
Uma colisão a envolver quatro viaturas, na A 28, esteve a condicionar o trânsito e a criar longas filas, na manhã desta terça-feira.
O acidente aconteceu no sentido sul / norte e dele não registaram feridos.
O trânsito foi circulando pela berma.

Uma colisão a envolver quatro viaturas, na A 28, esteve a condicionar o trânsito e a criar longas filas, na manhã desta terça-feira.
O acidente aconteceu no sentido sul / norte e dele não registaram feridos.
O trânsito foi circulando pela berma.

Dois homens ficaram feridos, ao início da tarde desta quinta-feira, na sequência de uma violenta colisão, em plena N14, na freguesia de Arnoso Santa Maria, em Famalicão.
O acidente deu-se cerca das 12h40 e para o socorro foram acionados os B.V.Famalicenses.
As vítimas, com ferimentos ligeiros, foram encaminhadas para o hospital de Famalicão.

O Governo admite, pela primeira vez, impor um limite temporário às margens de lucro na venda de combustíveis, caso sejam detetadas irregularidades no mercado. Em simultâneo, pediu à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) que analise a forma como são definidos os preços praticados pelas gasolineiras.
A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, deu à ERSE um prazo de 20 dias úteis para explicar porque é que os preços dos combustíveis sobem rapidamente quando aumenta o preço do petróleo, mas demoram mais tempo a descer quando as cotações internacionais baixam.
Se o regulador concluir que existem “distorções graves” no mercado, poderá propor a fixação excecional de margens máximas para reduzir o impacto no preço pago pelos consumidores.

Vila Nova de Famalicão é o sexto município mais barato de Portugal para arrendar casa, de acordo com a mais recente análise do idealista, baseada nos dados do segundo trimestre de 2026. No concelho, a renda mediana fixou-se nos 8,6 euros por metro quadrado, colocando Famalicão entre os mercados de arrendamento mais acessíveis do país.
O ranking é liderado por Castelo Branco, com 7,4 euros por metro quadrado, seguido de Bragança (7,5 euros), Viseu (7,7 euros), Santa Maria da Feira (8,1 euros) e Barcelos (8,3 euros). Logo a seguir surge Vila Nova de Famalicão, à frente de municípios como Figueira da Foz, Leiria, Braga e Guimarães.
Segundo o idealista, há 15 municípios portugueses onde o valor mediano das rendas permanece abaixo dos 10 euros por metro quadrado, sendo Famalicão um deles.
No extremo oposto da tabela estão os municípios mais caros para arrendar casa. Lisboa lidera o ranking, com uma renda mediana de 21,8 euros por metro quadrado, seguida de Cascais (20,5 euros), Sines (18,9 euros), Loulé (18,1 euros) e Oeiras (17,3 euros).

Um motociclista ficou gravemente ferido após colidir com um camião, na rua senhor dos aparecidos, em Cabeçudos.
O alerta foi dado por volta das 14h15 e para o local foram acionados os Bombeiros Voluntários de Famalicão que transportaram a vítima, um homem, para o hospital local.

A manhã desta terça feira fica marcada por uma colisão entre duas viaturas, junto ao Central Park, antigo Lago Discount, em Famalicão.
O acidente, em Ribeirão, deu-se cerca das 08h00 e não há, até ao momento, informação sobre a existência de feridos.

O Grupo ROQ, com sede em Vila Nova de Famalicão, anunciou esta segunda-feira um plano de reestruturação organizacional que contempla um processo de despedimento coletivo. A medida irá abranger cerca de 11% dos postos de trabalho, mantendo a empresa, no final do processo, cerca de 400 colaboradores.
Em comunicado, a empresa explica que a diminuição das encomendas e a atual conjuntura económica motivaram a reorganização da estrutura, com o objetivo de reforçar a competitividade internacional e preparar o grupo para os desafios futuros.
A ROQ refere que a reestruturação permitirá concentrar recursos nas áreas estratégicas do negócio, reforçar o investimento em inovação, desenvolvimento tecnológico e eficiência operacional, assegurando simultaneamente a capacidade de resposta aos clientes e os elevados padrões de qualidade.
O CEO do Grupo ROQ, Romeu Ribeiro, reconhece que “esta foi uma das decisões mais difíceis da história da empresa”, mas considera que a medida é “indispensável para garantir a sustentabilidade do Grupo ROQ e assegurar a capacidade de continuar a inovar e servir os nossos clientes nas próximas décadas”.
Apesar da redução de postos de trabalho, a empresa garante a continuidade da sua atividade em todos os mercados onde opera, bem como dos projetos em curso e dos serviços prestados aos clientes.