. CM Socks e Pureco são marcas próprias.

DIDÁXIS ABRE TURMAS DE 5º ANO COM ENSINO GRATUITO

A Didáxis está autorizada a abrir turmas do 5.º ano, com ensino gratuito e garantia de continuidade no 6.º ano de escolaridade. A confirmação surge pelo presidente da instituição, José Fernandes, que se mostra feliz com a medida do Governo que vai, assim, cumprir o contrato que a Didáxis firmou em 2015.

O limite de turmas no 5.º ano, segundo o contrato de associação, é de 8 em S. Cosme e 7 na escola de Riba de Ave.

Podem, assim, os encarregados de educação fazer a pré-inscrição dos filhos na secretaria das escolas ou através da página da internet.