D. Jorge defende mais investimento nos cuidados continuados

Na reflexão que fez após o rito do “Lava-Pés”, D. Jorge Ortiga lembrou, com base no alerta de diversas instituições, que o número de unidades de cuidados paliativos e continuados «é insuficiente» para acolher todos os doentes oncológicos ou em fase terminal. «O número de casos de cancro e de doença crónica tem aumentado, os pedidos de ajuda têm crescido e, infelizmente, as respostas sociais não dão uma resposta cabal a esta nova realidade», avisou.

Assim, o prelado defendeu que deve haver maior investimento neste setor, ainda que, «infelizmente se continue a assistir a opções ideológicas e economicistas que olham para pessoas como meros números». «Nenhum esforço, humano ou económico, é inútil neste setor. Pelo contrário, é uma necessidade imperiosa», realçou.

O prelado, que presidiu à celebração acompanhado pelo bispo auxiliar de Braga D. Nuno Almeida e pelos capitulares da Sé, lembrou também os idosos e as «fragilidades típicas desta idade às quais as instituições devem fazer um «esforço acrescido» para dar resposta. «Uma sociedade que se desresponsabiliza de tratar, com competência e ternura, os seus irmãos é uma sociedade desumana», afirmou.

Diante de uma assembleia numerosa que lotou a Sé Catedral de Braga, o Arcebispo de Braga exortou, assim, os cristãos a assumirem o compromisso de «humanizar» a “última hora” de quem se encontra em cuidados continuados ou paliativos. No dia do «mandato do amor» e da institução da Eucaristia, D. Jorge Ortiga quis, desta forma, prestar «homenagem e gratidão» a todos quantos cuidam dos idosos e
doentes terminais.

Fonte: Diário do Minho

IRS 2017: Saiba agora quanto vai receber ou pagar

É já a partir de 1 de abril (data oficial) que deverá proceder à entrega do seu IRS. No entanto, a funcionalidade já está disponível no Portal das Finanças e nesse sentido já pode espreitar se vai pagar ou receber no que diz respeito ao IRS 2017.

Sendo a data oficial de entrega apenas em abril, recomenda-se que só submeta a declaração apenas a partir de domingo (1 de abril).

Está curioso para saber se este ano (relativamente ao 2017) vai pagar ou receber no que diz respeito ao IRS? A resposta já pode ser obtida oficialmente uma vez que já é possível simular o IRS respeitante ao ano de 2017. Mais uma vez alertamos para o facto de não submeterem já a declaração, uma vez que ainda estamos fora do “período oficial”.

Como saber se vai pagar ou receber?

Para saber já se vai ter mais uns euros na sua conta ou se vai ter de desembolsar, deverá autenticar-se no Portal das Finanças e depois procurar por IRS. Em seguida escolha a opção Entregar > Declarações > IRS.

Em seguida, escolham a opção Entregar a 1.ª declaração e declarações de substituição: Preencher Declaração.

Indiquem se pretendem uma declaração pré-preenchida ou escolham uma das outras opções. Devem ainda selecionar 2017 no campo Ano dos Rendimentos. Por fim indiquem o vosso NIF. Podem ainda escolher que pretendem a tributação Conjunta dos Rendimentos, sendo que neste caso terão de indicar o NIF do Sujeito Passivo B.

O próximo passo é preencher os dados normalmente solicitados aquando da entrega do IRS.

Depois de tudo preenchido basta que carreguem em simular para saberem se este ano vão pagar ou receber.

De referir que o período indicado pela Autoridade Tributária (AT) vai desde o dia 1 de abril a 31 de maio.

Artigo Pplware

Câmara de Braga acaba com parquímetros em 27 ruas do centro da cidade

A Câmara de Braga deliberou esta quinta-feira que, a partir de segunda-feira, “cessa a obrigatoriedade do pagamento” do estacionamento na via pública nas 27 ruas do centro em que foram instalados parquímetros no final do mandato de Mesquita Machado.

Em declarações à Lusa, o presidente da autarquia, Ricardo Rio, explicou ainda que a partir de 2 de abril, nas restantes artérias em que o estacionamento à superfície é pago, a fiscalização e cobrança daquelas taxas passa a ser feita pela autarquia “na sequência da rejeição da providência cautelar interposta pela empresa ESSE ao resgate da concessão por parte do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga”.

