Vídeo: Batman invade ruas do centro da cidade de Famalicão à noite

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Um homem disfarçado de Batman anda a invadir as ruas de Vila Nova de Famalicão.

O mascarado tem surgido à noite, junto a zonas habitacionais do centro da cidade.

As aparições são curtas, duram pouco mais que o tempo da música que toca, através de um trompete que traz consigo.

Veja o vídeo:

 

Nas redes sociais, o Batman anónimo já se pronunciou num post onde explica o propósito da sua aparição.

Covid-19: Ministra alerta que sucesso do desconfinamento depende do comportamento dos portugueses

O sucesso do plano de desconfinamento depende do comportamento de todos os portugueses, alertou a ministra da Saúde, assinalando o Dia do Trabalhador com um agradecimento a todos os que garantiram o funcionamento do país durante estado de emergência.

“O país está mais pronto agora e precisa de iniciar a reativação faseada da sua vida económica, da sua vida social. Esse sucesso continua a depender, essencialmente, de nós”, afirmou Marta Temido, na conferência de imprensa diária de atualização de informação sobre a pandemia da covid-19.

Assinalando o Dia do Trabalhador, a ministra da Saúde deixou “uma especial referência ao esforço de todos aqueles que garantiram o funcionamento do país nesta fase, particularmente difícil e dura, desde logo os profissionais de saúde”.

Além da mensagem de reconhecimento pelo trabalho prestado durante o estado de emergência devido à covid-19, Marta Temido destacou a preparação das condições sanitárias para que aqueles que vão regressar ao seu local de trabalho o façam “com a maior segurança e tranquilidade possíveis”.

“Competindo-nos a todos, também, não os colocar em riscos adicionais pelo nosso comportamento individual” disse a ministra, apelando ao dever cívico de recolhimento e “ao cumprimento das regras que, para cada área, vão sendo definidas, divulgadas e aplicadas”.

Indicando que se tem verificado “muito bons exemplos”, o Governo pretende continuar a apostar no “reforço dos serviços de saúde preventiva ocupacional ao nível de empresas, ao nível de escolas, de tudo aquilo que são os serviços de uma sociedade que, aos poucos, gradualmente, de uma forma muito acompanhada, retoma o seu normal funcionamento”.

Portugal contabiliza 1.007 mortos associados à covid-19 em 25.351 casos confirmados de infeção, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia divulgado hoje.

Relativamente ao dia anterior, há mais 18 mortos (+1,8%) e mais 306 casos de infeção (+1,2%).

Das pessoas infetadas, 892 estão hospitalizadas, das quais 154 em unidades de cuidados intensivos, e o número de casos recuperados passou de 1519 para 1.647.

Portugal vai terminar no sábado, 02 de maio, o terceiro período de 15 dias de estado de emergência, iniciado em 19 de março, e o Governo anunciou a passagem para situação de calamidade a partir das 00:00 de 03 de maio.

Devido ao fim de semana prolongado, o Governo decretou, entretanto, a proibição de deslocações entre concelhos de 01 a 03 de maio.

Covid-19: Doentes com sintomas ligeiros que ficam em casa têm menor carga viral – DGS

A diretora-geral de Saúde explicou hoje que doentes de covid-19 com sintomas ligeiros, que nunca recorreram ao hospital, têm menor carga viral e de contágio, pelo que apenas são sujeitos a um teste para aferir o fim da infeção.

“O ECDC [Centro Europeu de Controlo e Prevenção de Doenças] separa os doentes que precisam de recorrer ao hospital dos que têm sintomas ligeiros e ficam em casa. Alguns países nem sequer fazem teste a doentes com sintomas leves que ficam em casa. Nós decidimos manter um teste, 14 dias após o surgimento dos primeiros sintomas, para os doentes que ficaram sempre no domicílio com sintomas muito ligeiros e com menos carga viral”, descreveu Graça Freitas na conferência de imprensa diária sobre a pandemia de covid-19.

A responsável observou ainda que, de acordo com os estudos existentes, nas pessoas com sintomas ligeiros, para além do número de partículas virais serem “menores”, também “não contêm capacidade de replicação do vírus”, ou seja, “aquela pessoa deixa de ser infecciosa para a comunidade”.

