Autárquicas 2021: Líder do PSD propõe adiamento por 60 dias

O presidente do PSD propôs esta sexta-feira, em conferência de imprensa, o adiamento das eleições autárquicas por 60 dias. Rui Rio garante que a proposta vai dar entrada no Parlamento ainda esta sexta-feira.

De acordo com a lei eleitoral para as autarquias locais, as eleições autárquicas são marcadas “por decreto do Governo com, pelo menos, 80 dias de antecedência” e realizam-se “entre os dias 22 de setembro e 14 de outubro do ano correspondente ao termo do mandato”. Com a proposta do PSD, as eleições seriam marcadas entre 22 de novembro e 14 de dezembro deste ano.

O Governo quer atingir a imunidade de grupo no fim do verão, quando tiver 70% da população vacinada contra a covid-19, mas Rui Rio teme que a imunidade de grupo não seja atingida nessa altura e, por isso, sugere o adiamento por 60 dias.

«Se a 31 de agosto não tivermos os 70% este adiamento até pode ser curto. Estou muito cético que se consiga 7 milhões de pessoas vacinadas em 31 de agosto com as duas doses». Mesmo admitindo que esse objetivo seja alcançado, «se o Governo marcar as eleições para 20 e tal de setembro, significa que se poderá fazer campanha eleitoral durante cerca de 20 dias. Parece-me manifestamente curto que se tenha apenas 20 dias para se fazer uma campanha eleitoral», assumiu Rui Rio

Famalicão: CHEGA repudia chumbo de voto de protesto sobre alegada violência escolar

O grupo municipal do CHEGA, pela voz da deputada Teresa Margarida Borges, apresentou, na última Assembleia Municipal, um voto de protesto sobre «a grave situação de violência» na Escola Bernardino Machado, na vila Joane.

A denúncia tem por base relatos «de docentes e assistentes operacionais, sobre episódios de agressões de alunos» a estes profissionais. Segundo o CHEGA, estas situações «não estão a ser devidamente tratadas pela direção do agrupamento». Pelo exposto, em nota enviada à comunicação social, a Comissão Política «repudia o chumbo» pela maioria na Assembleia Municipal e acusa a direção da escola («segundo relatos», refere o CHEGA) de «normalizar a violência» na escola «pela omissão deliberada de quem tem o dever de proteger os profissionais de educação».

O Voto de Protesto do CHEGA propunha, por exemplo, a abertura imediata de um processo de averiguação independente; recomendar a divulgação pública e transparente de dados relativos a ocorrências disciplinares e segurança escolar; e instar as entidades competentes a garantir, sem ambiguidades, a proteção dos professores e o respeito dentro das escolas.

O chumbo da proposta pela maioria na Assembleia Municipal é, segundo o CHEGA, demonstrativo «da indiferença perante a segurança dos profissionais de educação e a autoridade nas escolas».

Já há data para o início da próxima época

A edição 25/26 da I Liga ainda não terminou, mas já há data de início para a próxima. Será no fim de semana de 8 e 9 de agosto e a derradeira jornada será no fim de semana de 16 de maio de 2027.

A Federação Portuguesa de Futebol e Liga divulgaram esta quarta-feira as datas para o arranque das competições na próxima temporada. A Supertaça, entre o campeão nacional e o vencedor da Taça de Portugal, joga-se no dia 31 de julho, 1 ou 2 de agosto.

A Taça de Portugal começa a 30 de agosto. A terceira eliminatória, marcada para 18 de outubro, já terá equipas da I Liga. As formações apuradas para as provas europeias entram apenas na ronda seguinte, agendada para 22 de novembro. As meias-finais, a uma mão e em campo neutro, estão previstas para os dias 22 e 23 de maio do próximo ano. A final é no dia 30 desse mês.

Também a segunda liga começa no fim de semana de 9 de agosto. Os play-offs, entre o 16.º classificado do principal campeonato e o terceiro da segunda liga, e entre o 16.º classificado do segundo escalão e o terceiro da Liga 3, estão agendados para 29 de maio e 6 de junho (alternativas a 26 de maio e 2 de junho).

Os quartos de final da Taça da Liga jogam-se entre 27 e 29 de outubro e a final four entre 5 e 9 de janeiro do próximo ano.

Famalicão: “Anda daí” ao PCP para falar da Segunda Guerra Mundial

A quarta sessão do ciclo “Anda daí”, uma organização da Comissão Concelhia do PCP decorre na tarde deste sábado, 2 de maio, a partir das 15 horas, no Centro de Trabalho do partido. O encontro é, desta vez, dedicado à Segunda Guerra Mundial.

