PJ chamada a investigar incêndio num carro em Famalicão

A Polícia Judiciária está a investigar o que terá provocado o incêndio numa viatura estacionada na Rua de Mões, em Gavião, Vila Nova de Famalicão.

A situação deu-se por volta das 22h00 deste sábado e acontece poucos dias depois de um outro carro ter ardido nas proximidades daquele local.

A população desconfia que haja alguém mal intencionado que esteja a provocar estes incêndios, uma vez que ambas as situações aconteceram de noite, em horas onde a visibilidade de quem por ali passa é reduzida, e com os carros estacionados.

O Audi que ardeu este sábado ficou completamete destruído. No local estiveram os Bombeiros Voluntários Famalicenses e a PSP de Famalicão que passou o caso para os elementos da PJ que agora investigam.

Carro entra em despiste e cai de algumas dezenas de metros

Uma viatura que seguia numa estrada paralela à nacional 206, em Requião, despistou-se e caiu de uma ravina de algumas dezenas de metros.

O acidente aconteceu por volta das 19h00 deste sábado, por sorte não estava ninguém a passar na Rua da Espadaneira, local onde a viatura acabou por cair.

No interior do carro estavam dois homens, com cerca de 30 anos, que conseguiram sair do veículo pelo próprio pé e recusaram ser levados para o hospital.

No local estiveram os Bombeiros Voluntários Famalicenses.

Não havia necessidade

CRESCIMENTO. Em 2017, Portugal cresceu 2,7%. Um bom resultado que só timidamente pode ser festejado.  Voltamos a crescer, crescemos desde 2014, mas não o suficiente para as nossas necessidades. Portugal cresce menos que os seus parceiros europeus. Dos 28 Estados da União Europeia, 21 cresceram mais que Portugal. Se a comparação for estabelecida com países que foram objeto de programas de ajustamento e que tiveram uma saída limpa, como é o caso da Irlanda, da Espanha e de Chipre, verificamos que todos apresentam taxas de crescimento superiores à nossa.

ENDIVIDAMENTO.Por outro lado, importa notar que o endividamento do Estado contínua a bater sucessivos máximos, a balança comercial tem vindo a degradar-se e continuamos sem recuperar o diferencial de produtividade face à média europeia que, inclusivamente, se agravou em 2017.

REALISMO. O triunfalismo exibido pela esquerda não faz sentido e menos sentido faz invocar a politica de reversões e de devolução de rendimentos como causa direta do crescimento. Este resulta sobretudo do esforço dos empresários, de uma conjuntura externa favorável, da politica monetária expansionista do BCE, que reduziu significativamente os custos do financiamento,e das reformas estruturais do anterior governo.

AMBIÇÃO. Temos de crescer mais e podíamos estar a crescer mais se, ao invés de revertermos as reformas, aproveitássemos o contexto externo favorável para realizar aquelas que importava prosseguir de modo a corrigir os desequilíbrios estruturais que persistem. Como não o fazemos, crescemos pouco e corremos riscos de crescermos ainda menos assim que a conjuntura externa se deteriorar.

CONGRESSO. Não costumo escrever sobre a vida politica interna do meu partido. Mas seria estranho que não o fizesse na sequência da realização do seu 37º Congresso Nacional. Limito-me a duas breves notas. Pela positiva, o discurso de encerramento de Rui Rio. Bem estruturado e com uma agenda reformista assente nas questões sociais, com especial destaque para a educação, saúde, segurança social, natalidade e terceira idade. Pela negativa, a escolha da Elina Fraga, ex-bastonária dos advogados, responsável por um dos casos de judicialização da política mais graves da historia da democracia portuguesa, razão bastante para que não tivesse sido convidada. Não havia necessidade.

Jorge Paulo Oliveira

A Praceta em Tebosa

Fora nunca um hábito meu, o do encontro no café, ao fim da tarde, com os amigos. Para aquela conversa agradável em que se esgrimem favoritismos no futebol e se diz mal dos políticos. Entre muitas outras coisas, claro, as bastantes para ir sedimentando a confiança, a boa camaradagem, e, como se verá, idealizando saudáveis iniciativas.

Não vou lá todos os dias, ao café S. Paulo (para quem não sabe, na Rua Ana Plácido). E, porque não lhes pedi autorização, não nomearei os meus companheiros de mesa. Acrescentarei somente, não é costume sair de lá mal disposto com os debates.

Feito o introito, revela-se essencial a identificação de um outro personagem: o Sr. Bruno Duarte, funcionário do S. Paulo, um jovem ainda, no estado civil de noivo, com quem todos os dias a dita tertúlia contactava – era atendida por ele. O Sr. Bruno Duarte, bravamente, como os portugueses de outrora, tomou uma decisão de muita coragem – estabeleceu-se agora por conta própria.

