Covid-19: 155 mortes e 7259 infetados

Nas últimas 24 horas, Portugal atingiu um novo máximo de óbitos pela covid-19: 155.

Segundo o último boletim da Direção-Geral de Saúde registam-se 7259 casos de infeção. Recuperados 6028.

Do total de infetados, 2180 são na região norte.

 

Violenta colisão entre camião e carros faz dois feridos na N14 em Arnoso

Dois homens ficaram feridos, ao início da tarde desta quinta-feira, na sequência de uma violenta colisão, em plena N14, na freguesia de Arnoso Santa Maria, em Famalicão.

O acidente deu-se cerca das 12h40 e para o socorro foram acionados os B.V.Famalicenses.

As vítimas, com ferimentos ligeiros, foram encaminhadas para o hospital de Famalicão.

Governo manda investigar preços das gasolineiras e admite limitar margens

O Governo admite, pela primeira vez, impor um limite temporário às margens de lucro na venda de combustíveis, caso sejam detetadas irregularidades no mercado. Em simultâneo, pediu à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) que analise a forma como são definidos os preços praticados pelas gasolineiras.

A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, deu à ERSE um prazo de 20 dias úteis para explicar porque é que os preços dos combustíveis sobem rapidamente quando aumenta o preço do petróleo, mas demoram mais tempo a descer quando as cotações internacionais baixam.

Se o regulador concluir que existem “distorções graves” no mercado, poderá propor a fixação excecional de margens máximas para reduzir o impacto no preço pago pelos consumidores.

Fonte: JN

Alugar casa: Famalicão é o 6º concelho mais barato em Portugal

Vila Nova de Famalicão é o sexto município mais barato de Portugal para arrendar casa, de acordo com a mais recente análise do idealista, baseada nos dados do segundo trimestre de 2026. No concelho, a renda mediana fixou-se nos 8,6 euros por metro quadrado, colocando Famalicão entre os mercados de arrendamento mais acessíveis do país.

O ranking é liderado por Castelo Branco, com 7,4 euros por metro quadrado, seguido de Bragança (7,5 euros), Viseu (7,7 euros), Santa Maria da Feira (8,1 euros) e Barcelos (8,3 euros). Logo a seguir surge Vila Nova de Famalicão, à frente de municípios como Figueira da Foz, Leiria, Braga e Guimarães.

Segundo o idealista, há 15 municípios portugueses onde o valor mediano das rendas permanece abaixo dos 10 euros por metro quadrado, sendo Famalicão um deles.

No extremo oposto da tabela estão os municípios mais caros para arrendar casa. Lisboa lidera o ranking, com uma renda mediana de 21,8 euros por metro quadrado, seguida de Cascais (20,5 euros), Sines (18,9 euros), Loulé (18,1 euros) e Oeiras (17,3 euros).

Famalicão: Grupo ROQ avança com despedimento coletivo

O Grupo ROQ, com sede em Vila Nova de Famalicão, anunciou esta segunda-feira um plano de reestruturação organizacional que contempla um processo de despedimento coletivo. A medida irá abranger cerca de 11% dos postos de trabalho, mantendo a empresa, no final do processo, cerca de 400 colaboradores.

Em comunicado, a empresa explica que a diminuição das encomendas e a atual conjuntura económica motivaram a reorganização da estrutura, com o objetivo de reforçar a competitividade internacional e preparar o grupo para os desafios futuros.

A ROQ refere que a reestruturação permitirá concentrar recursos nas áreas estratégicas do negócio, reforçar o investimento em inovação, desenvolvimento tecnológico e eficiência operacional, assegurando simultaneamente a capacidade de resposta aos clientes e os elevados padrões de qualidade.

O CEO do Grupo ROQ, Romeu Ribeiro, reconhece que “esta foi uma das decisões mais difíceis da história da empresa”, mas considera que a medida é “indispensável para garantir a sustentabilidade do Grupo ROQ e assegurar a capacidade de continuar a inovar e servir os nossos clientes nas próximas décadas”.

Apesar da redução de postos de trabalho, a empresa garante a continuidade da sua atividade em todos os mercados onde opera, bem como dos projetos em curso e dos serviços prestados aos clientes.

Famalicão: Presidente da ANESPO considera que os decisores são fundamentais na afirmação das escolas profissionais

Na passada semana, no decurso das Jornadas Pedagógicas da Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), Amadeu Dinis salientou que o Ensino Profissional está a ganhar uma nova centralidade no sistema educativo nacional. O famalicense que preside à ANESPO entende, por isso, que é fundamental que os decisores políticos continuem a assegurar a sustentabilidade financeira, organizacional e funcional das escolas profissionais face à importância e especificidade dos projetos educativos nos seus territórios, regiões e país.

As Jornadas Pedagógicas decorreram entre 9 e 10 de julho, na Escola de Turismo de São Pedro Sul, subordinadas ao tema “Ensino Profissional + Flexível + Inclusivo: com o CNQ e os CTE na bagagem”.

O também diretor da Escola Profissional CIOR considerou, ainda, que o encontro «foi um momento particularmente importante para refletirmos, em conjunto, sobre os desafios atuais e futuros e sobre as respostas que as escolas devem continuar a construir». Acrescentou que com esta iniciativa, «a ANESPO pretende promover um espaço de reflexão e partilha em torno da flexibilidade curricular, da inclusão e da valorização das competências. Estas são dimensões essenciais para preparar melhor os alunos, responder às necessidades dos territórios e reforçar o papel do Ensino Profissional no desenvolvimento do país»

Com 300 participantes, de mais 100 Escolas Profissionais de todo o país, as Jornadas Pedagógicas tiveram, segundo a associação, uma particular relevância num momento em que o Ensino Profissional em Portugal enfrenta novos desafios pedagógicos, organizacionais e tecnológicos. Durante os dois dias, coordenadores, docentes, especialistas e representantes institucionais ligados ao ensino e à formação profissional debateram estratégias para tornar as Escolas Profissionais mais flexíveis e inclusivas.

Corte de energia afeta zonas do Louro e Outiz até ao meio-dia

Algumas zonas das freguesias de Louro e Outiz estão, na manhã deste domingo, a ser afetadas por uma interrupção no fornecimento de energia elétrica, devido à realização de trabalhos na rede.

Em Outiz, o corte abrange os clientes abastecidos pelo Posto de Transformação n.º 049 (Outiz – Gemunde). No Louro, a interrupção afeta os consumidores servidos pelo Posto de Transformação n.º 001 (Louro – Ribela).

A reposição do fornecimento de eletricidade está prevista até às 12h00.