
Nas últimas 24 horas, Portugal atingiu um novo máximo de óbitos pela covid-19: 155.
Segundo o último boletim da Direção-Geral de Saúde registam-se 7259 casos de infeção. Recuperados 6028.
Do total de infetados, 2180 são na região norte.

Nas últimas 24 horas, Portugal atingiu um novo máximo de óbitos pela covid-19: 155.
Segundo o último boletim da Direção-Geral de Saúde registam-se 7259 casos de infeção. Recuperados 6028.
Do total de infetados, 2180 são na região norte.

O Grupo ROQ, com sede em Vila Nova de Famalicão, anunciou esta segunda-feira um plano de reestruturação organizacional que contempla um processo de despedimento coletivo. A medida irá abranger cerca de 11% dos postos de trabalho, mantendo a empresa, no final do processo, cerca de 400 colaboradores.
Em comunicado, a empresa explica que a diminuição das encomendas e a atual conjuntura económica motivaram a reorganização da estrutura, com o objetivo de reforçar a competitividade internacional e preparar o grupo para os desafios futuros.
A ROQ refere que a reestruturação permitirá concentrar recursos nas áreas estratégicas do negócio, reforçar o investimento em inovação, desenvolvimento tecnológico e eficiência operacional, assegurando simultaneamente a capacidade de resposta aos clientes e os elevados padrões de qualidade.
O CEO do Grupo ROQ, Romeu Ribeiro, reconhece que “esta foi uma das decisões mais difíceis da história da empresa”, mas considera que a medida é “indispensável para garantir a sustentabilidade do Grupo ROQ e assegurar a capacidade de continuar a inovar e servir os nossos clientes nas próximas décadas”.
Apesar da redução de postos de trabalho, a empresa garante a continuidade da sua atividade em todos os mercados onde opera, bem como dos projetos em curso e dos serviços prestados aos clientes.

Na passada semana, no decurso das Jornadas Pedagógicas da Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), Amadeu Dinis salientou que o Ensino Profissional está a ganhar uma nova centralidade no sistema educativo nacional. O famalicense que preside à ANESPO entende, por isso, que é fundamental que os decisores políticos continuem a assegurar a sustentabilidade financeira, organizacional e funcional das escolas profissionais face à importância e especificidade dos projetos educativos nos seus territórios, regiões e país.
As Jornadas Pedagógicas decorreram entre 9 e 10 de julho, na Escola de Turismo de São Pedro Sul, subordinadas ao tema “Ensino Profissional + Flexível + Inclusivo: com o CNQ e os CTE na bagagem”.
O também diretor da Escola Profissional CIOR considerou, ainda, que o encontro «foi um momento particularmente importante para refletirmos, em conjunto, sobre os desafios atuais e futuros e sobre as respostas que as escolas devem continuar a construir». Acrescentou que com esta iniciativa, «a ANESPO pretende promover um espaço de reflexão e partilha em torno da flexibilidade curricular, da inclusão e da valorização das competências. Estas são dimensões essenciais para preparar melhor os alunos, responder às necessidades dos territórios e reforçar o papel do Ensino Profissional no desenvolvimento do país»
Com 300 participantes, de mais 100 Escolas Profissionais de todo o país, as Jornadas Pedagógicas tiveram, segundo a associação, uma particular relevância num momento em que o Ensino Profissional em Portugal enfrenta novos desafios pedagógicos, organizacionais e tecnológicos. Durante os dois dias, coordenadores, docentes, especialistas e representantes institucionais ligados ao ensino e à formação profissional debateram estratégias para tornar as Escolas Profissionais mais flexíveis e inclusivas.

Algumas zonas das freguesias de Louro e Outiz estão, na manhã deste domingo, a ser afetadas por uma interrupção no fornecimento de energia elétrica, devido à realização de trabalhos na rede.
Em Outiz, o corte abrange os clientes abastecidos pelo Posto de Transformação n.º 049 (Outiz – Gemunde). No Louro, a interrupção afeta os consumidores servidos pelo Posto de Transformação n.º 001 (Louro – Ribela).
A reposição do fornecimento de eletricidade está prevista até às 12h00.

A sede do Partido Socialista (PS) de Vila Nova de Famalicão recebeu a cerimónia de tomada de posse da nova Comissão Política Concelhia, numa sessão que marcou também a eleição da nova Mesa da Concelhia e do Secretariado.
A Mesa da Comissão Política será presidida por Nuno Azevedo, de Cabeçudos, tendo Matilde Costa e Paulo Pinto como secretários.
Durante a cerimónia, o presidente da Comissão Política Concelhia, Jorge Costa, destacou a continuidade do projeto político do PS no concelho, elogiou o trabalho desenvolvido por Eduardo Oliveira e apontou como prioridades a valorização das freguesias, a preparação das eleições autárquicas de 2029, o reforço da organização interna e a promoção da coesão do partido.
Eduardo Oliveira fez um balanço do trabalho realizado nos últimos anos e agradeceu o contributo dos militantes. O antigo líder da estrutura continuará a integrar o Secretariado, por indicação de Jorge Costa.

Os cafés e restaurantes não podem cobrar o depósito de 10 cêntimos do sistema Volta nas bebidas consumidas no próprio estabelecimento. A taxa aplica-se apenas às embalagens levadas pelo cliente em regime de take-away.
Apesar de a regra estar definida na legislação, têm surgido várias queixas de consumidores que dizem estar a pagar este valor em consumos no local. Nestes casos, a cobrança é considerada indevida, uma vez que a embalagem permanece no estabelecimento, cabendo ao comerciante o seu encaminhamento para reciclagem.
As autoridades aconselham os clientes que detetem esta situação a pedir a correção da fatura. Caso o problema não seja resolvido, podem apresentar reclamação através do Livro de Reclamações.

O Governo voltou a mexer no desconto aplicado ao Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP) para reduzir o impacto da nova subida dos combustíveis, prevista para a próxima segunda-feira, 13 de julho.
Segundo a portaria publicada esta sexta-feira em Diário da República, o desconto passa a ser de 42,35 euros por cada mil litros de gasóleo rodoviário e de 40,51 euros por cada mil litros de gasolina sem chumbo, acima dos 30,34 euros e 35,13 euros por mil litros, respetivamente, que estavam em vigor até agora.
O reforço do alívio fiscal traduz-se num desconto de cerca de 4,24 cêntimos por litro no gasóleo e 4,05 cêntimos por litro na gasolina. Ainda assim, a medida não evita um novo agravamento dos preços nas bombas.
As previsões apontam para um aumento de cerca de seis cêntimos por litro no gasóleo e de dois cêntimos por litro na gasolina, valores que já refletem a aplicação do novo desconto no ISP.
A atualização do imposto surge numa altura em que a escalada das tensões no Médio Oriente voltou a impulsionar a cotação internacional do petróleo, refletindo-se nos preços dos combustíveis pagos pelos consumidores.