Empresas têxteis e de vestuário reclamam mais apoios e justiça na distribuição da ajuda

Face à pandemia e aos apoios concedidos pelo Governo, as empresas do setor têxtil e vestuário reclamam que o apoio chegue a mais empresas; que as ajudas à retoma progressiva sejam possíveis a partir de quebras iguais ou superiores a 15%; querem que o apoio considere não apenas a quebra de faturação, mas a descida das encomendas.

Num inquérito conduzido pela ATP, as empresas reclamam a isenção da TSU para os trabalhadores abrangidos pelas medidas de redução ou suspensão do período de trabalho. Dizem que esta medida devia contemplar empresas com mais de 250 trabalhadores, por forma a ajudar à manutenção dos postos de trabalho.

As empresas defendem, ainda, a reintrodução do regime de lay off simplificado, aplicável a todas as empresas (e não apenas às que são encerradas por via legal/ administrativa), para introduzir, o que dizem ser maior justiça na cadeia de valor, porque «não é apenas o retalho que está com dificuldades, quem está a montante na cadeia de valor está igualmente em dificuldades».

Neste inquérito, a ATP percebeu que as empresas pedem justiça também no acesso a medidas como o APOIAR, neste momento, apenas disponível para algumas atividades, estando excluída a indústria.

As empresas reclamam ainda que os trabalhadores que estão em casa para assistência a filhos menores (devido ao encerramento de escolas) sejam pagos pela Segurança Social.

Segundo a ATP, ao nível das linhas de crédito (esta é, entre os inquiridos, a medida mais usada, com 65% das empresas a utilizar), as empresas solicitam reforço dos montantes e maior flexibilidade de pagamento.

Há ainda muitas empresas que destacam a importância de uma componente de apoio a fundo perdido para capitalizar, extensão temporal das medidas e maior rapidez no pagamento dos apoios.

FC Famalicão renova com avançada Vitória Almeida até 2023

O projeto do futebol feminino do FC Famalicão continua a preparar o futuro. Depois da renovação com o treinador João Marques, o clube anunciou na tarde desta sexta-feira, a renovação com Vitória Almeida, jovem avançada de 21 anos.

Deste modo, o clube garante um valor seguro da modalidade que era pretendido por outros emblemas «e com propostas que o Famalicão não poderia igualar», assumiu Jorge Silva. O presidente do clube agradeceu, por isso, a confiança da atleta «neste projeto», assinalando a importância «que é manter a Vitória connosco», porque ela «incorpora aquele que é o ADN do Famalicão: compromisso, competência, trabalho, superação e espírito de grupo».

A atleta brasileira sente-se «feliz e realizada neste projeto», assumindo que a renovação resulta «de todo o trabalho das minhas colegas». Reconhece que as propostas que teve foram tentadoras e que o pilar desta renovação «foi o mister João Marques. Acredito no seu trabalho e de toda a estrutura do Famalicão. Vamos continuar a trilhar o caminho do sucesso», acredita a atleta. Individualmente, quer ser a melhor marcadora do clube em todas as provas.

João Marques agradeceu a Vitória «por confiar no nosso trabalho e no clube. Sei as propostas que teve e para nós é motivo de orgulho ela prescindir de algo de muito bom para estar neste projeto»

Famalicão: Quer saber mais sobre Comércio Ecológico?

O município de Famalicão, em parceria com a Associação Famalicão em Transição, organiza uma palestra sobre “Comércio Ecológico” em Famalicão. Está marcada para as 10 horas, de 21 de fevereiro, numa emissão online, através da plataforma zoom.

A iniciativa realiza-se no contexto do programa de atividades paralelas da exposição “Comércio: Tradição & Modernidade”, que está patente na Casa do Território, no Parque da Devesa de Famalicão.

Nesta palestra vai dar-se a conhecer boas-práticas já existentes no concelho famalicense, que tornam os negócios mais ecológicos, em todas as etapas, inclusive no correto descarte dos resíduos produzidos.

O objetivo é pensar numa economia mais sustentável, que já faz parte das preocupações de muitos consumidores. Ou seja, passar de um consumo linear para um consumo mais circular, com preocupações ambientais.

Os organizadores da palestra acreditam que o comércio tradicional tem uma missão a cumprir nesta matéria e a capacidade para o fazer porque os lojistas conhecem bem os clientes.

O programa está agrupado ao nível do 3 R’s – Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Do painel de oradores fazem parte representantes da Mercearia da Vila; ECOnnect Portugal e Resinorte. Serão ainda apresentados como exemplos de boas-práticas a Cindinha Bulkstore e Two Hair Lovers. Haverá ainda tempo para sessões de perguntas.

A iniciativa destina-se a um público alvo preferencial de profissionais do comércio e empresários.

Os interessados em participar devem fazer a sua inscrição, solicitando o link para participação através de goo.gl/tNamg6 ou através de mail enviado para casadoterritorio@famalicao.pt

Foi ainda criado um questionário para dúvidas sobre como tornar um comércio mais sustentável em

Famalicão: Está em discussão pública o Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios 2021-2030

Está em discussão pública o Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios 2021-2030 (PMDFCI) relativamente ao concelho de Vila Nova de Famalicão.

A proposta encontra-se disponível para consulta na página eletrónica do município (www.famalicao.pt). Até 23 de fevereiro, os interessados podem apresentar, por escrito, as suas observações, reclamações e sugestões através de requerimento dirigido ao presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, identificando devidamente o seu subscritor, por via postal, ou através do endereço de correio eletrónico gtf@famalicao.pt.

O plano visa operacionalizar, ao nível municipal e local, as normas de Defesa da Floresta Contra Incêndios (DFCI) contidas no Decreto-Lei n.º 124/2006, de 28 de junho, na sua redação atual, que estrutura o Sistema de Defesa da Floresta contra Incêndios (SDFCI).

Este plano é composto por três cadernos: diagnóstico; plano de ação e plano operacional municipal (reservado). O Plano de Ação estrutura-se em pontos 5 estratégicos nomeadamente: aumento da resiliência do território aos incêndios florestais; redução da incidência dos incêndios; melhoria da eficácia do ataque e da gestão dos incêndios; recuperação e reabilitação dos ecossistemas e adaptação de uma estrutura orgânica e funcional eficaz.

O Plano Operacional Municipal (POM), operacionaliza anualmente o PMDFCI, identificando o dispositivo operacional para as ações de vigilância, deteção, fiscalização, 1ª intervenção, combate, rescaldo e vigilância pós-incêndio.