“É com base nestes estudos que alguns países já nem fazem testes [a confirmar o fim da infeção] a quem fica em casa”, referiu.

A responsável notou que tem havido uma grande evolução “ao longo dos 60 dias [que passaram] em relação ao primeiro caso que apareceu em Portugal”.

“Vamos vendo a literatura médica e as instituições de referência na Europa. A ECDC é o grande referencial que seguimos e, depois, ainda temos conjunto de especialistas em Portugal consultados nesta matéria”, justificou.

Segundo Graça Freitas, as orientações da DGS partem “do pressuposto de que estamos a trabalhar com a melhor informação disponível à data”.

A responsável acrescentou que o ECDC “separa dois tipos de doentes – os que tem sintomas ligeiros e moderados, sem chegar a ir ao hospital e que terão uma carga viral menor, dos que são assistidos no hospital”.

A estes, apenas é confirmado o fim da infeção após a realização de dois testes com resultado negativo, num determinado espaço de tempo.

Portugal contabiliza 1.007 mortos associados à covid-19 em 25.351 casos confirmados de infeção, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia, divulgado hoje.

Relativamente ao dia anterior, há mais 18 mortos (+1,8%) e mais 306 casos de infeção (+1,2%).

Das pessoas infetadas, 892 estão hospitalizadas, das quais 154 em unidades de cuidados intensivos, e o número de casos recuperados passou de 1519 para 1.647.

Portugal vai terminar no sábado, 02 de maio, o terceiro período de 15 dias de estado de emergência, iniciado em 19 de março, e o Governo anunciou a passagem para situação de calamidade, a partir das 00:00 de 03 de maio.

Devido ao fim de semana prolongado, o Governo decretou, entretanto, a proibição de deslocações entre concelhos de 01 a 03 de maio.

Pedome com cemitério reaberto durante este fim de semana

A junta de freguesia de Pedome decidiu reabrir, de forma excecional, o cemitério. Este espaço apenas vai estar de portas abertas este sábado, dia 2 de maio, das 14h00 às 19h00, e domingo, das 09h00 às 12h00.

A entrada no recinto vai ser monitorizada, pelo que só está autorizada a permanência de 20 pessoas em simultâneo, e por um período de 10 minutos. É obrigatório o uso de máscara, e não é permitido efetuar limpezas.

O não cumprimento das regras poderá levar ao encerramento imediato do cemitério, esclarece a junta de freguesia em comunicado.

Junta de freguesia de Vale S.Martinho reabre cemitério este sábado

A junta de freguesia de Vale São Martinho decidiu reabrir o cemitério a partir deste sábado.

Esta é uma medida que se deve manter por tempo indeterminado, até que hajam condições sanitárias que garantam a saúde pública.

Contudo, o acesso a este espaço obedece às seguintes regras:

• Todos os procedimentos de distanciamento social terão de ser cumpridos, bem como as demais orientações emanadas pela DGS-Direção Geral de Saúde.

• É recomendado o uso de equipamento de proteção individual, tais como máscara e luvas.

• Neste período, e enquanto durar a situação de pandemia, cada cidadão deverá trazer os seus próprios utensílios para limpeza dos jazigos (baldes, vassouras, etc.), e não será permitida a sua partilha.

• Recomenda-se o máximo de 10 pessoas em permanência simultânea no interior do espaço, devidamente afastadas entre si.

• Deve evitar-se a aglomeração de pessoas no exterior, nomeadamente em contacto social.

Covid-19: PSP fiscaliza e sensibiliza condutores e passageiros de transportes públicos no Porto

Milhares de agentes da PSP fiscalizam hoje as fronteiras entre concelhos para garantir que a limitação de circulação é cumprida com o Grande Porto a não ser exceção a uma sensibilização que visa explicar que “deslocações desnecessárias acarretam riscos”.

“Apesar de estarmos numa situação de passagem do estado de emergência para o estado de calamidade, estes aconselhamentos são sempre viáveis. O dever geral de recolhimento vai-se manter e as pessoas devem abster-se de sair para situações que não são urgentes e inadiáveis”, disse o comissário da Divisão de Trânsito da PSP do Porto, José Ferreira.

