Desempregados que não recebem subsídio estão a perder acesso à tarifa social de energia

A notícia foi avançada esta terça-feira pelo Jornal de Notícias. Segundo o diário, a definição de cliente economicamente vulnerável está a deixar de fora pessoas sem rendimentos. E exemplifica: os desempregados só beneficiam da tarifa social de energia se receberem subsídio de desemprego. Isto significa que quando ficam sem subsídio perdem igualmente o apoio para suportar os custos com gás e eletricidade.

Há ainda queixas relativamente à demora no acesso à tarifa por problemas no cruzamento de dados entre os sistemas da Segurança Social, das Finanças e da Direção-Geral da Energia e Geologia (DGEG), e casos de cessação injustificada.

Estes casos levaram a Provedora de Justiça a expor a situação ao Ministério do Ambiente, que tutela esta tarifa social, mas o Governo já adiantou que “não estão previstas alterações à legislação”.

Notícia completa no SAPO24

Famalicão: Mochila com objetos pessoais desaparece no cemitério de Ruivães, junta de freg. lança apelo

Uma mochila com uma série de pertences pessoais desapareceu no cemitério de Ruivães, ao final da manha do último domingo.

No interior da mochila estava uma carteira, óculos, telemóvel e documentos médicos de elevada importância. A junta de freguesia de Ruivães recorreu às redes sociais para relatar o sucedido, de forma a sensibilizar quem terá ficado na posse da mochila a devolvê-la.

Segundo a autarquia “as pessoas envolvidas encontram-se muito desorientadas, abaladas e a precisar urgentemente da documentação e seus pertences”.

Se tem informações sobre este caso deve contactar de imediato a junta de freguesia ou procurar as autoridades locais.

Famalicão: Homem encontrado inconsciente dentro de carro no centro da cidade

Um homem foi, na madrugada desta terça-feira, encontrado inconsciente no interior de um automóvel, na Rua Luís Barroso, no centro da cidade de Vila Nova de Famalicão.

A vítima estava, cerca das duas da manhã, fechada no interior da viatura e, por razões que não foram apuradas, não respondia às pessoas que o encontraram e o tentaram abordar através do exterior.

Esta situação motivou a intervenção dos Bombeiros Voluntários Famalicenses que conseguiram reverter a situação e asseguraram o transporte do homem para a unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave.

 

Famalicão: Bombeiros realizam resgate animal no centro da cidade

Na manhã desta terça-feira, os Bombeiros Voluntários Famalicenses foram acionados para o resgate de um pequeno gato.

O felino colocou-se no varandim de um dos prédios, na Rua Augusto Correia, não conseguindo de lá sair.

O alerta foi dado por parte da dona do animal que não conseguia aceder ao local para o retirar em segurança.

Em poucos minutos, e com ajuda da autoescada, os Bombeiros Famalicenses conseguiram trazer de volta o gato até casa.

Para a realização do resgate foi necessário proceder ao corte momentâneo do trânsito naquela rua.

Imagem: B.V.Famalicenses

Vila do Conde: Jovem de 22 anos esfaqueado três vezes

Um jovem de 22 anos foi esfaqueado, esta segunda-feira, em Vila do Conde.

Segundo relata o Jornal Correio da Manhã, o crime aconteceu à noite na sequência de um desentendimento ocorrido durante a tarde entre a vítima e o agressor, junto à doca de Vila Chã.

O jovem foi socorrido pelos bombeiros de Vila do Conde e transportado para o hospital da Póvoa de Varzim.

Não corre risco de vida, garante a mesma fonte.

O agressor, apesar de se ter colocado em fuga, foi detido pela PSP.

 

 

 

Medida do governo entra hoje em vigor: Botija de gás não pode custar mais de 29,47 euros

Na sexta-feira, o Governo voltou a fixar preços máximos para o gás engarrafado, tal como já tinha acontecido durante a pandemia de covid-19, determinando que uma garrafa de butano de 13 quilogramas (kg) terá como valor máximo 29,47 euros, enquanto as garrafas de 12,5 kg vão custar até 28,34 euros, segundo os números da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

No caso do GPL propano T3, o máximo varia entre 29,11 euros por garrafa de 11 kg e 23,81 kg por botija de nove quilogramas. As garrafas de GPL propano T5, por sua vez, vão custar até 109,08 euros (45 kg) ou 84,84 euros (35 kg).

Segundo os dados enviados à Lusa pelo Ministério do Ambiente, estes máximos, considerando os preços reportados nos primeiros dias de agosto, representam uma poupança de 3,180 euros por garrafa no caso das botijas T3 de 13 kg.

No caso da garrafa T3 de 11 kg de propano, a poupança é de 3,258 euros.

Já na garrafa T5 de 45 kg de propano a poupança é de 6,206 euros.

O Ministério do Ambiente e da Ação Climática recordou, na sexta-feira, que a lei n.º 69-A/2021 introduz a possibilidade de fixação das margens máximas de comercialização dos combustíveis simples e para o gás de petróleo liquefeito (GPL) engarrafado.

À ERSE cabe propor a fixação das margens máximas em qualquer componente comercial que faça parte da formação do preço de venda ao público do GPL engarrafado.

Por sua vez, e após ouvida a Autoridade da Concorrência, cabe ao Governo fixar excecionalmente as margens.

“Neste enquadramento e com base na proposta recebida da ERSE e no parecer da Autoridade da Concorrência, bem como os seus fundamentos, por razões de interesse público e por forma a assegurar o regular funcionamento do mercado e a proteção dos consumidores, o Governo português entende que se afigura justificada a operacionalização das regras relativas à fixação de margens máximas e respetivo preço de venda ao público do GPL engarrafado, por período temporal limitado (até ao dia 31 de outubro de 2022)”, assinalou.

No diploma publicado em Diário da República, o executivo ressalvou que as variações mensais são calculadas e publicadas no ‘site’ da ERSE, sendo que a estes preços máximos apenas podem acrescer “custos com o serviço de entrega”, quando as garrafas são compradas por via telefónica ou eletrónica e disponibilizadas em local diferente do ponto de venda.

Os postos de abastecimento e os restantes pontos de venda das botijas GPL devem “garantir o contínuo fornecimento” de garrafas, “designadamente das tipologias sujeitas ao preço fixado”, determinou a portaria assinada pelos secretários de Estado da Economia, João Neves, e do Ambiente e da Energia, João Galamba.