Ribeirão: Assaltantes apanhados depois de cortar persiana de uma casa

O caso remonta a 17 de Agosto quando um gang italo-croata composto por 6 homens, entretanto detidos pelas autoridades, forçou a entrada numa habitação, localizada na Rua Dr José Santos Leite, na vila de Ribeirão, através do corte de uma persiana.

Momentos depois de entrarem na casa, os assaltantes foram surpreendidos pela chegada da proprietária, tentaram fugir mas acabaram detidos pela equipa da Polícia Judiciária que já os seguia há alguns meses.

O grupo começou esta semana a ser julgado no Tribunal Judicial de Braga pela série de assaltos que terão cometido, tendo essa vaga terminado na vila de Ribeirão, em Vila Nova de Famalicão. Ao coletivo de juízes nenhum dos seis elementos quis prestar declarações estando agora a proceder-se à audição das testemunhas (donos das casas e elementos da PJ).

O julgamento deverá ficar concluído no decorrer deste mês e a leitura do acórdão deverá ser feita em Outubro.

 

Detido homem que conduzia alcoolizado na Avenida 25 de Abril

Hoje, pelas 02H50, na cidade de Vila Nova de Famalicão, na Avenida 25 de Abril, foi detido pela PSP um cidadão de 40 anos de idade, por condução de veículo automóvel sob influência do álcool, quando submetido ao teste de alcoolemia, apresentou uma TAS de 1,80 g/l no sangue.

O detido foi notificado para comparecer nos Serviços do Ministério Público junto do Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.

Advogada de Barcelos nega burla a empresário mas assume dívida a tio do mesmo

Uma advogada de Barcelos acusada de burlar um cliente em mais de 180 mil euros afirmou hoje, em tribunal, que não deve nada ao queixoso, admitindo apenas que tem “contas a acertar” com um tio do mesmo.

“Dos montantes entregues pelo senhor Dias [empresário queixoso], foi tudo consumido em despesas judiciárias e adiantamentos de honorários”, referiu a arguida, no Tribunal de Braga, no início do julgamento, em que responde por burla qualificada, abuso de confiança e falsificação de documento

Ema Magalhães dos Santos admitiu que tem “contas a acertar” com um tio do queixoso, relativas a três cheques no valor total de 150 mil euros.

O queixoso, um empresário da restauração, disse que, no total, entregou mais de 180 mil euros à advogada.

Explicou que, por não ter dinheiro, pediu ajuda a um tio, que providenciou os 150 mil euros.

Nos primeiros contactos com a advogada, esta ter-lhe-á pedido 17.500 euros para uma alegada perícia a uns documentos alegadamente falsificados.

“[A arguida] disse-me que a perícia custava 20 mil euros mas, como eu apenas tinha 17.500, que me emprestava o resto”, contou o queixoso.

A arguida não assumiu o recebimento desta quantia.

“Pelas quantias que recebi, passei o respectivo recibo”, afirmou.

O queixoso acrescentou que a advogada foi-lhe sempre pedindo novas quantias para tratar dos processos, designadamente 50 mil euros para uma caução e mais 100 mil euros para reforçar a mesma caução.

Caução que, adiantou o empresário, nunca foi prestada, tendo o dinheiro ido parar à conta pessoal da advogada.

“Estava sempre a pedir-me dinheiro, dizia que eu estava em risco de perder todo o meu património e eu, na minha boa-fé, fui dando. Enrolou-me quanto pôde, dizia que metia processos e não metia, que pagava dívidas às Finanças e não pagava, fiquei com a vida arruinada”, referiu.

Em 2016, Ema Santos foi julgada, também no Tribunal de Braga, por burla a um casal de Barcelos, no valor de 238 mil euros.

Antes da leitura do acórdão, a arguida pagou a dívida e o casal desistiu da queixa, pelo que o tribunal declarou extinta a responsabilidade criminal da arguida.

O Ministério Público tinha pedido cinco anos de prisão, com pena suspensa, e a juíza presidente do coletivo lembrou que foi dado como provado que a arguida praticou o crime de burla e que “incorria numa pena bastante elevada, obrigatoriamente de prisão, que poderia ser suspensa ou não”.

Esse processo fez “soar os alarmes” junto do empresário queixoso no caso que hoje começou a ser julgado, que desistiu dos serviços de Ema Santos e procurou outro advogado.

