Aumento de preços: Miolo de pinhão, muito usado nos doces de natal, chega aos 291 euros o quilo

Com a chegada da época natalícia, há um natural aumento da procura por miolo de pinhão, um ingrediente que faz parte de muitos doces de natal, como é o caso do bolo rei e bolo rainha.

No entanto, estima-se que este seja um ingrediente que marque cada vez menos presença nas receitas dos portugueses, uma vez que o preço atingiu valores nunca antes vistos.

O SemanárioV relata que já existe miolo de pinhão a quase 300 euros o quilo, como comprova a imagem, registada numa superfície comercial do Minho.

96 Comments

  1. E então? O que não falta aí são coisas bem mais caras que isso ao quilo e nao vejo lá muita gente preocupada sinceramente…

  2. Na terra do ZéPanão até os pinhões já são só para os mamões dos 7000€ euros mês com hotel de saúde por conta..

  3. Esta gente está a ficar maluca, só pensam em aumentar, os artigos que vendem e eu volto a dizer, todos aqueles, que aumentam , de qualquer maneira e não sem lembram de quem precisa deles, que se lembrem que tão morrem como qualquer um de nós, OPORTUNISTA E ARASIAS DA SOCIEDADE.

  4. Ainda a carteiras gordas
    Eu gosto. Muito mas a esse
    Preço ninguém devia comprar
    É triste 🤦‍♂️🤦‍♂️

  5. Os incêndios, a seca e o ninguém querer fazer nada a não ser muito bem pago, a apresentar resultados.
    Mas se fosse só o pinhão… o grande problema é que está tudo, seja alimentar ou não, a preços completamente descabidos e a carga fiscal, não abranda de modo algum. Se compararmos as taxas de IVA e a sua distribuição pelos bens/serviços aqui na vizinha Espanha…. é revoltante. Mas o povo gosta, pois o governo foi eleito com maioria absoluta.

  6. No que depender de mim ,bem que vão ficar na prateleira! Para estarem a este preço,de certeza que vieram de trincheira em trincheira,escapando entre mísseis e balas da Ucrânia a Portugal,todos suadinhos!! Haja lata para tamanha roubalheira!

  7. Bem fiz eu,em comprar pinhões em Agosto.
    Porque fui à feira,e comprei no Sr do café.
    Se soubesse disto tinha comprado mais.
    Só comprei,2 embalagens pequeninas.

  8. E muito, simples boa gente, o governo estipulou que as grandes empresas, têm que pagar impostos sobre os lucros extras ás grandes superfícies e não só, não demorou muito tempo e eu tenho provas o pingo doce aumentou a redondar 30 por cento no pão numa semana para outra, logo após o governo anunciar o aumento, pois se não houver fiscalização ninguém para o aumento da inflação ,considero isto uma guerra o rico contra o pobre!

  9. A solução para eles baixarem o preço é não comprar qualquer produto. Ao fim que os comam eles os comerciantes 😡😡😡

  10. Quem vendem os pinhões a 291 kg quer o dinheiro quer o Pinheiro 🌲 quer o bolo 🧁Rei quer e o bolo Rainha e ainda os mexidos facão bom proveito quem tudo quer tudo perde😌

  11. Alguém que explique este aumento deste produto… Ah e tal… Ardeu o pinhal de Leiria 😂😂😂, é aproveitamento puro e simples.

  12. Mais uma desculpa para subir o preço do bolo rei e de outros doces típicos da época. Mas depois, vai-se a ver e nem um pinhão vão ter!

  13. Tive um aluno há uns anos que me disse que vendia a 3 euros o kg. Pedi 5 kg e trouxe-me 5 kg de pinhas secas…

  14. Nem divida existir à venda. Segundo a lei entre 1 de Abril e 1 de Dezembro é proibido apanhar pinhas, mesmo que estejam caídas no chão.

  15. Mais uma grande notícia da comunicação social , para causar alarmismo e revolta e entre as pessoas… Mas só engana os Patos, uma pequena pesquisa e vimos que o preço praticados não são estes

  16. O pinhão andava sempre na média dos 50 euros o kilo.
    Estes gajos querem enriquecer á custa do Zé Povinho

  17. Pinhão na minha mesa de Natal não vai existir, tenho boca para comer não tenho é bolsa para pagar.
    Cruzes canhoto 🙄

  18. os preços são livres cada um vende ao preço que quer mas não é esse o preço que se vai praticar no geral não passará os cem euros

  19. Para combater isto é não comprar. Simples assim, procura e oferta.
    Existem outros frutos secos que facilmente substituem o pinhão.