A concessão do estacionamento pago na via pública no centro de Braga foi contratualizada com a ESSE ainda pelo executivo dirigido por Mesquita Machado, tendo sido uma das últimas medidas do autarca o alargamento a mais 27 rua da cidade daquela concessão. Uma das bandeiras eleitorais de Ricardo Rio é que procederia ao resgate da referida concessão e à anulação daquele alargamento, promessas que cumpriu nos primeiros dias de mandato em 2013.

No entanto, desde então têm sido sucessivas as tentativas de travar a anulação do alargamento dos parcómetros àquelas 27 ruas por parte da concessionária, tendo havido várias providências cautelares nesse sentido, pelo que o pagamento do estacionamento ainda se mantém.

No início de janeiro, a autarquia anunciou que procederia ao resgate da concessão, tal como permitia o contrato entre as duas entidades, pedindo que lhe fossem devolvidos os equipamentos de cobrança e garantindo um “encontro de contas”, que segundo autarca obrigaria a câmara de Braga a pagar perto de 170 mil euros à ESSE.

A empresa concessionária, além da já referida providência cautelar que visou impedir a passagem da gestão dos parquímetros para a autarquia já em janeiro, interpôs uma ação principal contra o resgate do contrato de concessão na qual pede à Câmara Municipal de Braga uma indemnização que pode ir até perto de 72 milhões de euros, valor já considerado “estapafúrdio” por Ricardo Rio.

A concessão do estacionamento pago à superfície no centro da cidade foi contratualizada em 2013 entre a autarquia e uma empresa do grupo BRITALAR, mais tarde, cedida à ESSE.S.A, por quatro milhões de euros a pagar “como adiantamento” no imediato e 51% das receitas dos parcómetros depois de atingido aquele valor.

Segundo o texto, o contrato em vigor que tem um prazo de 15 anos “prorrogáveis por períodos de 5 anos, até ao limite máximo de duração de 30 anos, pressupõe a declaração de vontade de ambas as partes em renovar” pelo que, defendeu o executivo de Rio, “a renovação exige que o município e a empresa declarem que pretendem renovar o acordo, não operando este automaticamente”.

O executivo liderado por Ricardo Rio optou pela não renovação do segundo período de cinco anos, decisão que deu a conhecer já em 2016.

Assim, segundo a deliberação do executivo camarário desta tarde, a partir de segunda-feira, “cessa a obrigatoriedade do pagamento de quaisquer taxas inerentes ao estacionamento na via pública” nas 27 ruas abrangidas pelo alargamento de 2013.

Lusa

Padre de Caminha é chamado de “padre gatão” por muitas mulheres

Ricardo Esteves, de 35 anos, pároco em Caminha é dos padres mais falados da internet. O estilo de vida e os atributos físicos não passaram ao lado da reportagem do Jornal de Notícias.

O “padre gatão”, como muitas já lhe chamam, tenta ir ao ginásio uma vez por dia, gosta de andar de mota e não falha as suas obrigações para com a igreja.

 

Reportagem Fotográfica: Jornal de Notícias / Global Imagens

Pioneiros do stand-up na quinta edição do “Santo Tirso a Rir”

O “Santo Tirso a Rir” está de regresso à Fábrica de Santo Thyrso. Dia 7 de abril, pelas 21h30, os pioneiros do stand-up comedy em Portugal, Aldo Lima, Óscar Branco e Rui Xará entram em palco para um espetáculo que promete momentos de humor inesperados e um sem número de gargalhadas.

A quinta edição do “Santo Tirso a Rir” chega dia 7 de abril à Fábrica de Santo Thyrso. A partir das 21h30, Aldo Lima, Óscar Branco e Rui Xará sobem a palco para um espetáculo de comédia que promete surpreender.

Natural de Ílhavo, Aldo Lima é um dos pioneiros do stand-up comedy em Portugal. Nos anos 90, e antes da sua cara se tornar conhecida através de três campanhas de uma operadora de comunicações móveis, já tentava explicar a gerentes de espaços noturnos que lhe era possível subir a palco sozinho e, sem contar anedotas, divertir qualquer plateia. A tarefa ficou facilitada com o aparecimento do programa da SIC “Levanta-te e Ri”, tendo a sua primeira atuação “Tourada à Portuguesa”, plena de momentos inesquecíveis, marcado o programa e lançado a sua carreira de humorista.

Em 2006, foi coautor, com João Quadros, da série da RTP “Palavras para quê”, que também protagonizou e, em dezembro do mesmo ano, teve direito a um especial stand-up intitulado “Aldo Lima – Pior que Estragado”. Cáustico e inteligente, possuidor de uma expressão corporal única, Aldo Lima permanece como um dos grandes comediantes nacionais.

