Famalicão: CHEGA denuncia atos de vandalismo eleitoral

Em comunicado, o CHEGA «repudia e condena o ato de vandalismo» praticado na noite passada, contra vários cartazes eleitorais da candidatura à freguesia de Esmeriz. Os cartazes foram danificados com pinturas de cruzes suásticas nazis vermelhas, cobrindo os rostos dos candidatos.

A Concelhia do partido considera que tais atos representam «uma tentativa de censura e intimidação contra um partido democrático e conservador». Reafirma «o seu compromisso com a liberdade de expressão e a democracia, condenando estas ações de anarquia e intolerância política promovidas por setores da extrema-esquerda».

O CHEGA apela às autoridades competentes «para que investiguem este ato com rigor, garantam a proteção da campanha eleitoral e punam os responsáveis, em conformidade com a lei portuguesa.

Famalicão: Candidato da IL quer ser a voz dos jovens na Assembleia Municipal

Miguel Fidalgo pretende representar «uma nova geração de famalicenses, cada vez mais afastada da realidade local por falta de oportunidades e habitação acessível». Em comunicado, dirige-se aos jovens, «aos que estudam, trabalham e contribuem para o concelho, mas não conseguem viver nele».

Num comunicado, o cabeça de lista da Iniciativa Liberal à Assembleia Municipal, “abraça” as propostas do partido vertidas no slogan “Construir uma Vila Nova de Oportunidades”. Defende uma mudança profunda na forma como a Câmara Municipal gere o território e os recursos públicos. No centro das preocupações está «uma política de habitação baseada na liberdade de construção, eficiência administrativa e inovação tecnológica».

Entre as medidas apresentadas e que promete defender caso seja eleito encontra-se uma maior celeridade nos licenciamentos através de Inteligência Artificial e digitalização dos serviços camarários; aposta na construção modular e requalificação de edifícios devolutos, para aumentar a oferta de habitação jovem; e a promoção de construção em altura, libertando solo urbano e tornando o planeamento mais eficiente.

Também defende menos impostos – pela redução IMI, IRS e Derrama -, mais liberdade económica, mais inovação e uma maior transparência na gestão pública. «A Câmara deve servir as pessoas, não os partidos. Quero ajudar a construir um município onde o mérito conta, a burocracia diminui e o futuro volta a estar ao alcance dos jovens», sublinha o candidato liberal, defensor da Educação «como motor de igualdade de oportunidades», defendendo um cheque-explicação, bolsas de mérito e o reforço das vagas em creches.

«Não se trata apenas de mudar políticas — trata-se de mudar mentalidades. Quero ser a voz de uma geração que acredita que Famalicão pode liderar pela liberdade, pela inovação e pelo exemplo», conclui Miguel Fidalgo.

Famalicão: D. Sancho I aposta na ciência e na robótica

O Agrupamento de Escolas D. Sancho I deu início ao projeto “Ciência em Ação”, projeto que leva a Ciência e a Robótica às escolas do 1.º Ciclo

Trata-se, segundo a direção, de uma iniciativa inovadora, para os alunos do 4.º ano de escolaridade, e que visa fomentar o interesse pela ciência e pela robótica, através de atividades práticas e experimentais que serão desenvolvidas de forma regular ao longo do ano letivo.

Quinzenalmente, todas as escolas do 1.º ciclo deste agrupamento vão receber a visita das equipas de professores do Clube de Ciência e do Clube de Robótica, que dinamizarão sessões interativas e práticas. Estas sessões pretendem estimular a curiosidade, a criatividade e o gosto por explorar e compreender o mundo que nos rodeia.

Com esta iniciativa, o Agrupamento «reafirma o seu compromisso com uma educação inovadora e de qualidade, proporcionando aos seus alunos experiências de aprendizagem significativas desde os primeiros anos do seu percurso escolar», refere a direção da Agrupamento.

Famalicão: Iniciativa Liberal aponta estratégias para dinamizar o Mercado

Em visita à Feira Semanal e ao Mercado Municipal, a Iniciativa Liberal constatou que a elevada afluência à Feira contrasta com um Mercado vazio de clientes, com algumas lojas fechadas e comerciantes com várias queixas.

Para apoiar os comerciantes famalicenses, a IL propõe um estudo de avaliação do comportamento do consumidor, para desenhar medidas que possam atrair mais pessoas ao centro e elevar o limite de isenção do IMI para 500 mil euros, «incentivando investimento e reduzindo os impostos aos comerciantes locais».

O candidato da IL, Paulo Ricardo Lopes, nota que «há uma necessidade de reunir com os comerciantes do Mercado, resolver os problemas no estacionamento e cargas-descargas e garantir que o impacto dos grandes eventos é mitigado, visto que, demasiadas vezes no ano, os parques de estacionamento ali à beira ficam constrangidos e dificultam a ida dos consumidores ao Mercado».

Paulo Ricardo Lopes verificou «que os comerciantes do Mercado sentem que as conversas que têm tido com a Câmara Municipal não têm nenhum efeito, o mercado tem pouco dinamismo e poucos clientes durante a semana. É necessário definir uma estratégia de dinamização do Mercado, que não pode ser apenas um lugar para festas e comícios políticos».

Para a IL, «um Mercado pouco dinâmico é um mercado insustentável a prazo, sendo necessário fazer esforços para garantir que este espaço é mais procurado pelos consumidores».

Famalicão: Bombeiros combatem incêndio no café do GD Joane

Está já em fase de resolução um incêndio que deflagrou no café que está no Estádio de Barreiros, do GD Joane. O sinistro, segundo foi possível apurar, terá começado na arrecadação do espaço comercial.

No local estão os BV Famalicenses, com três meios e vários voluntários, acompanhados pela GNR.

O alerta foi dado pelas 16h10 e, até ao momento, não foi possível apurar os danos provocados pelo incêndio. Não há registo de feridos.

Famalicão: 250 Anos do Mosteiro de Landim assinalados com lançamento de livro

Os 250 anos da passagem do domínio conventual a propriedade privada do Mosteiro de Landim, é o mote para o lançamento da 2ª edição do livro “Mosteiro de Santa Maria de Landim: Raízes e Memória”. A apresentação decorre no próximo sábado, 11 de outubro, pelas 15h00, precisamente no Mosteiro de Landim.

De Emília Nóvoa e António Martins, esta nova edição, revista e aumentada, dedicada a um dos ex-líbris patrimoniais do concelho de Vila Nova de Famalicão, contempla sete capítulos, seis dos quais remetem para as origens e história do mosteiro da Ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, desde a sua fundação no século XII até à extinção, em 1770, determinada pelo Breve Apostólico Sacrosanctum Apostulatus Ministerium, de Clemente XIV. O último capítulo versa sobre o primeiro possuidor de uma das casas agostinianas na região do Entre Douro e Minho, Manuel Baptista Landim, natural de uma povoação próxima do mosteiro.

A primeira edição do livro “Mosteiro de Santa Maria de Landim: Raízes e Memória” foi lançada em 2002. Mais de duas décadas depois, esta nova versão que convida o leitor a «fazer uma viagem ao passado, desde os tempos da sacralidade, quando o mosteiro era habitado pelos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, até passar para as mãos do seu primeiro possessor laico, Manuel Baptista Landim, no século XVIII».

A obra é editada pela Húmus com o apoio da autarquia famalicense.