Dando continuidade ao percurso das edições anteriores, é proposto o diálogo sobre um dos períodos mais marcantes da História recente, abordando as principais causas que estiveram na origem do conflito, «bem como as suas consequências políticas, económicas e sociais à escala global, nomeadamente no que diz respeito à arquitetura de segurança do pós-guerra, que (ainda) define a dialética entre a diplomacia, a paz e a guerra que marca as relações internacionais na atualidade», explica o PCP:

Com o Anda Daí #4, a concelhia comunista reafirma o seu compromisso «com a preservação da memória histórica e da intervenção cívica que, mais do que nunca, é necessária para que, através da elevação progressiva da consciência social e política do nosso povo, se possa materializar, no futuro, um mundo melhor e mais justo».

Famalicão: Iniciativa Liberal acusa Câmara de duplicar chefias com a «complacência» do PS e CHEGA

A Iniciativa Liberal de Famalicão manifesta, em comunicado, a sua perplexidade com a aprovação do novo organigrama da Câmara Municipal de Famalicão. Segundo a sua análise, duplica os cargos de chefia e «terá um impacto de aproximadamente 2 milhões de euros anuais nas contas do nosso município». A proposta foi aprovada, na passada semana, na última reunião de Câmara, por sugestão da coligação PSD-CDS «e não merecendo oposição nem dos vereadores do PS, nem do Chega», observou a IL, que esteve a assistir aos trabalhos, por Paulo Ricardo Lopes.

Ainda segundo o coordenador da concelhia da IL, «é de salientar a postura conivente de PS e Chega», por não apresentarem «nenhuma questão, nem tão-pouco se questionar o impacto financeiro desta alteração. Se alguém estava à espera de oposição eficaz por parte destas forças políticas tem aqui a demonstração da falta de defesa do contribuinte famalicense que PS e Chega representam», critica.

Paulo Ricardo Lopes realça que «é lamentável constatar que os interesses dos contribuintes famalicenses não estão defendidos no nosso executivo camarário, estando medidas despesistas a ser aprovadas sem nenhuma oposição. Sendo muito estranho ver partidos que se apresentam contra “tachos e mordomias dos políticos” aprovarem esses mesmos comportamentos»

Assim, a IL sugere que os votantes do PS e Chega questionem de que «lhes valeu o voto, ao verem a incapacidade demonstrada para vigiar os excessos da coligação PSD-CDS».

Famalicão: PS reunido em Arnoso Santa Eulália para celebrar Abril

Foi sob o mote “25 de Abril Sempre”, que o PS se reuniu, em Arnoso Santa Eulália, num almoço comemorativo da Revolução dos Cravos. Em nota de imprensa, o partido fala de uma «forte adesão» de militantes, simpatizantes e comunidade local, evidenciando «a mobilização do partido», cujo líder teceu críticas ao executivo municipal.

Eduardo Oliveira referiu que «há sinais preocupantes de desvalorização do papel democrático da oposição», de que será exemplo «a colocação dos vereadores da oposição num gabinete localizado nos fundos de um espaço comercial», a rejeição «sistemática» de propostas apresentadas pelo PS e «a exclusão de presidentes de junta eleitos pelo partido de visitas institucionais às suas próprias freguesias». Sinais, referiu o dirigente socialista, de que o presidente da Câmara Municipal de VN Famalicão «lida mal com a oposição».

Do deu lado, Eduardo Oliveira, e segundo a nota de imprensa, diz ter o partido empenhado «na defesa dos valores de Abril», com o compromisso «de uma oposição firme, responsável e construtiva».

Famalicão: Eduardo Oliveira integra Comissão Política Nacional do PS

O líder do PS de Famalicão é membro efetivo a Comissão Política Nacional. Eduardo Oliveira considera que «é com grande sentido de responsabilidade e compromisso que integro a Comissão Política Nacional do Partido Socialista. Este é também um momento importante para reforçar a ligação entre o plano nacional e as realidades locais, de forma a oferecer respostas mais eficazes aos desafios que o país enfrenta».

Composta por 65 elementos, a Comissão Política Nacional reúne várias figuras nacionais socialistas. Entre os nomes eleitos recentemente destacam-se, por exemplo, Fernando Medina, Alexandra Leitão, Mariana Vieira da Silva, Marta Temido, Francisco Assis e Ana Catarina Mendes.