O comissário falava, à agência Lusa, cerca das 09:00 no Nó de Bonjoia, para onde o trânsito na Via de Cintura Interna (VCI), no sentido Arrábida/Freixo, no Porto, foi desviado para ser conhecido o destino dos automobilistas.

No local, algumas dezenas de agentes solicitam a documentação que, caso ateste a legitimidade da viagem, permite aos condutores seguirem viagem para outros concelhos, nomeadamente Vila Nova de Gaia, a sul, ou Gondomar a norte, bem como outras cidades vizinhas e próximas como Valongo, Matosinhos ou Maia.

O Presidente da República assinou na quinta-feira o decreto do Governo que limita a circulação entre concelhos entre hoje e domingo, período em que se passará do estado de emergência para a situação de calamidade pública, medidas decretadas devido à pandemia da covid-19 que já provocou mais de 230 mil mortos e infetou mais de 3,2 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Em Portugal, morreram 989 pessoas das 25.045 confirmadas como infetadas, e há 1.519 casos recuperados, de acordo com o relatório epidemiológico apresentado quinta-feira pela Direção-Geral da Saúde

Marcelo Rebelo de Sousa assinou este decreto “tendo em atenção o sinal que se pretende dar (…), isto é, na transição entre o estado de emergência e o período que se vai iniciar, de que o arranque da gradual retoma social e económica não pode colocar em risco os passos dados pelos portugueses na contenção e no controlo do surto epidémico”, lê-se numa nota publicada no portal da Presidência da República na Internet.

“As pessoas estando a fazer deslocações desnecessárias estão a colocar-se a si em risco e aos outros. A nossa função é sensibilizar e fiscalizar”, frisou, por sua vez, o comissário da Divisão de Trânsito da PSP do Porto, que também já tinha liderado uma operação semelhante no período da Páscoa.

Questionado sobre se tem percebido que as pessoas estão a abrandar as medidas de confinamento, o comissário admitiu que “nos últimos dias [registaram-se] mais deslocações rodoviárias”, algo que acredita ser “normal, uma vez que muitos setores de atividade vão entrar em laboração, sendo normal que essas empresas estejam a preparar-se”, no entanto voltou a sublinhar a necessidade do cumprimento da lei quer para segurança pessoal, quer de terceiros.

“Além de situações imperiosas e urgentes ao nível de saúde, são [autorizadas] as situações de atividade laboral. As pessoas que estão a trabalhar, mediante a apresentação de uma declaração da entidade patronal, podem efetuar a travessia entre concelhos. São ilegítimas situações de pessoas que vaio passear ou visitar familiares que não são dependentes, nem estão em situações de cuidados inadiáveis e urgentes”, descreveu o comissário José Ferreira.

Foi o que aconteceu no tabuleiro superior da ponte D. Luís, na estação de metro Jardim do Morro, em Vila Nova de Gaia. Cerca das 10:30, conforme a Lusa constatou no local, pelo menos dois passageiros foram convidados a sair da carruagem por não terem um motivo legítimo para atravessar a ponte sobre o rio Douro até ao Porto.

Junto a um parque público vedado com fitas pela Câmara Municipal local e com os painéis da empresa Metro do Porto a passar a mensagem “cumpra distâncias de segurança e de autoproteção”, pelo menos seis agentes fiscalizavam as viagens de passageiros que regra geral circulavam com máscara e distantes uns dos outros dentro das carruagens, no entanto apenas era permitido que prosseguisse viagem quem tivesse declaração válida.

No tabuleiro inferior da ponte desenhada pelo arquiteto francês Gustave Eiffel, uma fiscalização semelhante acontecia junto de condutores e passageiros de autocarros.

Às 10:00, um veículo da carreira 901 da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) que faz o percurso entre a Trindade, no Porto, e Valadares, em Vila Nova de Gaia, teve de parar à entrada da ponte para que um agente da PSP entrasse e perguntasse aos dois únicos passageiros, ambos de máscara colocada, o motivo da viagem.

“Estão a regressar a casa depois do trabalho. Estiveram a trabalhar de noite. Podem prosseguir”, referiu, à saída do autocarro, o agente da PSP responsável pela operação naquele local.

O novo coronavírus foi detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos a aliviar diversas medidas.