Covid-19: 291 novas infeções e 3 mortes

Nas últimas 24 horas, Portugal registou 291 novas infeções e 3 mortes, pelo novo coronavírus,

A região Norte, que contabiliza as três mortes, teve, ainda, 93 infetados.

Os internamentos estão a subir. Em enfermarias estão 312 doentes (+17) e em cuidados intensivos há 62 (+1).

Famalicão: Serviço de Ginecologia e Obstetrícia assinala Semana Mundial do Aleitamento Materno

O Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Centro Hospitalar do Médio Ave está a comemorar a Semana Mundial do Aleitamento Materno. A celebração começou esta terça-feira e prossegue até quinta-feira.

Estão programadas algumas atividades para ajudar e esclarecer eventuais dúvidas a grávidas e puérperas, bem como uma aula de Yoga e massagem para bebés nascidos no CHMA (esta quarta-feira, às 15 horas, na Clínica da Mulher e da Criança), com o objetivo de promover uma maior conexão entre mãe e filho.

«Decidi amamentar, mas não está a correr como esperava» é o tema de uma sessão que decorre na quinta-feira, a partir das 15 horas, na sala de reuniões.

Inscrições através de preenchimento de formulário disponível na página do Facebook Aqui Geramos Sorrisos CHMA

Famalicão: Novas USF de Joane e S. Miguel-O-Anjo já têm contratos-programa assinados

Tal como Cidade Hoje avançou em primeira mão, na passada sexta-feira, a Câmara Municipal de Famalicão e a Administração Regional de Saúde do Norte celebraram, na última semana, os contratos-programa que vão servir de base para a apresentação de duas candidaturas ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) com vista à construção e apetrechamento destes dois novos equipamentos de cuidados de saúde primários.

Esta novidade foi avançada pelo presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, na reunião da Assembleia Municipal da passada sexta-feira, 30 de setembro. Nesta sessão, o autarca referiu que «os projetos eram há muito tempo reclamados com toda a justiça pelas populações e com a assinatura destes dois protocolos demos um importante passo nesse sentido».

Em termos contratuais, a Câmara Municipal de Famalicão compromete-se a elaborar o projeto de execução da obra, a promover a execução da empreitada, a assegurar a fiscalização da obra, assumindo ainda a candidatura às verbas do PRR. Ambos os equipamentos serão construídos em terrenos cedidos pela autarquia à ARS Norte.

Refira-se que o PRR estima um financiamento máximo de quase 1,2 milhões de euros (sem IVA) para a construção da Unidade de Saúde de Joane e de 1,1 milhão de euros (sem IVA) para a construção da Unidade de Saúde de São Miguel-o-Anjo, em Calendário.

Sobre os eventuais custos que as duas obras possam vir a representar para o município, Mário Passos esclarece que «ainda não é possível prever qual será o investimento total das duas empreitadas, nem aquele que será assumido pela Câmara Municipal».

Famalicão: Chega apreensivo com possibilidade de fecho da maternidade

Em comunicado enviado à imprensa, a Comissão Política Concelhia do Chega de Famalicão manifesta «enorme apreensão», relativamente à possibilidade de um eventual encerramento da maternidade do Hospital de Famalicão.

Os dirigentes do Chega de Famalicão prometem estar na primeira linha «no combate a esta e outras medidas que visam ofender a qualidade de vida do nosso município, suprimindo serviços fundamentais com base em critérios de conveniência política», acusam.

Acredita este partido que a «pretensão do Governo socialista embaterá com a oposição de toda uma comunidade, que não quer ser privada de mais um serviço hospitalar».

O Chega considera que, nos últimos anos, o SNS tem vindo «a sofrer uma degradação progressiva, muito por culpa das políticas da esquerda e extrema-esquerda, esses sim, os verdadeiros responsáveis pelos caos instalado», aponta.

No comunicado, assinado por Pedro Alves, é lançada uma crítica direta ao PS de Famalicão e a Eduardo Oliveira, por ter defendido, nas últimas autárquicas, a construção de um novo hospital em Famalicão e recentemente votado contra a audição do Ministro da Saúde.

 

Famalicão: PS diz-se «na primeira linha de defesa da maternidade»

O Partido Socialista acusa a coligação PSD-CDS de «usar a maternidade do Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA) para fazer demagogia e lançar um clima de alarmismo sobre os famalicenses».
Em comunicado, a Concelhia socialista diz que na última reunião da Assembleia Municipal votou favoravelmente uma proposta da CDU que defendia o Serviço Nacional de Saúde e apelava ao Governo para não encerrar a maternidade de Famalicão. Recorde-se que, no mesmo órgão, votou contra os demais votos apresentados pelos outros partidos que incidiam sobre o eventual fecho do espaço.

Também em setembro foi tornada pública, em vários órgãos de comunicação social, a proposta de reorganização da rede de urgências de obstetrícia e blocos de parto. Segundo o documento, que até ao momento não foi refutado, a Comissão para a Reforma das Maternidades, sugere o encerramento da maternidade de Vila Nova de Famalicão, porque faz menos de mil partos por ano.

