Luto: Morreu Ricardo Silva, treinador da A.D. Pedome

Faleceu este fim de semana, aos 42 anos, Ricardo Silva, o treinador da equipa de veteranos da Associação Desportiva de Pedome.

Ricardo Silva, era um homem hábitos de vida saudáveis e praticante de desporto, estava internado há uma semana depois de ter testado positivo à Covid-19.

É recordado por todos como uma pessoa de fibra e defensora dos seus ideais.

À família, equipa e amigos a Cidade Hoje endereça as mais sentidas condolências.

Já é possível voltar a estacionar no antigo campo da feira de Famalicão (75 lugares disponíveis nesta fase)

Abriu ao público, no final deste mês de julho, a primeira fase do estacionamento do antigo campo da feira.

São 75 lugares gratuitos junto à Avenida José Manuel Marques, entre as rotundas dos Rotários e D. Sancho I.

O novo espaço de estacionamento faz parte das obras de reabilitação urbana que estão a ser executadas na cidade sob o mote “Um novo Centro. Uma Nova Cidade”.

Depois de concluídas as obras, a Câmara Municipal garante que o estacionamento no centro da cidade vai manter-se em igual número ao existente antes da intervenção.

Adeptos fazem fila à porta do estádio para garantir bilhete para o Famalicão x Estoril

Várias dezenas de adeptos estão, na manhã deste domingo, à porta do Estádio Municipal, com o objetivo de garantir um bilhete para o jogo desta tarde, frente ao Estoril.

A venda dos ingressos nestas horas que antecedem a partida é exclusiva a sócios com quota 6 regularizada.

A capacidade do estádio municipal está reduzida a 33 por cento e a venda de bilhetes arrancou na sexta-feira. Os sócios que conseguirem o acesso para este jogo estão, ainda, obrigados ao cumprimento de regras sanitárias, como o uso de máscara, distanciamento social e a obrigatoriedade de ocupar o lugar que lhe está destinado.

Por 10 euros os adeptos com ingresso poderão realizar nas instalações do clube o teste à Covid-19.

Marcelo considera que vacinação de crianças saudáveis está aberta à “livre escolha dos pais”

“As autoridades sanitárias não proibiram a vacinação no caso de as crianças não terem doenças ou patologias. Esse espaço continua aberto à livre escolha dos pais”, disse Marcelo Rebelo de Sousa.

O chefe de Estado português falava aos jornalistas no Consulado de Portugal em São Paulo reagindo à recomendação, na sexta-feira, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), da administração prioritária de vacinas contra a covid-19 em crianças entre os 12 e os 15 anos com doenças associadas graves.

“As crianças vacinadas beneficiam de uma prevenção que lhes é positiva, isso não foi vedado, nem proibido pela DGS e está aberto aos pais em termos de escolha para os seus filhos”, sublinhou o Presidente da República, que falava à margem da assinatura de um protocolo sobre a participação de Portugal como país convidado da Bienal do Livro de São Paulo em 2022, no último dia da sua deslocação em São Paulo.

Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou ainda que “pode fazer a diferença”, nomeadamente para a frequência de escolas, haver crianças vacinadas “que possam certificar essa vacinação”.

“E isso é importante na vida das famílias”, assinalou.

A DGS recomendou, na sexta-feira, a administração prioritária de vacinas contra a covid-19 para crianças entre os 12 e os 15 anos com comorbilidades.

A DGS considerou ainda que deve ser dada a possibilidade de vacinação a todas as crianças desta faixa etária por indicação médica e de acordo com a disponibilidade de vacinas, remetendo uma decisão sobre o acesso universal destas idades para mais tarde.

“A DGS emitirá recomendações sobre vacinação universal de adolescentes dos 12 aos 15 anos logo que estejam disponíveis dados adicionais sobre a vacinação destas faixas etárias”, disse a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas.

Ainda sobre a vacinação dos menores entre os 12 e os 15 anos, Graça Freitas disse que a lista de doenças crónicas que justificam a vacinação nestas idades está já preparada e pronta para ser publicada, para que os médicos possam fazer a recomendação de vacinação.

A vacinação universal continua, para já, a ser apenas recomendada a partir dos 16 anos, seguindo o plano de vacinação em curso.

A DGS não descartou, no entanto, alterações futuras se houver “novas variantes de preocupação”.