A partir de hoje: Pão chega aos 20 cêntimos a unidade

O preço do pão aumentou a partir de hoje, 1 de janeiro de 2026, devido à subida dos custos de produção no setor da panificação.

De acordo com fontes do setor, o aumento das despesas com matérias-primas, energia e transporte está na origem desta atualização. Em média, a subida ronda os dois cêntimos por unidade.

Com este ajuste, há já padarias a vender o pão simples a 20 cêntimos, um valor superior ao praticado até ao final do ano passado.

Os profissionais do setor referem que o aumento se tornou inevitável, face à dificuldade em manter os preços anteriores no atual contexto económico.

Famalicão: Autarquia instala painéis led que vão passar informações úteis aos condutores

A Câmara Municipal de Famalicão está a proceder à instalação de vários painéis led de última geração que, dentro em breve, vão passar informações úteis aos condutores.

Os equipamentos estão a ser instalados nos locais onde anteriormente funcionava a sinalética com o número de lugares disponíveis nos diversos parques de estacionamento da cidade.

Os novos painéis permitem passar informação mais personalizada e de fácil leitura para os condutores. Lugares disponíveis, estado do tempo, trânsito ou outras perturbações na circulação automóvel são algumas das informações que podem ser disponibilizadas nos novos equipamentos.

Urgência de Famalicão entra em 2026 com poucos doentes urgentes mas o maior tempo de espera

O serviço de urgência do Hospital de Famalicão é, na região, aquele que tem menos doentes urgentes em espera, mas, paradoxalmente, são também os que aguardam mais tempo para serem observados.

De acordo com dados do portal do SNS, às 14h30 desta quinta-feira, primeiro dia de 2026, o Hospital de Famalicão registava apenas três doentes com pulseira amarela, mas o tempo médio de espera para uma primeira observação rondava as 2h30.

Em contraste, o Hospital de Santo Tirso tinha o mesmo número de doentes urgentes à espera, com um tempo médio de apenas 1h00. O Hospital de Barcelos e o Hospital de Guimarães apresentavam seis doentes com pulseira amarela, com espera média de 40 minutos. Já o Hospital de Braga tinha 28 doentes nesta categoria, com um tempo médio de espera de 1h50.

No que diz respeito ao número de doentes urgentes em observação, o hospital de Famalicão é, da região, dos que regista uma menor afluência, estando apenas à frente de Sto Tirso e atrás de Barcelos e Guimarães, num ranking liderado por Braga. Em contraste, Famalicão e Braga são os hospitais que, nesta tarde, tem em observação um maior número de utentes muito urgentes, onde os tempos de espera são muito baixos, praticamente inexistentes.

Famalicão: Bombeiros alertados para incêndio em garagem na freguesia de Vermoim

Os Bombeiros Voluntários Famalicenses e Famalicão foram acionados, na tarde desta quinta-feira, para um incêndio numa garagem, localizada na Rua de Vilamende, na freguesia de Vermoim, em Famalicão.

Fonte do socorro adiantou à Cidade Hoje que a situação foi rapidamente ultrapassada apesar de, no interior do referido espaço, estar armazenada alguma lenha.

Não há registo de feridos.

Famalicão: Incêndio em casa na freguesia de Gavião

O quarto de uma habitação ficou destruído na sequência de um incêndio, que deflagrou cerca das 12h20 desta quinta-feira.

Para o local, Rua da Bica, em Gavião, foram acionados os B.V.Famalicenses que rapidamente deram a situação como controlada.

Uma pessoa necessitou de ser assistida pelos soldados da paz mas ninguém foi transportado ao hospital.

Os estragos estão concentrados no quarto, divisão onde surgiu o foco de incêndio, com origem não revelada.

A partir de hoje: Salário mínimo sobe para 920 euros

A partir desta quinta-feira, o salário mínimo nacional aumenta de 870 para 920 euros, um crescimento de 5,7%. Esta subida foi definida no acordo tripartido assinado em outubro de 2024 entre Governo, confederações empresariais e UGT.

O objetivo do acordo é que o salário mínimo chegue aos 1.020 euros em 2028, embora o Governo tenha definido uma meta de 1.100 euros até 2029. Sindicatos como a UGT e a CGTP já pediram valores ainda mais altos.

A atualização terá impacto em contratos públicos, como serviços de limpeza, segurança e manutenção, podendo influenciar a execução e qualidade destes serviços.