Famalicão: Equipa famalicense é a quarta que mais oportunidades de golo cria na I Liga

Com base na qualidade de oportunidades criadas e permitidas na presente edição da I Liga, o FC Famalicão é o quarto clube, com 29 por cento. A equipa de Hugo Oliveira é superada pelo Sporting, com 56%, seguido do Benfica (50%) e do Porto (35%).

Outros números que fazem prova do bom desempenho dos comandados de Hugo Oliveira são os 51 pontos conquistados ao longo do presente ano de 2025, sendo o sexto clube nacional, superado pelo Sporting, Benfica, Porto, Braga e Vitória SC.

Famalicão: Fuga de gás em prédio na vila de Joane

Os Bombeiros Voluntários Famalicenses foram acionados, cerca das 11h15, para um episódio de fuga de gás, num edifício residencial localizado na vila de Joane, em Famalicão.

O incidente aconteceu na Rua de Gavim. Coube aos soldados da paz fazer o corte imediato do gás, numa das caixas localizadas na entrada do prédio.

Enquanto aguardavam a chegada da equipa especializada para a reparação da fuga, foram realizados trabalhos de ventilação da área.

Famalicão: Pedro Bondo pode chegar a tempo de ser opção para Alverca

O empate (1-1) entre a Tunísia e Tanzânia afastou, esta terça-feira, a Angola da Taça das Nações Africanas de futebol (CAN2025), que falhou o apuramento para os oitavos de final como um dos melhores quatro terceiros classificados.

A eliminação de Angola abre a porta do regresso antecipado de Pedro Bondo ao Famalicão. Aliás, o defesa esquerdo pode mesmo ser opção para o próximo jogo da I Liga, domingo, em casa do Alverca.

Sem ter jogado um único minuto pela sua seleção, Bondo já foi utilizado pelo treinador Hugo Oliveira em 14 jogos da I Liga, sendo autor de um golo.

Famalicão: Primeiro mês do ano muito intenso para o Riba d´Ave

O mês de janeiro será muito preenchido para a equipa treinada por Jorge Ferreira. Sem muito tempo para celebrar a entrada no novo ano, no próximo domingo, às 18h30, o Riba d´Ave visita a Sanjoanense, um jogo sempre difícil. A partida é da décima primeira jornada e frente a frente estão o oitavo classificado, com 12 pontos (Sanjoanense), e o décimo, com 10 pontos (Riba d´Ave).

Depois, a 10 de janeiro, a equipa ribadavense joga os dezasseis avos de final da Taça de Portugal, com a visita à Juventude Salesiana; a 17 regressa o nacional de hóquei em patins, com o Riba d´Ave a receber o Póvoa. No dia 21 regressam as competições europeias. O Riba d´Ave recebe os italianos do Monza, na primeira mão dos quartos de final da WSE Cup.

Antes do final do mês, o Riba d´Ave ainda visita o HC Braga e o Carvalhos, naquela que é a primeira partida da segunda volta.

Famalicão: Hugo Oliveira lidera o segundo melhor FC Famalicão de sempre

Apesar das duas derrotas consecutivas para o campeonato (Estrela da Amadora, em casa, e Benfica, fora), a equipa de Hugo Oliveira apresenta atualmente o segundo melhor registo de sempre (em 13 participações na I Liga) à entrada para o novo ano.

Ao cabo de 16 jornadas, o FC Famalicão soma 23 pontos e é sexto da classificação, um feito só ultrapassado na época 2019/2020 quando somava 24 pontos, era quarto, com 14 jogos. Recorde-se que aquela época foi histórica para o clube. Tratava-se do regresso da I Liga 25 anos depois e a temporada foi fechada com o sexto lugar, com 54 pontos, e um lugar europeu perdido, no último minuto da última jornada, na Madeira, diante do Marítimo.

Apesar do registo na presente época, os famalicenses vivem a fase mais difícil. Às duas derrotas consecutivas, acresce a eliminação da Taça de Portugal, no Estádio do Dragão, diante do FC Porto.

Famalicão: Isabel Furtado diz que Honoris Causa do ISCTE é o reconhecimento a uma indústria moderna

«É possível fazer indústria de excelência a partir de Portugal, com impacto global». A afirmação é de Isabel Furtado, diretora executiva da TMG Automotive, em entrevista concedida ao Jornal-T, depois de ter recebido o título de Doutora Honoris Causa pelo ISCTE.

Nas suas declarações, referiu que a distinção representa o reconhecimento de um percurso dedicado a uma indústria «moderna, tecnológica, inovadora e internacional».

Isabel Furtado valoriza mais o doutoramento por vir do ISCTE, «uma instituição com forte ligação à gestão, à economia e às organizações». Por isso, «este doutoramento valoriza a indústria como espaço legítimo de pensamento estratégico, inovação e impacto. É o reconhecimento de um sector que soube transformar-se, investir em conhecimento e competir pela diferenciação, pelo valor, e não pelo custo. Portugal distingue-se por ter um verdadeiro cluster têxtil concentrado numa área relativamente pequena, sendo atualmente único na Europa», afirma.

Com 41 anos dedicados à indústria, a neta de Manuel Gonçalves (fundador da TMG), revela ter aprendido com universidades, indústria, pessoas, mercado, erros e, acima de tudo, com a exigência de tomar decisões em ambientes complexos e em constante mudança.

Nestes contextos complexos, em que a mudança é a única constante do processo, a empresária diz que a visão de longo prazo assenta em quatro palavras-chave: estratégia, disciplina, audácia e muita resiliência. «Na ITV e na TMG, o longo prazo é assegurado através de investimento contínuo em inovação, talento e capacidade industrial, mesmo em contextos adversos. É essa coerência estratégica que permite resistir à volatilidade sem comprometer o futuro», explica.

Na entrevista, Isabel Furtado falou ainda da liderança de uma empresa familiar: «nenhuma empresa sobrevive por inércia. As empresas familiares enfrentam o desafio de perpetuar um legado, respeitando a história sem se tornarem prisioneiras dela». Revelou que a estratégia deve passar pela evolução, transformação e adaptação.

Deu a TMG Automotive como exemplo, porque detém mais de 110 patentes registadas e está entre as cinco empresas nacionais com maior número de pedidos de patente, com mais de 140 solicitações. «Produzimos materiais avançados e soluções funcionais e sustentáveis com propriedade intelectual própria. Isso muda o posicionamento do sector nas cadeias de valor globais. Hoje, inovação e capacidade produtiva são indissociáveis», sublinha.

Sobre o fato de ser uma mulher a liderar uma empresa, refere apenas que é normal. «O nosso sector é exemplar pela presença crescente de mulheres em cargos de direção. Na TMG, 50% dos colaboradores com educação superior são mulheres, e nos doutorados elas são a maioria. A diversidade de género é um fator de competitividade: equipas diversas tomam melhores decisões, inovam mais e compreendem melhor mercados globais e clientes diversos», realça.

Acerca do futuro, defende que a ligação academia-indústria deve ser «mais estrutural, contínua e orientada para problemas reais, com projetos conjuntos de médio e longo prazo, mobilidade de talento e valorização do conhecimento aplicado».