Não há Carnaval e a Páscoa «será diferente», promete António Costa

Depois da reunião do Conselho de Ministros, o Governo está a apresentar as medidas a adotar ao abrigo do estado de emergência, que foi renovado até 1 de março.

O primeiro-ministro avançou que não haverá festejos de Carnaval, enquanto que a Páscoa, que se celebra a 4 de abril, «será seguramente diferente», mantendo um regime de confinamento semelhante ao que está em vigor, prometeu António Costa.

Recorde-se que o primeiro-ministro anunciou esta tarde que as atuais medidas de confinamento são para ser mantidas durante os próximos 15 dias, tendo avançado a possibilidade da sua continuidade até final do mês de março.

 

Confinamento pode ir até finais de março

O primeiro-ministro acaba de anunciar que as atuais medidas de confinamento são para ser mantidas durante os próximos 15 dias, tendo avançado a possibilidade da sua continuidade até final do mês de março.

Aprovada mais uma renovação do estado de emergência

A renovação do Estado de Emergência até 1 de março foi aprovada hoje no Parlamento com os votos favoráveis do PS, PSD, PAN, CDS-PP, e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues. PCP, PEV, Chega e IL votaram contra, enquanto o BE absteve-se.

Recorde-se que Marcelo Rebelo de Sousa submeteu ontem à Assembleia da República o décimo primeiro diploma do estado de emergência no atual contexto de pandemia de covid-19.

Na exposição de motivos para renovação do estado de emergência, Marcelo Rebelo de Sousa realçou que «não é recomendado pelos peritos reduzir ou suspender, de forma significativa, as medidas de confinamento, sem que os números desçam abaixo de patamares geríveis pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS), que sejam aumentadas as taxas de testagem, ou que a vacinação possa cobrir uma parte significativa da população mais vulnerável».

Famalicão: 20 anos de socorrismo em Ribeirão

Completam-se, esta quinta-feira, 20 anos da criação da 1.ª Escola da Unidade de Socorro de Ribeirão, da Cruz Vermelha.

Numa publicação nas redes sociais, a delegação fala em «20 anos de conquistas, 20 anos de muita dedicação e empenho que permitiram tornar um sonho em realidade», assinalando que desde a criação «muita coisa mudou, menos o nosso desejo de continuar a servir a comunidade».

A direção e a coordenação da Cruz Vermelha de Ribeirão «agradece a todos os socorristas que estão no ativo e a todos os que, não estando a exercer, fazem parte da nossa história. Continuaremos a fazer cumprir o nosso lema: Socorrista Hoje, Socorrista Sempre».

Cuidadores informais pedem prioridade na vacinação

O Movimento Cuidar dos Cuidadores Informais apela para que os cuidadores informais tenham prioridade na vacinação contra a Covid-19. Lembra que um cuidador informal infetado pode infetar a pessoa que cuida e, uma vez doente, é incapaz de manter os cuidados necessários.

A questão foi colocada em julho de 2020, ao Ministério da Saúde, a quem apelaram para incluir os cuidadores informais no grupo prioritário de vacinação. A resposta chegou em janeiro passado, quando o então coordenador da Task Force do Plano de Vacinação contra a Covid-19, Francisco Ramos, informava que estes cuidadores não tinham sido incluídos na primeira fase.

O Movimento Cuidar dos Cuidadores Informais, composto por quase três dezenas de associações de cuidadores e doentes de todo o país, pede que se reavalie esta decisão.

«E se é importante vacinar os cuidadores formais, como os profissionais de saúde, porque estão na linha da frente, os cuidadores informais também estão! Embora revestidos com um manto de invisibilidade, são também uns verdadeiros heróis! Com os condicionamentos da pandemia, prestam um maior número de horas de cuidados, sem os apoios que gostariam», refere o movimento.

Sobre o Movimento Cuidar dos Cuidadores Informais pode consultar em: https://movimentocuidadoresinformais.pt/.