O PS assinala que não foi ainda tomada nenhuma decisão e promete estar «na primeira linha de defesa dos interesses dos famalicenses e da maternidade do nosso hospital», acusando o PSD-CDS de «utilizar como arma de arremesso político um documento técnico, sobre o qual não existe nenhuma decisão política».
Os socialistas analisam que há «uma ligeira diminuição populacional registada no último censo» encontrando como causa «as políticas municipais da coligação PSD-CDS. Famalicão regista graves dificuldades para atrair famílias jovens por falta de soluções de habitação e essa é uma responsabilidade da Câmara Municipal».
Muito embora o PS tenha votado contra a proposta do BE para que o Ministro da Saúde fosse ao Parlamento, os socialistas anunciam agora, que por sua iniciativa, Manuel Pizarro «foi convocado para uma audição parlamentar na Comissão de Saúde. O que aconteceu, e só fazia sentido, depois de ter conhecimento cabal do relatório da Comissão de Acompanhamento de Resposta em Urgência de Ginecologia, Obstetrícia e Bloco de Parto».

Reiterando que «os famalicenses podem contar com o sentido de responsabilidade do Partido Socialista perante uma matéria tão importante como esta para as grávidas famalicenses e as suas famílias», os socialistas dão nota que «temos em Vila Nova de Famalicão uma das melhores maternidades do País, que sempre prestou cuidados à população e nunca encerrou mesmo em períodos críticos, graças à sua excelente equipa de médicos, enfermeiros e pessoal auxiliar».

Famalicão: PCP em ações de defesa do SNS e da maternidade de Famalicão

João Dias e Bernardino Soares, do PCP, participaram em ações públicas no distrito, em defesa do Serviço Nacional de Saúde e, particularmente, na continuidade da maternidade de Famalicão. Na denominada Tribuna Pública “Salvar o SNS, Não a novos cortes e encerramentos!”, os intervenientes abordaram a circunstância de que a pretexto da conclusão do estudo elaborado pela Comissão para Reforma das Maternidades e informação pública de recomendações de novos cortes no Serviço Nacional de Saúde, estarem em circulação notícias que apontam o encerramento da maternidade do Hospital de V.N. Famalicão.

O PCP expressou «uma profunda preocupação» pelo facto do Governo do PS «não ter ainda rejeitado publicamente a possibilidade de encerramento da maternidade», colocando um ponto final «na especulação em torno desta matéria», que, segundo os comunistas, «contribui para a campanha perniciosa em curso movida por setores políticos e sociais empenhados na crescente privatização do SNS com o intuito de promoverem o negócio da doença»

No encontro, foram sublinhadas as boas condições que a maternidade oferece às parturientes e às famílias, resultado das recentes obras de melhoramento dos espaços onde funcionam os serviços de Ginecologia e Obstetrícia do hospital.

Foi recordado, ainda, que a população de V.N. Famalicão «tem vindo a ser prejudicada com encerramentos de unidades de saúde, de que são exemplos os centros de saúde de Landim, Arnoso Santa Maria, e com as consequências das políticas de desinvestimento levadas a cabo por sucessivos governos PS, PSD e CDS».

Nesta ação, para além de João Dias e Bernardino Soares, usaram ainda da palavra Hélder Matos, da Comissão Concelhia de V.N. Famalicão do PCP, e Tânia Silva, membro da Assembleia Municipal de V.N. Famalicão.

 

Famalicão: PSD na defesa da maternidade e contra o voto do PS e do deputado Eduardo Oliveira

Em comunicado, a concelhia do PSD de Famalicão reitera o seu compromisso na defesa da manutenção da maternidade do Hospital de Famalicão. «Tudo iremos fazer nas sedes devidas para que a intenção socialista não passe do papel e que o Hospital de Famalicão continue a contar com a sua maternidade», avisa o PSD.

O PSD lamenta que não haja unanimidade quanto à defesa deste serviço hospitalar. A Comissão Política Concelhia do PSD de Famalicão lembra que o PS, incluindo o deputado socialista Eduardo Oliveira, de Famalicão, votou contra a audição do Ministro da Saúde no Parlamento sobre a possibilidade de encerramento de maternidades no país. Um pedido que, recorde-se, tinha sido feito pelo Bloco de esquerda no Parlamento e que foi aceite por todos os partidos com exceção do PS. «Sendo o deputado Eduardo Oliveira conhecedor da excelência da valência que os socialistas querem agora encerrar, estranha-se o seu voto contra em relação à audição do Ministro», sublinha a direção concelhia do PSD.

E, na última sexta-feira, na Assembleia Municipal de Famalicão, CDS, PSD, Chega e CDU apresentaram moções em defesa da maternidade. O PS foi o único partido que não apresentou qualquer voto e chumbou os dos outros partidos, com exceção da proposta da CDU que era mais generalista e referia-se ao Serviço Nacional de Saúde. O líder da bancada do PS, Jorge Costa, disse que as preocupações dos outros partidos sobre o fecho da maternidade são «alarmistas».

O PSD criticou, na Assembleia Municipal, esta «falta de solidariedade» do PS e, agora, em comunicado, volta à carga. Escreve a Concelhia que, «para o PSD de Famalicão, alarmismo é o chumbo do requerimento de audição ao Ministro, impedindo-se, por essa via, o escrutínio e o acesso a informação essencial»; «para o PSD de Famalicão, alarmismo é a maternidade de Famalicão ser a única valência do país a ser referenciada pelo coordenador da Comissão para a Reforma das Maternidades para eventual encerramento»; «para o PSD de Famalicão, alarmismo é o Ministro da Saúde dizer que a decisão sobre o futuro do bloco de partos de Famalicão será tomada pelo novo diretor executivo do SNS e não pelo próprio Ministro da Saúde – portanto, uma decisão técnica e não política», acusa.