PJ passa por Famalicão, Trofa e Braga com buscas para travar esquema que terá rendido 70 milhões de euros

No âmbito da operação malapata, que visou 28 buscas domiciliárias e não domiciliárias, em Famalicão, Trofa, Braga e outros concelhos, resultou na detenção de três suspeitos de crimes de fraude fiscal, burla qualificada, falsificação informática, branqueamento de capitais, num esquema que terá rendido 70 milhões de euros.

Entre os detidos está um empresário do setor metalúrgico e um ligado à atividade desportiva (César Boaventura) o que implicou que algumas buscas visassem dois dos grandes clubes do futebol português (Benfica e Sporting).

Segundo comunicado da PJ, “através do exercício de atividade comercial fictícia de sociedades geridas pelos suspeitos, assim como de correspondentes contas bancárias tituladas por terceiros (pessoas individuais e coletivas), em território nacional e no estrangeiro, aqueles lograram criar um intrincado esquema de faturação / movimentação financeira que ofereciam tanto como veículo de branqueamento para terceiros, prestando assim esse serviço ilícito pelo qual seriam remunerados, como para ocultação dos proveitos gerados da própria atividade legítima dos próprios e de terceiros, nos sectores indicado”.

Covid-19: São João no Porto reativa contentores devido ao aumento de casos suspeitos

O Hospital de São João, no Porto, reativou os contentores destinados a doentes covid-19 devido à escalada de casos suspeitos que, nos últimos dias, duplicou, atingido uma média diária de 80 doentes, com picos que podem chegar aos 120.

“Estamos, neste mês de dezembro numa média de 80 doentes por dia suspeitos, com picos a chegar aos 120 por dia. Isso já não era comportável na área em que nós estávamos e, portanto, é com naturalidade que adaptámos a nossa função em termos do plano de contingência do Serviço de Urgência”, afirmou, em declarações à Lusa, o Diretor da Unidade Autónoma de Gestão de Urgência e Medicina Intensiva, Nelson Pereira.

De acordo com aquele responsável, nas últimas semanas tem-se assistido a um aumento “paulatino”, mas “progressivo” do número de doentes com queixas respiratórias no Serviço de Urgência.

Nos últimos dias, acrescentou, “esse incremento tornou-se ainda mais significativo”, ao ponto de a área do hospital dedicada aos doentes suspeitos “já não ser suficiente”.

Esta situação levou à tomada de decisão de reabrir a área de contentores instalada no recinto do Hospital do São João desde março de 2020 para dar resposta às necessidades decorrentes da pandemia de covid-19.

Desde julho, altura em que Portugal enfrentava a quarta vaga da pandemia, que esta área não estava a ser utilizada, indicou Nelson Pereira.

À Lusa, o diretor da Unidade Autónoma de Gestão de Urgência e Medicina Intensiva garantiu que, nesta fase, os profissionais que estão a ser alocados para esta área integram a equipa interna do Serviço de Urgência, por forma a não colocar em causa a atividade não covid do Hospital de São João.

Famalicão: Centro de vacinação mais colorido e animado para receber crianças

Com a aproximação da data para vacinar crianças, a Câmara Municipal de Famalicão transformou o Centro de Vacinação num espaço mais colorido e animado para receber os mais pequenos.

A decoração vai estar mais acolhedora, com música infanto-juvenil, projeção de imagens e cores, um ecrã de grandes dimensões a transmitir mais de duas dezenas de espetáculos de magia, contos, teatro e dança.

Será ainda colocada, na zona de recobro, uma estrutura para as selfies com o esquadrão Covid, uma imagem criada pelo município numa alusão aos super-heróis dos dias de hoje. No final da vacinação, as crianças serão presenteadas com uma pulseira e um saco oferta, com bolachas e livros.

Recorde-se que as crianças dos 11 e 10 anos recebem a vacina contra a covid-19 este fim de semana. O autoagendamento para a vacinação de crianças entre os 10 e os 11 anos já está disponível desde segunda-feira na página da Direção-geral da Saúde (DGS). Prossegue, depois, até aos cinco anos de idade.

Segundo o presidente do município, «a Câmara Municipal está empenhada em criar um ambiente descontraído e colorido para que o processo de vacinação com as crianças decorra o melhor possível, para que elas se sintam bem, confortáveis e seguras», explica Mário Passos.

Refira-se que ainda recentemente a Câmara Municipal introduziu diversas melhorias no Centro de Vacinação, no sentido de conceder um maior conforto e segurança aos utentes, com a colocação de um novo circuito.

O presidente da Câmara de Famalicão sublinha que, desde o início desta pandemia, «o município de Famalicão tem adotado uma postura de colaboração com as entidades nacionais de saúde nesta luta contra a Covid, oferecendo respostas rápidas e eficazes naquilo em que podemos contribuir», refere.

O Centro de Vacinação de Famalicão está em funcionamento desde o dia 10 de fevereiro de 2021, nas instalações da antiga Escola Didáxis de Vale S. Cosme, na Avenida de Tibães. As instalações são cedidas pelo Município de Vila Nova de Famalicão à Administração Regional de Saúde do Norte (ARS Norte), e encontra-se sob a gestão do Agrupamento de Centros de Saúde do Ave (ACES Ave), que é a entidade responsável pelo processo de vacinação. A limpeza e a segurança são garantidas pelo município.

Famalicão: Empresa de Riba de Ave representou Portugal no Fórum da ONU

O Pplware.com, empresa de Riba de Ave, esteve na décima sexta edição da Internet Governance Forum (IGF 2021), que decoreuem Katowice, na Polónia, entre os dias 6 e 10 de dezembro. O evento teve a presença de 2700 pessoas e, no total (online e no local), contou com 10.300 pessoas de 175 países.
A convite da embaixada da Polónia, o Pplware foi o representante de Portugal neste encontro que junta governos, indústrias e organizações da sociedade civil para debaterem estratégias que levem a uma política universal para a governação da Internet.
“A tecnologia digital salvou vidas ao permitir a milhões de pessoas trabalhar, estudar e socializar em segurança online” foi o tema deste fórum com debates relacionados com a internet e a sua utilização: a liberdade e quem a pode condicionar, o discurso de ódio e os reguladores, bem como o cibercrime e a propagação das fake news.
«A Internet tem de ser livre, abrangente e segura. Tem de ter regras que permitam qualquer pessoas, em qualquer parte do mundo, usar sem estar condicionada por poderes autoritários ou criminosos», referiu Vítor Martins, CEO da empresa.