EDP Distribuição agora é E-REDES

A EDP Distribuição, empresa que gere a rede de distribuição de eletricidade em Portugal continental, passou a designar-se E-REDES, desde esta sexta-feira, dia 29 de janeiro.

Esta etapa do processo de separação de imagem entre operadores do mesmo grupo económico no âmbito do setor elétrico, em linha com a Comissão Europeia, foi aprovada pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) a 11 de agosto do ano passado. Em outubro do mesmo ano a empresa apresentou o plano para assegurar a transição para a nova marca, que tem vindo a ser implementado, garantindo que essa mudança será realizada sem impacto de custos para os consumidores.

Além da mudança de nome de EDP Distribuição para E-REDES, a nova marca conta com um logótipo, que assume um carácter dinâmico em formatos digitais e uma linha gráfica assente nas cores amarelo e preto. Com esta alteração de imagem, que deixa de ter elementos de cor ou design comuns a outras empresas do universo EDP, reforça-se a identificação e a singularidade do operador de redes de distribuição.

Nesta alteração, a Empresa, agora E-REDES – Distribuição de Eletricidade SA, mantém o essencial. Ou seja, assegura a mesma atividade, os mesmos canais de contacto, o mesmo empenho na transição energética e o compromisso de continuar a ser uma marca de confiança, próxima dos consumidores, cumprindo as obrigações dos seus contratos de concessões e prestando um serviço público de qualidade, focado no cliente e orientado por uma forte responsabilidade social.

Famalicão: Paulo Cunha defende circularidade como estratégia para a competitividade

O deputado famalicense, membro da Comissão da Indústria, Investigação e Energia, defendeu em Copenhaga que a circularidade tem de ser encarada como uma estratégia de competitividade para a indústria europeia, «capaz de reforçar e estimular a inovação ao longo de toda a cadeia de valor, e não como um exercício de conformidade regulatório».

Paulo Cunha sublinhou, ainda, a necessidade de criar regras mais claras e estáveis para o setor, defendendo políticas que permitam tornar a transição sustentável mais viável para as pequenas e médias empresas. O famalicense também quer menos encargos administrativos e mais investimento em inovação, digitalização e reciclagem têxtil, para reforçar a competitividade da indústria europeia. «O grande desafio europeu é tornar a escolha sustentável também mais competitiva», considerou.

No Global Fashion Summit, uma das principais conferências internacionais dedicadas à sustentabilidade e ao futuro da indústria do têxtil e da moda, Paulo Cunha esteve ao lado de representantes da Comissão Europeia e da indústria.

No decurso do mesmo encontro, participou num debate centrado na forma como a Europa pode alinhar competitividade, inovação e circularidade, num contexto marcado por novas exigências regulatórias e pela necessidade de reforçar a capacidade industrial europeia.

Paulo Cunha também esteve numa mesa-redonda sobre incentivos à circularidade no setor têxtil e interveio no palco principal do evento, na apresentação do “2030 Circularity Blueprint”, iniciativa dedicada à aceleração da transição sustentável na indústria da moda.

O Global Fashion Summit reúne anualmente líderes políticos, empresas, especialistas e organizações internacionais para debater os desafios da sustentabilidade, da inovação e da competitividade na indústria da moda e do têxtil.

Famalicão: Município e San Sebastián reforçam laços de cooperação

Uma delegação com representantes do Famalicão Made IN, liderada pelo vereador da Economia e Empreendedorismo, Augusto Lima, esteve esta quinta-feira em San Sebastián, Espanha, numa visita institucional para reforço dos laços de cooperação.
Na reunião com a vereadora Ane Oyarbide foram abordados temas como empreendedorismo, ciência, inovação e conhecimento, motores de desenvolvimento económico e «valores partilhados por duas cidades com a mesma ambição: gerar conhecimento, atrair talento e transformar a inovação em bem-estar e oportunidades reais», pode ler-se numa publicação do Famalicão Made IN que assinala a visita «como um passo importante rumo a uma cooperação mais sólida entre dois territórios que acreditam no futuro».

Famalicão: Riopele celebra 100 anos com etiqueta comemorativa

A histórica empresa de Pousada de Saramagos está a caminho do centenário, que celebra no próximo ano e o século de existência tem uma etiqueta comemorativa. “RIOPELE. One Century. Celebrating innovation and heritage. Fabrics made in Portugal” é a mensagem que se lê na etiqueta.

Como a própria Riopele escreve, «saber de onde vem uma peça deixou de ser um detalhe e passou a ser uma exigência» e também por isso «expressões como “Made in Portugal” ganharam um novo significado: representam confiança, proximidade, responsabilidade e um compromisso real com uma indústria mais exigente».

