Famalicão: Comunhão Pascal dos BV Famalicenses realiza-se a 3 de abril

A tradicional Comunhão Pascal da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários Famalicenses realiza-se a 3 de abril, com eucaristia na antiga Matriz.

O programa contempla, às 8h15, o hastear de bandeiras; trinta minutos depois decorre a eucaristia e, às 10h30, no quartel, a receção aos convidados.

Segue-se, às 11 horas, a sessão solene, com entrega de condecorações. No final, decorre o almoço no quartel Aníbal Alves de Oliveira.

Saúde: Joaquim Couto está a exercer medicina natural

Joaquim Barbosa Ferreira Couto, conhecido como Joaquim Couto, é licenciado em Medicina pela Universidade do Porto-S. João, trabalhou mais de sete anos no Hospital Geral de Stº António, hoje Centro Hospitalar e Universitário do Porto, e está aposentado como médico do SNS.

Entretanto, o clínico tirou um master em medicina natural pela Universidade de Santiago de Compostela (Espanha). Deste modo, formado em medicina convencional e medicina natural, conhece melhor o corpo humano e está apto a exercer a medicina que promove a saúde.

Exerce na MedRibeiro: Rua 25 de Abril – 4825-010 Santo Tirso, 910 446 777; e na Cliave: Av. 25 de Abril – 4760-101 Vila Nova de Famalicão, 252 330 860.

Nas suas palavras, Joaquim Couto dá a conhecer o que é a medicina natural: «Não é fácil abordar de modo simples a medicina natural, tratando-se apenas de uma abordagem da medicina mais no sentido de promover a saúde do que curar a doença. A medicina curativa deu um passo de gigante, sobretudo no século passado, embora as descobertas científicas anteriores tenham pressionado esses avanços, assim como a medicina de diagnóstico precoce. Já a medicina preventiva, no sentido de evitar a doença, só nas últimas décadas deu passos significativos. A razão é evidente. A medicina natural, como medicina não convencional, só foi legalizada em Portugal já depois da primeira década do século XXI! Estão assim legalizadas, para além da naturopatia, a acupuntura, a hidrologia, a homeopatia, a osteopatia, e quiroprática e o shiatsu, que de acordo com a lei devem percorrer os mesmos passos académicos da licenciatura em medicina convencional, organizando-se os seus profissionais, em tempo posterior também de acordo com a lei em vigor, em ordens profissionais».

«A medicina natural aborda assim formas de prevenir a doença, que é maioritariamente crônica e evitável. Também obviamente aborda e trata a doença crônica instalada», sublinha o clínico Joaquim Couto.

«Mas a medicina natural não se fica pela fisioterapia ou hidrologia. As recentes descobertas de investigadores como António Damásio e David Servan-Schreiber recolocaram em discussão as funções do neocórtex e a zona central do cérebro límbico como grandes responsáveis da nossa saúde física e mental. Com estas novas abordagens ganhou força a medicina tradicional chinesa que considera há milhares de anos o corpo, a mente e o espírito como uma unidade inserida no espaço e no tempo, que a filosofia taoísta aprofundou e fundamentou. Esta é uma abordagem cósmica, onde a gravidade, as fases da Lua, a noite e o dia, são influenciadores do nosso estado de saúde, e onde é possível intervir precocemente desde que nascemos», escreve Joaquim Couto.

Resumindo, «a moderna medicina ocidental permite complementar as observações sociológicas da medicina natural através da bioquímica, medicina nuclear e outras técnicas, permitindo uma simbiose sinérgica com todas as técnicas de promoção da saúde e terapias adequadas, aquando da doença instalada. Mesmo assim há um conjunto enorme de enfermidades que não cabem na medicina natural e como tal não devem ser criadas falsas expectativas à comunidade em geral. Aqui também no meio estará a virtude: saúde física e mental; alimentação racional; equilíbrio emocional».

Famalicão: Pedro Almeida quer «melhorar andamento e aproximar-se dos primeiros»

O Azores Rallye, segunda prova do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), também pontuável para o European Rally Championship, disputa-se este fim de semana. O piloto famalicense Pedro Almeida, acompanhado por Mário Castro, vai marcar presença neste rali de que gosta «particularmente».

Depois de Fafe, onde conseguiu «uma aproximação aos registos dos pilotos da frente do CPR», o objetivo passa por «esbater essa diferença, procurando ser ainda mais competitivos». O piloto diz-se mais confiante, porque «há mais quilómetros no carro e melhor entrosamento com a dinâmica do Mário Castro».

O Azores Rallye disputa-se de sexta-feira a domingo, com o primeiro dia reservado ao shakedown e qualificação, que vai determinar a ordem de partida para a primeira etapa da competição. No sábado e domingo, os pilotos têm 14 especiais de classificação para disputar.

 

FC Famalicão tem a segunda melhor taxa média de ocupação da primeira liga

O Estádio Municipal carece de condições para albergar devidamente sócios e adeptos do FC Famalicão, mas apesar desta contingência, o clube é o que apresenta a segunda melhor média de ocupação nos jogos já realizados na primeira liga.

Segundo uma estatística da Liga Portugal, o emblema famalicense apresenta uma taxa média de ocupação de 53,82%, só superado pelo FC Porto, com 54.80% , e à frente do Benfica, com 47.81%.

Com 13 jornadas já disputadas em casa, enquanto outros emblemas já apresentam 14, o Famalicão tem uma média de espetadores por partida de 2.832 (é o décimo neste capítulo), quando no estádio a lotação está balizada em 5.200, sendo que a maior bancada é descoberta. No acumulado dos jogos já disputados em casa, 36.812 pessoas já se deslocaram, esta época, ao Municipal.

Estes números atestam a paixão que os adeptos famalicenses têm pelo seu clube e pelo futebol, correndo ao estádio para o apoiar, várias vezes com condições climatéricas adversas.

Recorde-se que, no passado sábado, o presidente da SAD, em declarações exclusivas a CIDADE HOJE dava conta desta falta de condições, mas notando que, mesmo assim, os adeptos dizem sempre presente. Miguel Ribeiro pedia, então, um novo estádio, «à dimensão do clube, dos sócios e do concelho». Este repto teve eco no Município, que em nota enviada à redação apontava para breve a apresentação de uma solução para a falta de condições no Estádio Municipal que, em finais de 2018, viu ser apresentado um projeto de remodelação. Tratava-se de um investimento de 8 milhões de euros, mas ao concurso lançado pela Câmara Municipal não houve interessados.