“Nunca mais lá fui [ao escritório de Ema Santos] , não gosto de criar confusões, quando a comida não serve põe-se na beira do prato”, afirmou o empresário.

GNR com “Operação Regresso às Aulas”

A Guarda Nacional Republicana (GNR), na sua área de responsabilidade, no período de 12 a 21 de setembro, realiza um conjunto de ações de sensibilização dirigidas aos diversos intervenientes no ambiente escolar, desde professores, alunos e encarregados de educação.

Neste período, “as Secções de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário irão desenvolver diversas ações de sensibilização no âmbito da segurança em casa, na rua e ainda segurança rodoviária, destacando-se os temas da violência escolar e dos novos desafios da internet, em particular, das redes sociais.”

«A GNR tem à sua responsabilidade mais de 5 mil estabelecimentos de ensino, onde cerca de 1 900 militares irão promover estas ações e transmitir alguns conselhos de segurança, designadamente:

  • Aos jovens estudantes

Na deslocação de e para a escola circula sempre que possível acompanhado ou em grupo e evita passar em locais isolados ou com pouca luz;

Nem sempre o caminho mais perto é o caminho mais seguro;

Memoriza no telemóvel o número do Posto da GNR local, num dos números de marcação rápida;

Espera pelos teus pais, por algum familiar ou amigo, dentro da escola;

  • Na internet:

Escolhe bem os conteúdos que publicas;

Palavras-passe: não as deixes acessíveis, não as mostres a amigos, altera-as e usa diferentes para vários serviços;

Se te sentires ameaçado na internet, pede ajuda a outra pessoa;

Qualquer pessoa pode estar online. Não acredites em tudo o que te dizem ou mostram;

Não te isoles. Se te acontecer algo perturbador online, denuncia.

Sempre que tiveres um problema, informa os teus pais ou encarregados de educação ou pede ajuda a um professor ou a um auxiliar da escola.

  • Aos pais:

Acompanhe o desenvolvimento escolar do seu filho e as suas rotinas;

Ensine o seu filho a colocar o número do Posto da GNR local, num número de marcação rápida;

Sempre que tiver conhecimento ou suspeita de que o seu filho ou colegas estejam a ser vítimas de ameaças, agressões ou outro tipo de crime, informe de imediato a GNR. A nossa ajuda poderá ser decisiva!»

Câmara de Famalicão oferece livros escolares ao 7.º ano e fichas de apoio ao 1.º ciclo

Neste ano letivo, a Câmara Municipal de Famalicão decidiu alargar a gratuitidade dos manuais escolares ao 7.º ano de escolaridade, cedendo a todas as famílias os livros das disciplinas nucleares de Português, Matemática, Língua Estrangeira I e II, História, Geografia, Ciências da Natureza e Física e Química. A medida abrange um universo de cerca de 1500 alunos, implicando um valor estimado municipal de 176 euros por cada aluno.

Para além dos livros do 7.º ano, a autarquia mantém a oferta das fichas de trabalho a todas as crianças do 1.º ciclo do ensino básico, beneficiando perto de cinco mil crianças. No total, o município investe cerca de 400 mil euros em manuais escolares.

O apoio municipal surge depois de o Governo ter assegurado o empréstimo dos manuais ao 1.º e 2.º ciclo, abrindo assim o caminho da autarquia famalicense para reinvestir a verba destinada à educação no 7.º ano do 3.º ciclo.

Isto significa que uma família com um filho no 1.º Ciclo do Ensino Básico e outro no 7.º ano vai poupar cerca de 210 euros, em Famalicão, com a aquisição dos livros escolares.

Mas os apoios não se ficam por aqui, através do Banco de Livros Escolares o município famalicense conseguiu arrecadar mais de um milhar de manuais usados, distribuindo-os por 254 famílias.

Ao longo de quinze anos, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão ofereceu os manuais escolares e fichas de apoio a todas as crianças do 1.º ciclo do ensino básico no concelho, tendo sido a primeira Câmara do país a adotar a medida que é uma realidade em Famalicão desde o ano letivo 2001/2002. Em 2017/2018, a autarquia cedeu os manuais aos alunos do 5.º e 6.º ano e agora chega ao 3.º ciclo.