No fundo, a empresa liderada por José Alexandre Oliveira pretende comunicar ao consumidor o valor do produto, a inovação e os critérios de qualidade. Na Riopele «essa responsabilidade acompanha todo o processo de produção», por isso disponibiliza às marcas com quem trabalha diferentes etiquetas que podem ser aplicadas nas peças de vestuário, como uma forma de comunicar ao consumidor tudo o que importa saber desde a origem..

Para a Riopele «mais do que uma identificação, cada etiqueta conta uma história», no seu caso a herança construída ao longo de um século, representando tradição, conhecimento e confiança.

Para além desta etiqueta comemorativa, a Riopele tem também a “Çeramica”, associada a um processo produtivo que combina tecnologia, inovação e design, resultando num tecido durável, confortável e com performance prolongada. Já a “Indario” indica que a peça foi desenvolvida através de um processo produtivo mais responsável, por exemplo pela redução do consumo de água e energia no fabrico; utiliza também menos 15% de substâncias químicas e emite menos 40% de CO₂.

Há, também, a etiqueta “Riopele” que representa toda uma herança – tradição, conhecimento, confiança – construída ao longo de quase um século de excelência na indústria têxtil.

Abertas candidaturas para o Prémio de História Alberto Sampaio

Estão a decorrer, até 31 de maio, as candidaturas para o prémio de História Alberto Sampaio, edição de 2026, promovido pela Academia das Ciências de Lisboa, em parceria com os municípios de Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão, e com a colaboração da Sociedade Martins Sarmento. Tem o valor monetário de 6 mil euros.

As candidaturas devem ser submetidas à Academia das Ciências de Lisboa, entidade responsável pela coordenação científica do prémio.

Recorde-se que o galardão foi criado para homenagear o historiador Alberto Sampaio e incentivar a investigação científica na área da História. Distingue trabalhos inéditos relacionados com a história económica e social portuguesa, bem como estudos inseridos em áreas historiográficas ligadas ao legado intelectual do historiador, que viveu parte da sua vida em Vila Nova de Famalicão e que dá nome ao Arquivo Municipal.

Podem concorrer autores de estudos escritos em língua portuguesa, com uma extensão compreendida entre 20 mil e 40 mil palavras. São igualmente aceites dissertações de mestrado e teses de doutoramento adaptadas ao formato exigido pelo regulamento.

O júri é constituído por três académicos convidados, oriundos de diferentes universidades portuguesas, entre as quais a Universidade do Minho, Universidade do Porto, Universidade de Coimbra, Universidade de Lisboa, Universidade Nova de Lisboa, Universidade Católica Portuguesa e Universidade Lusíada.

Recorde-se que o Prémio de História Alberto Sampaio foi instituído para perpetuar a memória e a obra do historiador, nascido em Guimarães em 1841, considerado uma das figuras mais importantes da historiografia portuguesa.

Morreu Cândido Mota

Cândido Mota, antiga voz da rádio portuguesa, morreu esta madrugada aos 82 anos, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Estava doente há algum tempo e partiu tranquilamente, acompanhado pela família.

Reconhecido como uma das vozes mais marcantes da rádio em Portugal, ficou ligado ao programa “O Passageiro da Noite”, inovador pela interação direta com os ouvintes.

Iniciou a carreira muito jovem e destacou-se também na televisão, em trabalhos com Herman José e como voz de concursos.

Nos últimos anos, vivia afastado da vida pública.

Já há data para o início da próxima época

A edição 25/26 da I Liga ainda não terminou, mas já há data de início para a próxima. Será no fim de semana de 8 e 9 de agosto e a derradeira jornada será no fim de semana de 16 de maio de 2027.

A Federação Portuguesa de Futebol e Liga divulgaram esta quarta-feira as datas para o arranque das competições na próxima temporada. A Supertaça, entre o campeão nacional e o vencedor da Taça de Portugal, joga-se no dia 31 de julho, 1 ou 2 de agosto.

A Taça de Portugal começa a 30 de agosto. A terceira eliminatória, marcada para 18 de outubro, já terá equipas da I Liga. As formações apuradas para as provas europeias entram apenas na ronda seguinte, agendada para 22 de novembro. As meias-finais, a uma mão e em campo neutro, estão previstas para os dias 22 e 23 de maio do próximo ano. A final é no dia 30 desse mês.

Também a segunda liga começa no fim de semana de 9 de agosto. Os play-offs, entre o 16.º classificado do principal campeonato e o terceiro da segunda liga, e entre o 16.º classificado do segundo escalão e o terceiro da Liga 3, estão agendados para 29 de maio e 6 de junho (alternativas a 26 de maio e 2 de junho).

Os quartos de final da Taça da Liga jogam-se entre 27 e 29 de outubro e a final four entre 5 e 9 de janeiro do próximo ano.