Já Óscar Branco chegou a estudar engenharia, mas o seu amor ao teatro falou mais alto. Trocou de curso e abraçou a formação de atores, pisando depois palcos como o do Teatro Nacional São João. O seu registo de comédia, descobriu-o num bar em Leça em 1983, onde teve de atuar inesperadamente de improviso: quando reparou, estava em palco a contar piadas. Depois dessa noite, foram surgindo as oportunidades de contagiar outras plateias com o seu humor, nomeadamente através da sua participação em programas de televisão.

Considerado um pioneiro nesta área em Portugal, Óscar Branco anda há mais de 25 anos a fazer espetáculos de stand-up. Figura do norte por excelência, Óscar Branco é reconhecido à distância pela sua “competência”. Da política ao desporto, do terrorismo ao jet 7, do WC inteligente à falta de inteligência dos que vão ao WC, nos espetáculos de Óscar Branco ninguém está a salvo.

Rui Xará é outro dos pioneiros de stand up em Portugal e um dos mais prolíferos comediantes do país, com mais de duas mil atuações em 18 anos de carreira e várias participações em programas de televisão e rádio. Em janeiro de 2016, esgotou o Teatro Sá da Bandeira naquele que foi o primeiro grande roast público em Portugal (evento de comédia onde um indivíduo é alvo de piadas, insultos, elogios e histórias), tendo para isso conseguido juntar 17 comediantes em palco para o “assarem” nos seus 17 anos de carreira.

Nas palavras do seu amigo Rui Sinel de Cordes, Rui Xará “é o mais conhecido dos (comediantes) não famosos” e apesar de adorar a stand-up comedy, tem já vários trabalhos feitos e reconhecidos noutras áreas do humor, sendo, frequentemente, convidado como prefaciador e apresentador de livros humorísticos.

O espetáculo do “Santo Tirso a Rir” destina-se a maiores de 16 anos. Os bilhetes têm o valor de dois euros e podem ser adquiridos na Loja Interativa de Turismo, na Biblioteca Municipal e no Centro Cultural Municipal de Vila das Aves.

CP admite “fortes perturbações” na 2.ª feira devido à greve da IP

A CP – Comboios de Portugal admite “fortes perturbações” na circulação ferroviária na próxima segunda-feira, devido à greve dos trabalhadores da Infraestruturas de Portugal (IP), para a qual não foram assegurados serviços mínimos e não serão disponibilizados transportes alternativos. “Por motivo de greve convocada por diversas organizações sindicais da IP (gestor da infraestrutura ferroviária), a CP informa que se preveem supressões em todos os serviços no dia 02 de abril”, afirma a empresa num comunicado publicado esta quinta feira.

A CP afirma que “não serão disponibilizados transportes alternativos” e recorda que não foram definidos serviços mínimos pelo tribunal arbitral.

Aos clientes que já tenham bilhetes adquiridos para viajar em comboios dos serviços Alfa Pendular, Intercidades e Regional que não se realizem, a CP vai permitir o reembolso no valor total do bilhete adquirido, ou a sua revalidação, sem custos, para outro dia/comboio.

Os trabalhadores da IP mantêm a greve agendada para a próxima segunda-feira, após o Governo e os sindicatos não terem chegado a acordo.

Os trabalhadores da IP reivindicam aumentos salariais, congelados desde 2009, o desbloqueio das negociações e acusam ainda empresa de ter efetuado cortes salariais nos últimos anos.

Apesar de não adiantar valores, José Manuel Oliveira notou ainda que a proposta do Governo “ficou aquém” do esperado, sendo que os sindicatos já haviam reclamado aumentos salariais de 4%, com margem para negociação.

O tribunal arbitral decidiu hoje que a greve de 24 horas dos trabalhadores da IP, marcada para segunda-feira, não terá serviços mínimos para os comboios de passageiros, por ser um dia de paralisação e haver transportes alternativos.

Já esta quinta feira cerca de duas dezenas de representantes sindicais dos trabalhadores da IP manifestaram-se junto à residência oficial do primeiro-ministro, em Lisboa, para exigir a valorização dos salários e o desbloqueio das negociações.

“Aquilo que os trabalhadores reivindicam não é nada mais do que é praticado noutras empresas, nomeadamente no setor ferroviário temos o exemplo da CP e aquilo que estamos a solicitar é que haja um aumento intercalar dos salários dos trabalhadores”, acrescentou.