E o presente capítulo, na forma esquálida de um parágrafo, leva-nos às arábias para onde partiu o Sr. Bruno Duarte. Enfim, não vou dizer que tenha sido para muito, muito longe; mas foi para fora deste condado, o Sr. Bruno Duarte instalou-se em Tebosa, já no termo da capital do nosso distrito. Sem querer prolongar a lição de geografia, em terras onde ordena Sua Ex.cia Rev.ma o Senhor Arcebispo de Braga, Primaz das Espanhas, enquanto as nossas se regem pelos ditames do foral concedido por Sua Majestade a Rainha D. Maria II. Tebosa, com o Sr. Bruno Duarte, transformou-se num local de paragem, em vez de apenas passagem. Aliás, muito gratificante: a gente deixa a EN14 por um bem tratado caminho municipal, faz duas ou três curvas adiante, e sobe até ao silêncio de outras eras, mesmo ao pé da igreja paroquial. Toda ela em granito despido, oxalá ninguém – nem alanos, nem sarracenos – se lembre de a arrasar em outra qualquer invasão. Estamos perto, pois. Naquela calmaria, um pouco abaixo, ergueu-se um prédio civilizadíssimo, sobre o comprido mas dividido em fracções de rés-o-chão e primeiro andar apenas. Na ponta de cá A Praceta, o estabelecimento do Sr. Bruno Duarte. Um poiso excelente para uma cerveja à tardinha e dois dedos de filosofia.

O certo é que o atrás referido grupo de académicos resolveu abençoar honoris causa A Praceta. Combinou-se tudo, os carros que rumariam os domínios arcebispais, o dia e a hora de partida. Assim aconteceu, em conformidade com o planeado. E estava a cabeça da comitiva a chegar a Tebosa ainda a sua cauda rabiava em Famalicão. Tantos os nossos epicuristas!… Com eles, em vez de ouro, incenso e mirra – espumante do bom.

Fomos recebidos com uns petiscos. Fizeram-se as indispensáveis saúdes, souberam-se pormenores. Além de padaria e pastelaria, servem-se também refeições ligeiras e assiste-se à bola no Sport TV.

As felicidades que todos desejámos ao Sr. Bruno Duarte, então, são as que eu, aproveitando este espaço, agora renovo, cheio de esperança no sucesso do seu negócio. Tem-me lá, nas minhas deambulações minhotas!

João Afonso Machado

F.C.Famalicão regressa aos triunfos

O Futebol Clube de Famalicão regressou às vitórias ao vencer em casa o Sporting da Covilhã por 1-0, em jogo da 26.ª Jornada da Ledman LigaPro.

O golo da vitória chegou aos 88’ minutos, num remate de Joel, a ganhar uma segunda bola e a rematar de forma convicta para o fundo da baliza.

O jogo teve quase sempre como sentido único a baliza do Covilhã, que ficou reduzia a 10 depois de expulsão de Fatai aos 22’ minutos. Depois deste momento o SC da Covilhã baixou ainda mais as linhas e só no período de compensação procurou a baliza de Gabriel.

Aos 31’ minutos Deni Hocko esteve perto de inaugurar o marcador com um remate forte, mas o guarda-redes visitante conseguiu defender a dois tempos. Depois, aos 37, foi a vez de Feliz rematar ao lado. Nos descontos do intervalo (45+1) João Faria de cabeça, após passe de Feliz, atirou ao lado, em mais uma oportunidade no primeiro tempo.

Na segunda parte, Igor voltou a ‘travar’ um remate forte de Denni Hocko (49’), repetindo o feito quando Mendes tentou também com força (54’).

A posse de bola foi sempre do Famalicão mas nem sempre com muitas oportunidades já que o Covilhã defendeu sempre com duas linhas, obrigando o formação da casa a variar o (os números de remates, 13 contra 2, espelham isso).

Aos 83’ minutos, Anderson tentou de cabeça acabar com o ‘enguiço’, mas a bola saiu ao lado. Com o Covilhã cada vez mais fechado só o remate de Joel acabou com a resistência serrã, com um remate forte a bater Igor.

Mas Joel aproveitou um mau alívio da defesa do Covilhã e à entrada da área, a um minuto do Só a perder o Covilhã procurou a baliza mas no único lance de perigo Gabriel segurou o cabeceamento de Zarabi.

Jogo disputado no Estádio Municipal de Famalicão.

Árbitro Fábio Piló de Leiria.

FC Famalicão: Gabriel, Joel, José Pedro, João Faria, Denner (Vasco, 38’), Fabinho (Anderson, 65’), Hocko, William (Diogo Cunha, 75’), Feliz, Mendes e Jaime Poulson.

Treinador: Vasco Seabra.

Sporting da Covilhã: Igor Rodrigues, João Dias, Zarabi, Joel Vital, Paulo Henriques, Gilberto (Moses, 90+2’), Makola, Renato, Fatai, Reinildo (Vitó, 90+2’) e Adul Seidi (Amadú Turé, 70’).

Treinador: José Augusto.

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Renato (45’), Joel Vital (56’), Reinildo (59’), Gilberto (62’) e Jaime Poulson (87’), Diogo Cunha (90+5’) e Joel (90+6’). Cartão vermelho direto para Fatai (22’).

Imagem: F.C.Famalicão

Detido em Espanha por furto na Póvoa de Lanhoso

A Guarda Nacional Republicana (GNR) da Póvoa de Lanhoso, deteve esta sexta feira, um indivíduo suspeito de furto de um veículo pesado de mercadorias e de uma máquina retroescavadora.

A detenção ocorreu no âmbito de uma ação em cooperação internacional com a Guardia Civil de Espanha.

Segundo um comunicado emitido pelo Comando de Braga da GNR, as viaturas tinham sido furtadas na madrugada de sexta feira, numa empresa de exploração de granitos na Póvoa de Lanhoso, tendo os militares, através do Centro de Cooperação Policial e Aduaneira de Valença do Minho/Tuy, informado a Guardia Civil da possibilidade das viaturas estarem a circular em Espanha.

A Guardia Civil acabou por localizar o veículo furtado e deter o condutor, que será presente a tribunal em Espanha.