Famalicão: Riopele investe em máquinas mais amigas do ambiente

A histórica empresa da Riopele investiu em 2019 e continua a modernizar-se em 2020. José Alexandre Oliveira, citado pelo Jornal T, acredita que a empresa vai sair mais forte desta crise. No entanto, antevê que a retoma da economia só se sinta em 2022.

Em 2020, a empresa, com 94 anos, manteve o plano de aquisição de máquinas automatizadas e mais amigas do ambiente. Depois dos 25 milhões investidos em 2019, no ano passado aplicou mais 5 milhões em nova maquinaria.

«Fruto deste investimento quando a pandemia passar e o consumo começar a disparar, a Riopele está extremamente bem preparada. Podemos sair mais fortes desta crise», assegurou o presidente da empresa, José Alexandre Oliveira, citado pelo Jornal-T.

Segundo o empresário famalicense, além dos avanços na automatização da produção, as novas máquinas permitem reduzir substancialmente os consumos de água e de energia.

Apesar de acreditar que o têxtil é uma indústria do futuro, o presidente da empresa de Pousada de Saramagos não se mostra confiante numa retoma a curto prazo. A sua perspetiva é mesmo de que este será um ano mais difícil e com um impacto maior para o sector que as dificuldades vividas em 2020, e que a retoma será lenta e só deverá acontecer a partir de 2022.

Pico da mortalidade por covid-19 terá sido atingido no início de fevereiro

As conclusões dos epidemiologistas sobre a evolução da pandemia em Portugal apontam que o pico de infeções foi registado a 29 de janeiro.

Estimam, ainda, que em duas semanas o número diário de casos baixe para cerca de três mil e que até setembro esteja 70% da população vacinada e, por causa disso, poderão ser salvas 3500 vidas.

De acordo com os dados da DGS, nos últimos dias houve uma consolidação da tendência decrescente do número de infetados. Já o pico da mortalidade terá sido atingido na primeira semana de fevereiro, depois de ter chegado, em janeiro, a um aumento quase três vezes superior ao registado em dezembro.

No caso das hospitalizações, ainda não é possível avançar com previsão de melhorias nas unidades de cuidados intensivos (UCI).

DGS torna obrigatória lista de suplentes para não se desperdiçarem vacinas

A Direção-Geral da Saúde (DGS) tornou obrigatória a existência de uma lista de pessoas suplentes, no caso de sobrarem doses na vacinação contra a covid-19; sublinhando que deve ser sempre respeitada a ordem das prioridades.

Esta inclusão da obrigatoriedade de uma lista de pessoas a convocar no caso de sobrarem doses nas sessões de vacinação surge depois da polémica sobre o uso indevido destas doses em pessoas que não pertenciam a grupos prioritários, situações que já estão a ser investigadas pela Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) e pelo Ministério Público.

Em relação às pessoas dos grupos de risco por idade e comorbilidades da Fase 1 que não sejam seguidas no Serviço Nacional de Saúde, “os respetivos médicos assistentes devem emitir uma declaração médica, obrigatoriamente por meios eletrónicos, da sua inclusão na Fase 1, de forma a permitir o agendamento automático para a vacinação contra a covid-19 num ACES”, adianta.

Até segunda-feira, tinham sido vacinadas contra a doença 396.371 pessoas em Portugal, das quais 104.613 já com a segunda dose, segundo dados da DGS.

 

Apoio a quem perdeu rendimento vai depender dos depósitos bancários

O novo apoio da Segurança Social a quem está sem trabalhar vai depender do montante dos depósitos bancários.

Recorde-se que a atribuição do apoio é para os trabalhadores por conta de outrem, trabalhadores independentes, sócios-gerentes, empresários em nome individual e estagiários e informais que tenham perdido a proteção no desemprego, não tenham direito a ela ou registem quebras de faturação significativas. A prestação varia entre 50 euros e 501,16 euros, na generalidade dos casos.

Porém, a atribuição de apoio depende da confirmação dos rendimentos e património familiar que não ultrapasse o limiar da pobreza, e também dos depósitos que essas pessoas tenham no banco. A notícia é avançada esta terça-feira pelo Jornal Público.

GNR lança campanha de sensibilização e alerta para os comportamentos de risco na internet

Use passwords fortes; não guarde os seus dados pessoais no navegador da Internet; não partilhe dados privados nas redes sociais e nos sites de consulta; mantenha o seu antivírus atualizado;e verifique e controle a dependência de internet junto dos seus familiares e amigos são os conselhos da GNR no dia (esta terça-feira) em que se assinala o Dia da Internet Mais Segura.

Visando contribuir para a prevenção de comportamentos de risco inerentes à utilização da Internet, a Guarda Nacional Republicana, em parceria com a Microsoft Portugal, lança a operação “Internet Mais Segura 2021”, que se materializará através de ações de sensibilização digitais que serão direcionadas para a comunidade escolar.

Perante a atual conjetura pandémica, a utilização das tecnologias no meio escolar foi determinante para permitir dar continuidade ao ensino não presencial, e é neste enquadramento particular que a GNR e a Microsoft Portugal se associaram para disponibilizar conteúdos digitais de sensibilização da comunidade escolar.

Estas ações, em 892 estabelecimentos de ensino, decorrem até sexta-feira focando-se nas crianças, jovens, encarregados de educação e agentes educativos para questões como o cyberbullying, furto de identidade, privacidade, incorreção das fontes de informação, vírus informáticos e a dependência da internet.

Famalicão: Junta de S. Martinho compra tablets para alunos

Na procura de respostas aos desafios que o ensino à distância coloca, a Junta de Freguesia de Vale S. Martinho adquiriu oito tablets que foram entregues à escola básica da freguesia a quem cabe a tarefa de identificar os alunos sem os meios necessários para acederem às aulas que começaram esta segunda-feira.
Esta medida da autarquia local visa apoiar os alunos e a escola no sentido de que todos os jovens estudantes tenham condições para assistiram às aulas à distância.