Detido em flagrante por furto de metais não preciosos

O posto da GNR de Lordelo deteve um homem de 39 anos pelo crime de furto de metais não preciosos.

A detenção ocorreu na noite da passada quarta-feira, durante uma ação de patrulhamento «preventivo».

O indivíduo, que se encontrava no interior do estaleiro acompanhado de um comparsa no furto de artigos de ferro, ainda tentou fugir numa carrinha, mas os militares conseguiram barrar a fuga.

Entretanto, o alegado cúmplice encetou uma fuga apeada, encontrando-se ainda em parte incerta.

«No interior da viatura utilizada na fuga estavam cerca de 300 quilos de metais não preciosos, tendo este material sido apreendido e devolvido ao legítimo proprietário», disse a GNR em nota enviada à imprensa.

O detido foi constituído arguido e sujeito à medida de coação de termo de identidade e residência.

Milha Urbana de Famalicão corre-se a 19 de maio

A 20.ª edição da Milha Urbana de Vila Nova de Famalicão disputa-se no dia 19 de maio, numa organização do Liberdade Futebol Clube em parceria com o município e a Associação de Atletismo de Braga.

A prova inicia-se às 15h15 na Avenida de França e é aberta a todos os atletas, quer sejam federados, populares ou outros, que se encontrem de boa saúde e aptos a esforços. Todos os atletas deverão ser portadores do bilhete de identidade e alfinetes para os respetivos dorsais.

As inscrições para a Milha Urbana de Famalicão estão abertas até ao dia 17 de maio (quinta-feira), são gratuitas, devendo as mesmas ser efetuadas preferencialmente via Internet, no portal da Associação Atletismo de Braga: www.aabraga.pt.

Violência doméstica aumentou para 1838 casos

Os crimes de violência doméstica aumentaram 2,3 por cento no distrito, tendo passado de 1796 casos, em 2016, para 1838 crimes, em 2017.

Os números avançados pelo Ministério da Administração Interna no Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) precisam que as corrências registadas pela PSP e GNR incluem neste tipo de crime os crimes mais graves como homicídio de cônjuge e/ou familiares, violação física ou psicológica.

«Observa-se que Lisboa (6303 casos de violência doméstica), Porto (4629), Setúbal (2327), Braga (1838) e Aveiro (1698 casos) continuam a ser os distritos onde se registam mais ocorrências, representado, no conjunto, 63 por cento o total» do país, refere o RASI.

O relatório revela que o distrito de Braga foi um dos que registaram as maiores subidas dos crimes de violência doméstica, que oscilaram entre a subida de 0,9 por cento de Lisboa e os 10,2 por cento de aumento confirmado para o distrito da Guarda.

No lado oposto estiveram 11 distritos do Continente e a Região Autónoma da Madeira. Os distritos de Vila Real e Coimbra registaram as maiores descidas (menos 11,4 por cento cada), enquanto que o distritode Aveiro registou a menor descida(menos 0,6%).

Paulo Cunha reclama mais investimento do Estado

O presidente da Câmara de Famalicão numa entrevista este sábado ao jornal Diário do Minho reivindica investimento do Estado central em equipamentos de saúde, de forças de segurança e em estradas nacionais que atravessam o concelho. A área do Ambiente continua a ser prioritária para o executivo.

Paulo Cunha refere que, “Não temos recebido verbas além daquelas que resultam do que está programado, há muito que não há investimento nacional em Famalicão, anuncia-se agora um investimento viária no acesso sul, alternativo à Estrada Nacional 14, na confluência da Continental, vamos esperar que ele aconteça. Temos muitas necessidades: é o quartel da GNR de Famalicão, é a esquadra da PSP, são os cuidados de saúde primários que estão em condições muito degradadas. Em todos os equipamentos, com exceção de Ribeirão e de Delães, por ser uma intervenção infraestrutural, é importanten que haja investimento na saúde em Famalicão, já para não falar do hospital onde o investimento que se tem feito é com o apoio do município, nomedamente a unidade de apoio à mãe, à criança e ao adolescente. Não há apoio estatal para este investimento. Reclamamos investimento na área da saúde, não só a nível dos cuidados continuados, mas particularmente nos cuidados de saúde primários: as chamadas extensões de saúde, centros de saúde, unidade de saúde familiar, etc. Precisam de um enorme investimento. A rede viária também está a precisar de intervenções. Falei na EN 14, mas podia falar da EN 204, da EN 206. Estas estradas estão a ficar muito degradadas. São só alguns exemplos de investimentos nacionais que desejávamos que acontecessem em Famalicão.”, disse.

Mau tempo obriga ao cancelamento de parte do Torneio Cidade de Famalicão

As más condições climatéricas obrigaram ao cancelamento dos jogos da 3ªJornada e Fase Final do Torneio Cidade de Famalicão no escalão de SUB 11, que decorria no complexo desportivo municipal.

A muita chuva, baixas temperaturas e razões de segurança levaram a organização a decidir pelo cancelamento dos jogos agendados para a tarde desta sexta-feira. A competição, já com duas jornadas disputadas, vai ser retomada em data a designar.
O Torneio Cidade de Famalicão prossegue este sábado com a realização da competição destinada ao escalão de SUB 13.

Autarcas do Norte acusam Governo de querer desviar fundos europeus

O Conselho Regional do Norte acusou esta quinta feira o Governo de querer «desviar» 200 milhões de euros afetos à região pelo Portugal 2020 para pagar «despesas correntes» que entendem serem de assegurar através do Orçamento do Estado.

Em declarações aos jornalistas, no final de uma reunião daquele organismo, em Santo Tirso, o presidente do Conselho Regional do Norte, Paulo Cunha, alertou mesmo que a opção do executivo de usar a reprogramação dos fundos comunitários para «alocar» verbas destinadas ao investimento no Norte a um fundo nacional «viola as normas comunitárias».

Na reunião de Santo Tirso «foi submetida e aprovada uma proposta que rejeita liminar e frontalmente uma vontade veiculada pela Comissão Interna Ministerial (…) que apontava no sentido de, no âmbito da reprogramação [do Portugal 2020], alocar 200 milhões de euros a um fundo de coesão, no caso concreto a fundo europeu que se prendia com intervenção na área de ação social escolar, e outras intervenções de despesa corrente», explicou o também autarca de Vila Nova de Famalicão. Aquela verba, «na perspetiva da Comissão de Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) devia estar afeta a investimento na região», segundo Paulo Cunha.

Para os autarcas do Norte, «isto, no fundo, é um desvio. É retirar um envelope com mais de 200 milhões de euros, que estava ao serviço do Norte e das prioridades do Norte, colocando-o ao serviço daquilo que é a ação do Governo».

Paulo Cunha defendeu que os 200 milhões euros «devem ficar no Norte» e ironizou que, «daqui a pouco, só falta que os salários da Função Pública também sejam pagos pelo quadro comunitário». «O Governo quererá que a reprogramação em curso seja consensual, quererá não desvirtuar o quadro comunitário. Estou certo que Bruxelas estará perspetiva que aquilo que Governo pretende viola as normas comunitárias que são aplicada a esta situação e parece-me que isso seja suficiente para que haja uma inflexão», disse.

Os autarcas e entidades presentes no Conselho Regional do Norte salientam que não está em causa reclamar mais dinheiro para a região, conforme acentuou Paulo Cunha.