AEMinho diz que a economia precisa de estabilidade política

A respeito da atual crise política, com cenário de eleições antecipadas para o Governo, o presidente da AEMinho pede responsabilidade e que seja colocado o interesse do país em primeiro lugar.

«A economia, as empresas e os trabalhadores precisam de foco dos seus governantes no progresso, no funcionamento eficiente das instituições e do Estado e no crescimento económico. Crescer é a nossa grande meta e não o conseguiremos fazer com estes constantes atropelos à credibilidade e normal funcionamento das instituições. Rigor com lisura, com foco e espírito de cooperação para que possamos construir um país próspero, onde se viva melhor, capaz de atrair talento e projetar um futuro mais sólido para os nossos filhos», escreve Ramiro Brito.

Não é exequível exigir a um Primeiro-Ministro que toda a sua família deixe de trabalhar onde trabalhava, para que ele seja Primeiro Ministro. Portanto, tudo isto foi claramente exagerado e está revestido de um jogo político, onde, na nossa opinião, todas as partes se portaram mal

O presidente da AEMinho diz que «faz sentido que o Primeiro-Ministro dê explicações, quando lhes são pedidas, sobre como a sua empresa desenvolveria atividades». Mas, realça que uma «empresa, por si, como uma entidade que é detentora de personalidade jurídica, tem o direito ao sigilo dos seus clientes». Acrescenta que «não é exequível exigir a um Primeiro-Ministro que toda a sua família deixe de trabalhar onde trabalhava, para que ele seja Primeiro Ministro. Portanto, tudo isto foi claramente exagerado e está revestido de um jogo político, onde, na nossa opinião, todas as partes se portaram mal», analisa Ramiro Brito.

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Pai realiza o parto da pequena Emília que decidiu nascer à porta de casa

A manhã desta segunda-feira fica, em S. Martinho de Bougado, na Trofa, fica marcada por um parto ocorrido à porta de casa.

A situação aconteceu cerca das 06h00, quando o casal se preparava para deslocar ao hospital de Famalicão, onde estaria previsto nascer a pequena Emília.

De uma forma inesperada, a mãe entrou em trabalho de parto e coube ao companheiro ajudá-la, à porta de casa.

Foram acionados os B.V. da Trofa e a SIV de Santo Tirso que acompanharam os primeiros instantes de vida de Emília, asseguraram que se encontrava estável e garantiram o transporte até à maternidade do Hospital de Famalicão.

Ficou em liberdade grupo filmado a agredir funcionários de restaurante em Santo Tirso

Quatro homens acusados de terem agredido violentamente dois funcionários de um restaurante em Santo Tirso, em março, foram presentes a juiz cerca de um mês após os factos.

Após a audição, o tribunal decidiu mantê-los em liberdade, ainda que sujeitos a restrições. Os suspeitos estão proibidos de se aproximar ou frequentar o restaurante em causa e têm de se apresentar às autoridades três vezes por semana.

As agressões ocorreram num estabelecimento da cidade e envolveram dois trabalhadores, num caso que segue agora em investigação pelo Ministério Público.

GNR descobre 600 mil euros em tabaco ilegal

A GNR deteve três homens, com idades entre os 19 e os 54 anos, numa operação realizada em Guimarães, que resultou na apreensão de cerca de dois milhões de cigarros sem estampilha fiscal obrigatória e sem documentação que comprovasse a sua origem legal.

De acordo com a autoridade, os suspeitos estão indiciados pelo crime de introdução fraudulenta no consumo, tendo a ação ocorrido na passada quarta-feira.

O valor comercial da mercadoria apreendida ultrapassa os 622 mil euros, sendo que a sua colocação no mercado poderia representar um prejuízo de cerca de 449 mil euros para o Estado, em sede de Imposto Especial de Consumo (IEC).

 

Além do tabaco, os militares da GNR apreenderam ainda o veículo utilizado no transporte da carga ilícita e três telemóveis.

Um morto e três feridos em violento acidente na variante à N14

Um homem morreu, na madrugada desta sexta-feira, na sequência de um acidente que envolveu três viaturas na variante à Estrada Nacional 14, na Maia, avança o Jornal de Notícias. Do sinistro resultaram ainda dois feridos ligeiros, um homem e uma mulher.

A vítima mortal será um jovem com idade aparente entre os 25 e os 30 anos. O alerta foi dado por volta das 5h00, tendo o acidente levado ao corte da estrada em ambos os sentidos durante cerca de duas horas.

Segundo a mesma fonte, no local estiveram operacionais dos Bombeiros de Moreira da Maia e dos Bombeiros de Pedrouços, apoiados por meios da Cruz Vermelha e do INEM, que mobilizou uma ambulância, a VMER do Hospital de São João e a Unidade Móvel de Intervenção Psicológica de Emergência.

CP fecha estação de comboios da Trofa devido a inundação

A estação de comboios da Trofa encontra-se encerrada devido a uma inundação.

De acordo com as informações disponíveis, a decisão prende-se com uma inundação, ocorrida na sequência dos mais recentes episódios de chuva forte.

Não há, para já, nenhuma informação sobre a reabertura do espaço.

Famalicão: CHEGA repudia chumbo de voto de protesto sobre alegada violência escolar

O grupo municipal do CHEGA, pela voz da deputada Teresa Margarida Borges, apresentou, na última Assembleia Municipal, um voto de protesto sobre «a grave situação de violência» na Escola Bernardino Machado, na vila Joane.

A denúncia tem por base relatos «de docentes e assistentes operacionais, sobre episódios de agressões de alunos» a estes profissionais. Segundo o CHEGA, estas situações «não estão a ser devidamente tratadas pela direção do agrupamento». Pelo exposto, em nota enviada à comunicação social, a Comissão Política «repudia o chumbo» pela maioria na Assembleia Municipal e acusa a direção da escola («segundo relatos», refere o CHEGA) de «normalizar a violência» na escola «pela omissão deliberada de quem tem o dever de proteger os profissionais de educação».

O Voto de Protesto do CHEGA propunha, por exemplo, a abertura imediata de um processo de averiguação independente; recomendar a divulgação pública e transparente de dados relativos a ocorrências disciplinares e segurança escolar; e instar as entidades competentes a garantir, sem ambiguidades, a proteção dos professores e o respeito dentro das escolas.

O chumbo da proposta pela maioria na Assembleia Municipal é, segundo o CHEGA, demonstrativo «da indiferença perante a segurança dos profissionais de educação e a autoridade nas escolas».