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Junta de Cavalões condena vandalismo em ponte histórica

A ponte de S. Veríssimo, em Cavalões, no concelho de Famalicão, foi recentemente alvo de atos de vandalismo, com a pintura de uma frase e vários símbolos.

A situação foi denunciada pela Junta de Freguesia, que lamenta os danos causados num espaço de valor histórico e pertencente a toda a comunidade. Em publicação nas redes sociais, a autarquia relembra que “o que é de todos deve ser respeitado por todos”, apelando ao sentido de responsabilidade dos cidadãos.

A Junta reforça ainda a importância de proteger, valorizar e preservar o património local, sublinhando que estes comportamentos prejudicam a identidade e a memória da freguesia.

Há 80 carros por dia a chumbar automaticamente na inspeção

Mais de 80 carros estão a chumbar por dia na inspeção por um motivo simples: não fizeram o “recall” obrigatório das marcas.

A regra entrou em vigor a 1 de março e, em apenas 40 dias, já levou à reprovação de cerca de 3.500 veículos.

Em causa estão falhas técnicas identificadas pelos fabricantes, que obrigam os proprietários a ir à oficina. Quem não resolve o problema, chumba automaticamente na inspeção, logo à chegada.

As autoridades alertam: antes de ir à inspeção, confirme se o seu carro tem algum “recall” por fazer.

Padaria/Pastelaria ‘Desejos’ de Brufe assaltada

A Padaria / Pastelaria ‘Desejos’, localizada na freguesia de Brufe, localizada na rua Padre Domingos Joaquim Pereira, a par da N204, foi assaltada na última noite.

O crime terá ocorrido cerca das 00h00. Os assaltantes acederam ao interior do estabelecimento depois de partir o vidro da porta.

Ao que a Cidade Hoje apurou, o grupo terá destruído a caixa que recebe o dinheiro dos clientes e faz a gestão do troco, para além da máquina do tabaco.

Terão conseguido abandonar o local com uma quantia reduzida em dinheiro e tabaco.

O espaço dispõem de sistema de vídeo vigilância, pelo que o assalto terá ficado registado pelas câmaras.

A situação foi reportada à GNR.

Governo mexe no imposto dos combustíveis e dá ‘novo desconto’

O Governo aprovou uma nova redução do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP), com impacto direto no preço dos combustíveis.

A descida será de 1,5 cêntimos por litro no gasóleo e de 0,6 cêntimos na gasolina simples. Com este alívio fiscal, o aumento previsto para o gasóleo deverá fixar-se nos 8 cêntimos por litro, em vez dos 10 inicialmente estimados.

Já no caso da gasolina, o preço deverá subir cerca de 6 cêntimos por litro, ligeiramente abaixo dos 6,5 cêntimos previstos antes da redução do imposto.

GNR descobre 600 mil euros em tabaco ilegal

A GNR deteve três homens, com idades entre os 19 e os 54 anos, numa operação realizada em Guimarães, que resultou na apreensão de cerca de dois milhões de cigarros sem estampilha fiscal obrigatória e sem documentação que comprovasse a sua origem legal.

De acordo com a autoridade, os suspeitos estão indiciados pelo crime de introdução fraudulenta no consumo, tendo a ação ocorrido na passada quarta-feira.

O valor comercial da mercadoria apreendida ultrapassa os 622 mil euros, sendo que a sua colocação no mercado poderia representar um prejuízo de cerca de 449 mil euros para o Estado, em sede de Imposto Especial de Consumo (IEC).

 

Além do tabaco, os militares da GNR apreenderam ainda o veículo utilizado no transporte da carga ilícita e três telemóveis.

Trabalha-se mais em Portugal do que na maioria da Europa

Portugal está entre os países da União Europeia onde se trabalha mais horas por semana. Segundo dados da Pordata, a carga horária média no país atinge as 39,7 horas semanais, acima das 37 horas registadas no conjunto dos 27 Estados-membros em 2025.

No contexto europeu, Portugal ocupa a quinta posição, sendo apenas ultrapassado pela Grécia, Polónia, Roménia e Bulgária. Já em países como os Países Baixos, Dinamarca e Alemanha, a média semanal é mais reduzida, reflexo da maior expressão do trabalho a tempo parcial.

A análise, com base em informações do Eurostat, aponta ainda para níveis elevados de precariedade laboral, sobretudo entre os mais jovens. Em Portugal, cerca de 40% dos trabalhadores com menos de 30 anos têm contratos temporários, colocando o país entre os que registam maiores taxas neste indicador.

Apesar de uma elevada taxa de emprego jovem, os salários continuam abaixo da média europeia. Em 2024, o rendimento médio a tempo completo fixou-se nos 2.068 euros, bastante distante dos mais de 3.300 euros observados na média da União Europeia.